Aumentam casos de conjuntivite em São Paulo

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De acordo com um levantamento feito pelo Hospital de Olhos Paulista, a população do estado de São Paulo precisa tomar cuidado com o atual surto de conjuntivite. Apenas no período entre meados de maio e as primeiras duas semanas de julho, foram feitos cerca de 1.100 atendimentos a mais de pacientes com a condição do que havia sido registrado no mesmo período de 2016, representando um aumento de quase 10%.

Segundo Antonio Nogueira Filho, oftalmologista chefe do pronto-socorro do Hospital dos Olhos, a razão do surto está no fato de que, em 2017, ocorreram mais dias seguidos de frio e baixa umidade, o que aumenta a concentração dos micro-organismos no ar. Além disso, esse aumento dos casos também é esperado durante os meses de outono e inverno devido a tendência das pessoas permanecerem mais tempo em espaços fechados durante essa época do ano, o que potencializa as reações alérgicas.

Entre os sintomas mais comuns da conjuntivite, estão a coceira nos olhos, vermelhidão, inchaço das pálpebras, olhos lacrimejando e maior sensibilidade à luz. Tudo isso é causado por uma inflamação que ocorre na membrana responsável por revestir a região externa do globo ocular

Qualquer confirmação sobre um possível diagnóstico de conjuntivite deve ser feita por um oftalmologista. Após a confirmação, o médico irá indicar a melhor forma de tratamento, o qual geralmente consiste no uso de colírios para os olhos e remédios anti-inflamatórios.

É importante destacar que os pacientes diagnosticados com conjuntivite devem evitar a luz do sol, evitar passar as mãos aos olhos, e ainda lavar o rosto com sabonete neutro pelo menos quatro vezes ao dia, além de colocar compressas de algodão ou gaze com água filtrada sobre os olhos.

Após o diagnóstico, o paciente deve ser afastado de suas atividades diárias como trabalho e escola, pelo período em que o vírus que causa a conjuntivite tem chances de infectar outras pessoas, o que de acordo com os médicos, persiste por até quatorze dias.

 

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