Mais um crime que chocou o Brasil: Atleta de hockey é assassinado por PM ciumento

O Jogador de hockey, Mateus Garcia Vasconcelos Alves, 24 anos de idade, foi assassinado pelo soldado da Polícia Militar Jarbas Conferai Neto, de 23 anos.

Segundo a Polícia Militar, o autor do homicídio cometeu o crime por motivo passional. As investigações apontam, que o atleta foi atraído, durante seis meses, para que pudesse se encontrar com o policial. O autor do crime conseguiu atrair a vítima através de um perfil falso.

O jovem atleta foi assassinado na segunda-feira, dia 18 de setembro. Mas mesmo baleado na nuca, o rapaz ainda se deslocou pela rua Nicolau Guirão Perez, centro, e foi socorrido e levado para o hospital municipal de são Vicente, em São Paulo. Porém o atleta não resistiu ao ferimento e faleceu no hospital.

A polícia só conseguiu chegar ao autor do crime, depois de 12 horas de apurações e investigações. O crime foi esclarecido através de gravações de câmeras de monitoramento de imóveis próximos ao local do crime. As imagens mostraram que o atleta chegou ao local em um táxi e após a sar do veículo o PM abordou a vítima, o fazendo virar de costas, ajoelhar, colocar as mãos sobre a cabeça e entregar o celular. Logo depois, o PM disparou um único tiro que atingiu a nuca de Mateus, ocasionando sua morte. Ao prestar depoimento, o Policial confessou que matou o jovem porque que a vítima perseguia sua esposa.

Segundo o delegado de Polícia, o crime foi motivado porque a companheira do PM e Mateus estudaram juntos há dez anos atrás e tinham uma amizade. A companheira do Policial, ao prestar depoimento, disse que há um ano atrás Mateus ainda insistiu em ter um contato com ela, mas que depois de um tempo, eles não mantiveram mais contato.

O delegado apurou que o PM, acreditando que estava sendo enganado pela namorada, criou um perfil falso de sua esposa para atrair a vítima, e que as conversas ocorreram durante um período de seis meses até o encontro que ocasionou a morte da vítima.

Após a confissão, o PM está preso temporariamente, no presidio militar Romão Gomes, esperando o julgamento pelo assassinato do atleta.

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