Sistemas Econômicos Socialistas e Mistos

Nessas formas de sistemas econômicos, o Estado tem controle sobre algumas áreas que considera de importância primordial em termos de segurança nacional e importância para o bem-estar dos cidadãos. Assim, o Estado não permite a participação privada em setores como defesa e bens e serviços essenciais, enquanto os empreendedores recebem incentivos para contribuir em outros setores que o Estado julgar adequados.

Esse tipo de sistema econômico foi seguido em países como a Índia até a década de 1990, quando as economias foram liberalizadas e a participação total do setor privado permitiu. Isso é paralelo ao fim da economia centralmente planejada, onde o comando e o controle da economia são de cima para baixo e não de baixo para cima. Isso muitas vezes levou a vários desequilíbrios na distribuição e alocação de recursos.

Um sistema econômico, em qualquer forma, é necessário para a sociedade prosperar e funcionar como uma unidade coesa. Desde as primitivas sociedades de escambo e de caçadores até as novas eras tecnocráticas, sempre houve alguma forma de sistemas econômicos. Os sistemas econômicos compõem todo o sistema que compreende o sistema político, o sistema legal e outros semelhantes.

Alguns dos benefícios são auto-evidentes no sentido de que os indivíduos de uma sociedade são pagos pelo seu trabalho e, em troca, podem comprar e trocar bens e serviços. De outras formas, o bem estar material dos indivíduos é garantido com a promessa de salários e outros incentivos. Por outro lado, os indivíduos contribuem para o conjunto coletivo de riqueza pagando impostos que, por sua vez, compõem uma parte das redes de previdência social.

Como se pode ver pela prosperidade do mundo ocidental, os sistemas econômicos contribuem de maneira significativa para a sensação de bem-estar e segurança dos cidadãos. O estado garante os direitos dos cidadãos e, por sua vez, espera deveres deles. Há casos de colapso dos sistemas econômicos na África Subsaariana que resultaram em caos e guerra civil.

Assim, um dos pré-requisitos dos sistemas econômicos é o de um “contrato social” entre o indivíduo e o estado, juntamente com as formas legais e outras formas de contratos executáveis. Como pode ser visto, um sistema econômico e social eficaz não apenas cuida dos constituintes, mas também reforça o modo de comportamento através de um conjunto de leis e regulamentos a serem seguidos.

Tipos de Economias

Uma economia é um sistema pelo qual os bens são produzidos e trocados. Sem uma economia viável, um estado entrará em colapso.

Nas Economias De Livre Mercado, que são essencialmente capitalistas, as empresas e os indivíduos têm a liberdade de perseguir seus próprios interesses econômicos, comprando e vendendo bens em um mercado competitivo, o que naturalmente determina um preço justo para bens e serviços.

Uma Economia De Comando é também conhecida como Centralmente Planejada, porque o governo central ou nacional planeja. Geralmente, os estados comunistas têm economias de comando, embora a China esteja se movendo recentemente em direção capitalista. Em uma sociedade comunista, o governo central controla tudo, alocando recursos e ditando preços para bens e serviços. Alguns estados autoritários não-comunistas também têm economias de comando. Em tempos de guerra, a maioria dos estados – mesmo democráticos, estados de livre mercado – assumem um papel ativo no planejamento econômico, mas não necessariamente na extensão dos estados comunistas.

As economias de comando são frequentemente muito ineficientes porque essas economias tentam ignorar as leis da oferta e da demanda. Na maioria dos casos, surge um mercado negro para preencher as demandas negligenciadas pelo plano central. O crescimento econômico em geral é geralmente mais lento do que em estados com mercados livres. Algumas economias de comando afirmam agir para promover a igualdade econômica, mas muitas vezes as elites no governo vivem muito melhor do que outras.

Embora as economias de comando já tenham sido consideradas alternativas viáveis ​​às economias capitalistas de livre mercado, o fraco desempenho econômico em países com economias planejadas provou que o capitalismo era muito mais eficiente. A economia centralmente planejada da ex-União Soviética teve um desempenho tão fraco, por exemplo, que o governo literalmente entrou em colapso em 1990-1991. A economia de comando da Coréia do Norte também fracassou completamente há mais de uma década, causando fome desenfreada, que foi aliviada apenas por doações internacionais de alimentos. Os líderes chineses, em contraste. Há mais de vinte anos que o sistema centralmente planejada não poderia atender às necessidades de seus países, razão pela qual eles privatizaram a produção agrícola e muitas outras indústrias.

