Usinas termelétricas voltarão a operar com o pedido de combustível à Petrobras

Após garantir o fornecimento de energia elétrica para todo o Brasil neste ano, o CMSE – Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, anunciou no dia 4 de outubro que pedirá uma viabilização do fornecimento de combustível fóssil para a Petrobras, com o objetivo de garantir o funcionamento das usinas termelétricas. Atualmente, o país não conta com o fornecimento de energia das usinas termelétricas, pois a falta de combustível fez com que elas ficassem paradas.

O comitê decidiu fazer o pedido para a Petrobras após constatar que as previsões de chuvas para este ano não serão o suficiente para manter os reservatórios das usinas hidrelétricas a todo o vapor. Com a escassez de chuva nas regiões das hidrelétricas, o governo procura alternativas de energia para abastecer o sistema elétrico do país.

Sendo assim, o comitê anunciou em nota que “reiterou a importância de viabilização de recursos adicionais de usinas termelétricas que se encontram no momento operacionalmente disponíveis, porém sem combustível”.

Dentre as usinas termelétricas do país que estão atualmente paradas estão as usinas da Copal, Araucária, Âmbar Energia, Cuiabá e Termonorte II. Todas elas não estão funcionando por causa da falta de combustível. Entre essas termelétricas, a Araucária e a Cuiabá só operam através de gás natural. Já a Termonorte funciona apenas com o óleo combustível.

O problema do clima seco e da falta de chuva trouxe novamente aquele medo vivido em 2014 do país ficar sem o abastecimento de energia elétrica. Como medida de prevenção, o governo acionou a bandeira vermelha para que o consumo de energia elétrica por parte da população tenha uma diminuição.

Os reservatórios de água das usinas hidrelétricas do país estão em níveis críticos, onde a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, viu a necessidade de tornar a bandeira vermelha a um nível tarifário ainda maior, o chamado patamar II. Sendo assim, a conta de luz que já estava cara por causa da bandeira vermelha agora ficará ainda mais cara para o consumidor que não economizar. O patamar II na bandeira vermelha significa um aumento de R$ 3,40 para cada 100 kWh consumidos pelos brasileiros.

 

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