Carlos Alberto de Oliveira Andrade – O homem forte do setor automotivo brasileiro

Mais um prêmio para o fundador da CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade. A revista Auto Esporte, por meio da premiação Carro do Ano 2019, o elegeu o Executivo do Ano do setor automotivo, em especial pelas atuações na importação e produção de veículos de diferentes marcas.

Conheça um pouco dos planos futuros da marca para o mercado, a parceria com a Chery e da trajetória do “homem forte” do mercado automotivo nacional.

Operação da Chery no Brasil

Há pouco mais de um ano, Andrade fechou acordo com a Chery e passou a controlar a unidade fabril de Jacareí – SP, onde são produzidos os automóveis da montadora chinesa. O que deu início a um plano ousado de lançamentos e expansão da rede de concessionárias.

Parte importante dos planos de internacionalização da marca, a fábrica de Jacareí no Vale do Paraíba foi inaugurada em agosto de 2009. Esse foi o primeiro projeto completo fora da China, em um investimento que superou os US$ 400 milhões. A unidade possui a área total de 1 milhão de metros quadrados e sua capacidade de produção anual é de 50 mil carros.

A realidade mudou desde de quando a chinesa chegou ao país. Na época a marca era responsável por um pequeno percentual de vendas com o QQ e Celer, atualmente oferece o Tiggo 2, um crossover bem aceito no mercado chinês e que no Brasil impulsionou as vendas da marca.

Essa cooperação tem grandes ambições. No Brasil serão produzidas outras versões do Tiggo, sendo que em 2019 começam a ser vendidos o sedã Arizzo 5, Tiggo 4, a versão latina do Tiggo 5X e o Tiggo 7. Ambos mostram a renovação da fabricante chinesa, design novos e a estreia do motor 1.5 turbo para a linha CAOA Chery.

A empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade também confirmou que irá produzir o Tiggo 8, o primeiro SUV de sete lugares desenvolvido pela Chery. Os lançamentos em duas das áreas que mais se destacam no país (e também competitivas), sedã e SUV, fazem parte de um plano ousado, algo característico da parceria.

Aumento na participação brasileira

A frente da operação brasileira, Andrade mostra que entende o mercado nacional. O empresário representa diferentes marcas como a Hyundai e seus números falam por si só. Em agosto deste ano, mês em que a fábrica completou quatro anos de atividade, a montadora, agora sino-brasileira, emplacou 1054 automóveis. Essa foi a primeira vez que foram superados os 1000 emplacamentos no mês.

No mesmo mês os licenciamentos aumentaram em 45% ante ao 2017 quando foram emplacados 727 unidades. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, esse percentual foi 85% superior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Marcio Alfonso, CEO da CAOA Chery, afirmou que o crescimento e o fortalecimento da empresa no Brasil demonstram o aumento confiança dos consumidores. “Estamos investindo fortemente em nossos produtos e na rede de atendimento ao cliente”, ressalta.

O executivo revela que os planos da marca é de expandir o número de concessionárias até o total de 60 lojas até o fim de 2018, o que pode gerar uma maior demanda. Além disso, os modelos apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo: o Arrizo 5, o Tiggo 4 e o Tiggo 7 serão produzidos nas unidades de Jacareí – SP e Anápolis – GO.

“Esse é um grande marco na história da CAOA Chery. Estamos confiantes de que os novos produtos contribuirão ainda mais para a consolidação da marca no Brasil”, conclui Marcio Alfonso.

Sobre Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Andrade iniciou suas atividades no ramo automotivo na Paraíba em 1979. O então médico cirurgião adquiriu um Ford Landau que nunca foi entregue. A empresa fechou as portas, ele ficou sem o veículo, mas viu ali uma grande oportunidade e comprou a revenda.

Em menos de seis anos após dar início aos negócios o doutor já era o maior revendedor da Ford no país. Anos depois, sua empresa, a CAOA passou a importar oficialmente os veículos Renault e em seguida os da Hyundai.

No ano de 2007, o empresário utilizou seus próprios recursos para construir sua primeira fábrica. Instalada em Anápolis (GO)a unidade ficou responsável pela produção dos veículos Hyundai para o mercado latino. 2011 foi o melhor ano da importadora, quando foram 89.053 vendidas, e a produção de carros de passeio e caminhões chegou a 38.635 unidades.

Pelo bom desempenho, em 2012 Andrade recebeu o prêmio de “Distribuidor do Ano” da Hyundai, o qual competia com outros 179 distribuidores de todo o planeta. Prova do reconhecimento e do trabalho árduo do empresário, que atualmente está afastado do comado direto da CAOA. Ele agora é presidente do Conselho Administrativo e mesmo neste posto, o empresário está a par dos assuntos primordiais da companhia.

Trabalhos voluntários poderão ser adotados como parte da carga horária do ensino médio

As instituições de ensino poderão aceitar as horas de trabalhos voluntários realizados por seus estudantes como meio de completarem as cargas horárias das séries do ensino médio. A novidade foi divulgada após a aprovação de um pacote com novas diretrizes curriculares, que foi aprovado pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).

Conforme a redação dada às diretrizes em questão, além de serviços voluntários, também poderão ser aceitas outras atividades realizadas pelos alunos. Isso, entretanto, estará condicionado ao fato de tais ações envolverem algum caráter de ordem pedagógica. Dessa maneira, estágios, cursos, pesquisas de campos e iniciação científica passarão a contar como horas estudadas.

Aprovada no ano de 2017, a lei que dispõe sobre os novos ditames do ensino médio tornou claro que essa fase da educação deverá ser composta por um total de 5 horas diárias. Até o ano de 2022, espera-se que a carga horária de todo o período seja de 3 mil horas. Desse total, 1,8 mil horas serão de ensino comum a todos os alunos em território nacional.

O restante da carga horária, conforme estabelecem as novas diretrizes, poderá ser escolhido pelo próprio aluno. Assim sendo, este deverá optar pelas áreas de tecnologia, humanidades, ciências naturais, linguagens ou matemática.

As formas como esses trabalhos voluntários serão realizados poderão ser tanto presenciais, quando o aluno frequenta um ambiente convencional ou à distância. Em todos os casos, é necessário que haja a orientação e supervisão de um professor para que haja validação das horas de atividades. O emprego da tecnologia, de acordo com notícias sobre as novas regras, não é descartado.

Nas novas diretrizes constam outras mudanças. Uma das mais expressivas é a que autoriza o estabelecimento de convênios entre algumas instituições de ensino. É importante salientar que estas devem fazer parte de um cadastro específico elaborado pelo sistema de ensino nacional.

As escolas poderão, conforme as diretrizes de ensino, escolher de que maneiras irão avaliar cada uma das atividades permitidas a partir de então. Com isso, até mesmo atividades em instituições estrangeiras passarão a contar para que se complete a carga horária necessária à formação no ensino médio em todo país.

Saiba mais:

https://istoe.com.br/escolas-poderao-considerar-trabalhos-voluntarios-feitos-por-estudantes/

Cientistas brasileiros descobrem genes da carne bovina que melhoram seu sabor e qualidade

Boas notícias para os pecuaristas. Cientistas brasileiros encontraram os genes que controlam o sabor, maciez e qualidade da carne bovina. A pesquisa foi conduzida pela Embrapa Pecuária Sudeste e pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP e publicada no periódico científico BMC Genomics.

Outras entidades participaram do estudo que começou a oito anos atrás. Foram as Universidades de Iowa, de Nebraska e do Missouri, nos EUA, e o CSIRO, órgão de pesquisa agropecuária da Austrália.

A pequisa é pioneira no mundo tem o intuito de melhorar os produtos de origem animal e possibilitar o aumento da competitividade, e lucro dos pecuaristas brasileiros. Atualmente somos os maiores exportadores de carne bovina do planeta e modificar o panorama do que é entregue a outras nações pode alterar positivamente a balança comercial.

O estudo, a partir de tentativas, foi responsável por descobrir os genes mais importantes para os traços que aumentavam a qualidade da carne da raça Nelore, bem como quantidades de gordura e ácido graxo nelas presentes. Foram analisados 30 machos e 2000 fêmeas que gearam 800 novilhos utilizados na investigação genética.

A frente do estudo, a pesquisadora Luciana Correia de Almeira Regitano, da Embrapa, afirmou que no início o intuito da pesquisa era identificar os genes para cada característica da carne. Segundo ela, os cientistas já haviam identificado as regiões de material genético, restando apenas saber quais genes eram responsáveis pelas alterações no músculo dos animais.

A cientista enfatiza que a descoberta é importante para o melhoramento genético e outras aplicações como o aumento ou redução da expressão de genes com alimentos ou medicação capazes de influenciar no seu funcionamento.

Outro pesquisador do projeto, o Luiz Lehmann Coutinho, encarregado da pesquisa genômica, ressalta que falta validar os resultados e avaliar o quanto as descobertas podem contribuir com o melhoramento genético. Dessa forma é possível identificar características de maciez, sabor e qualidade em um momento anterior ao animal expressá-las fisicamente, ainda quando novilhos, sem a necessidade de chegar ao ponto do abate.

O objetivo a longo prazo é que produtor possa produzir carne de ótima qualidade com custos reduzidos. Dessa forma conquistar novos mercados de exportação e ampliar a lucratividade.

Guilherme Paulus, grande empresário brasileiro, estará presente no Fórum Conectividade

Neste mês de novembro de 2018, o renomado empresário brasileiro Guilherme Paulus, referência no setor de turismo do Brasil, participará do Fórum Conectividade – Hub de Negócios, a ser realizar pelo MERCADO & EVENTOS em conjunto com a PROMO MARKETING INTELIGENTE. O evento marcado para o dia 26 de novembro ocorrerá no Teatro Renaissance, na cidade de São Paulo. Para se inscrever gratuitamente, basta fazer a sua inscrição clicando aqui.

A expectativa é reunir mais de 300 profissionais a fim de que líderes do setor utilizem o espaço para debater e buscar as melhores práticas necessárias para a indústria e o futuro da aviação comercial tanto no Brasil quanto na América Latina. Dentre estes grandes líderes que irão passar pelo local, Guilherme Paulus é destaque devido a sua brilhante trajetória profissional, sendo o principal responsável por transformar a CVC numa das maiores operadoras de turismo do continente, além de presidir a GJP Hotels & Resorts, umas das principais redes de hotelaria do país.

Para quem estiver interessado em ouvir as palavras de Guilherme Paulus, o empresário irá encerrar a primeira parte do evento juntamente com o Arialdo Pinho, secretário de Turismo do Ceará. Ambos estarão no painel Formação de Hub, com início marcado para às 15h30, onde Paulus entrevistará Pinho sobre a importância de melhorar e incrementar as práticas de cooperação entre os aeroportos, bem como incentivar agentes interessados na formação de um Hub, citando, como exemplo, a cidade de Fortaleza, CE, com o Hub da Air France/KLM e GOL.

Vale ressaltar que Guilherme Paulus já foi dono da antiga companhia aérea Webjet, tendo realizado a venda para a GOL em 2011, numa transação total de R$ 70 milhões de reais. Isso demonstra que o empresário tem o empreendedorismo enraizado dentro de si, se expandindo para outras áreas, não só turismo e hotéis, pois investiu, ainda, na compra da B2W Viagens, pertencente a Submarino Viagens, na Rextur Advance, na Trend, na Visual Turismo e no Experimento Intercâmbio, investimentos estes que somaram quase R$ 1 bilhão de reais.

O Fórum Conectividade – Hub de Negócios já está com a programação toda definida e irá abordar os principais assuntos de conectividade aérea. Dessa forma, o evento terá quatro horas de conteúdo e trabalhará seis diferentes tipos de temas, todos ministrados por grandes nomes do mercado, como: Companhias Aéreas, às 14h30, Desenvolvimento de Rotas, às 15h, Formação de Hub, às 15h30, Aeroportos, às 16h30, Low-cost, às 17h, e, por fim, Políticas Públicas, às 17h30.

Empreendedorismo depois da aposentadoria: confira a causa por trás dessa tendência

Embora muitas pessoas possam associar a aposentadoria com um período de descanso permanente, essa não é a realidade de uma significativa parte de quem chega nessa fase da vida. Desse modo, muitos aposentados utilizam essa época para a abertura de diversos tipos de negócios, muitos representando a idealização de projetos antigos, visando-se trabalhar com algo que lhes dê prazer.

Ao se considerar isoladamente o estado de São Paulo, pode-se concluir que cerca de 120 mil das pessoas que optam pelo regime de MEI (Microempreendedor Individual), já ultrapassaram a idade mínima para se aposentar. Observa-se também que há um crescimento do número de empreendedores com esse perfil, pois se em 2017 o índice era de 5,7%, no ano de 2018 foi para 6,1%. A mesma tendência também é verificada ao se considerar o ano de 2016.

Para Ruy Barros, consultor do Sebrae-SP, algumas peculiaridades podem ser vistas no modo de empreender dessas pessoas. Segundo ele, a experiência adquirida com o passar do tempo se mostra favorável no momento de se escolher o ramo de atuação. Dessa maneira, as chances de se envolverem em negócios infrutíferos são pequenas, pois os aposentados costuma prezar pela entrada em empreendimentos sólidos.

Mesmo que se espere que os negócios gerem lucros em períodos curtos de tempo, Barros destaca que os empreendedores dessa natureza não se esquecem de uma etapa importante para todos os negócios: o planejamento. O consultor alega que eles conseguem cumprir com etapas fundamentais para a abertura de um negócio.

Em relação aos fatores que costumam motivar tais empreendedores, obter uma fonte extra ou complementar de renda foi o mais citado por estas pessoas. Tal constatação é feita por quase 40% do público que adota o empreendedorismo após se aposentar.

A necessidade de aumentar os ganhos da família ocasiona a entrada em segmentos onde a criatividade pode ser um importante diferencial no rumo ao sucesso. Assim sendo, é comum de se observar que diversos aposentados passem a ingressar em áreas diferentes da que costumaram trabalhar ao longo de toda a vida. De modo geral, estes começam a trabalhar com atividades que os motivem também pessoalmente.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2018/11/casal-de-aposentados-faz-sucesso-vendendo-molhos-de-pimenta.html

Economizar em mobilidade urbana sempre é uma ótima opção

Em pesquisa realizada no Estado do Rio de Janeiro, ao comparar os aplicativos de mobilidade urbana disponíveis no mercado, o Instituto Datafolha concluiu e apontou o 99Pop, pertencente ao grupo 99, como o aplicativo mais vantajoso dessa categoria. A equipe de pesquisadores realizou diversas corridas com os mesmos locais de saída e destino, utilizando-se assim, para efeitos de comparação, somente os dados de corridas de trajetos similares. Dessa forma, o estudo mostrou que cerca de 84% das corridas feitas pelo 99Pop apresentaram o menor valor dentre os concorrentes, sendo que, nos finais de semana, a porcentagem aumentou para até 90% das corridas, uma diferença bastante considerável.

Este resultado positivo para a referida empresa de mobilidade urbana surgiu a partir do momento em que decidiu diminuir o preço do serviço para atrair mais clientes. Assim, foi possível fazer com que as pessoas passassem a optar pelo uso do 99Pop como alternativa de transporte público, deixando muitas vezes o carro em casa. Logo, com o aumento do número de usuários, a empresa consegue regularmente oferecer o menor preço e ainda facilitar a relação entre passageiro e motorista, numa ação que visa trazer benefícios para ambos.

A estratégia tem garantido bons retornos para o grupo 99, pois o número de corridas realizadas pela 99Pop na capital fluminense no mês de agosto de 2018 foi três vezes superior em relação ao mês de janeiro do mesmo ano. E isto tem influenciado diretamente na utilização do aplicativo em termos de mobilidade urbana, devido ao menor preço ofertado. Afinal, segundo especialistas, um quarto das corridas realizadas no Rio começam ou terminam em um estação de BRT, metrô ou barcas. Portanto, há mais facilidade para a população que reside longe de redes de transporte coletivo, transformando-se, então, em um benefício para toda a cidade.

Para saber mais sobre a importância dos aplicativos de transporte e sua influência positiva para a mobilidade urbana, clique aqui e confira notícias exclusivas acerca do assunto.

O que é empreendedorismo

Você pode ter ouvido todos ao seu redor falando sobre empreendedorismo e abrindo sua própria startup. Você pode ter pensado em abrir um. Empreendedorismo é a coisa “legal” a ser perseguida nesta época, mas muitas pessoas estão confusas sobre o que ou quem é um empreendedor? O que é realmente necessário para se tornar um? É apenas um homem de negócios? Ou é um conceitualista ou um “ideator”? Pode alguém se tornar um empreendedor sem inovação? A consultoria pro-bono que cria valor está sob o empreendedorismo? Algumas pessoas nascem empreendedoras ou alguém pode ser desenvolvido para se tornar um? Alguém pode se chamar de empreendedor se não possui uma empresa, mas é líder e inovador em seu próprio espaço? As opiniões são tão divididas e as perguntas são tão variadas que decidimos que precisávamos fazer algo a respeito. Era hora de pôr fim a toda essa confusão e definir claramente o que é um empreendedor.

Enquanto o Oxford Dictionary define um empreendedor como “uma pessoa que cria um negócio ou negócios, assumindo riscos financeiros na esperança de lucro”, o Merriam-Webster Dictionary define um empreendedor como “aquele que organiza, gerencia e assume o risco de um negócios ou empresa ”. De acordo com o BusinessDictionary, um empreendedor é alguém que “exerce iniciativa ao organizar um empreendimento para aproveitar uma oportunidade e, como tomador de decisão, decide o que, como e quanto de um bem ou serviço será produzido”. Nós achamos que um empreendedor é muito mais do que isso.

Dan Zone, ex-editor da BusinessZone , acredita que um empreendedor é alguém que “vê uma oportunidade que os outros não reconhecem totalmente, para atender a uma demanda insatisfeita ou para melhorar radicalmente o desempenho de uma empresa existente”. Ele tem a autoconfiança para tornar qualquer aspiração real com muito trabalho e compromisso.

Segundo a Economist , os empreendedores são pessoas que inventam novas ideias inovadoras e incorporam essas ideias em empresas de alto crescimento.

Rory McGwire, fundador da The Marketing Donut , acredita que “um empreendedor é alguém que, em vez de trabalhar 8 horas por dia para outra pessoa, prefere trabalhar 18 horas por dia”.

JHSF – Líder no Setor Imobiliário Brasileiro

A organização foi criada em 1972 e continua até hoje para identificar novas alternativas de onde ampliar suas atividades de negócios no futuro. A capacidade de suporte de suas tarefas e a porta aberta para o desenvolvimento são o que contribui para o sentimento de realização da organização para o próprio DNA da organização da JHSF, estrutura, declaração de propósito e o modo como ela é operada – no curto e longo prazo. E a força motriz por trás de todo esse procedimento é Jose Auriemo Neto, que é um dos destaques entre as figuras mais notáveis ​​do setor imobiliário em São Paulo  até hoje.

No ano de 2009, Aureimo Neto também administrou o projeto inicial das equipes no varejo, que incluiu a assinatura de acordos exclusivos com a Pucci, Jimmy Choo Hermes, e a abertura de novos pontos de venda na JHSF. A JHSF é o pilar do topo da divisão imobiliária brasileira, com grande apoio no setor privado e de negócios , na melhoria e gestão de shopping centers, no aeroporto internacional de negócios e em hotéis de alto padrão. Fundada no ano de 1972, a organização é percebida por sua capacidade de distinguir novas portas abertas nos setores de negócios onde ela funciona. Sua liderança, avanço, qualidade e capacidade de mostrar arranjos práticos em suas melhorias e tarefas são uma parte dos atributos que são uma parte do DNA da organização.

À medida que se desenvolveu, a JHSF solidificou sua presença em vários lugares, por exemplo, Salvador, Manaus e São Paulo, entre outros. A organização é composta por quatro unidades especializadas – Fasano Hotel, Restaurantes e Aeroporto, Shopping Center e Incorporação. Com o crescimento dos mercados imobiliários, A JHSF continuou desenvolvendo suas atividades em diferentes lugares. Ultimamente, a organização holding tem priorizado a implantação de projetos que normalmente incorporam a melhoria e organização de shoppings, pousadas luxuosas e o Desenvolvimento Urbano Integrado Catarina, a primeira etapa envolvendo o Catarina Fashion Outlet e o Catarina Executive Airport. A zona de renda potencial expandiu-se criticamente como sua participação na renda da organização. Desde 2007, a JHSF Participações – JHSF3 é uma organização aberta com ações trocadas na plataforma de negociação de ações da São Paulo Bovespa.