Victor Moses anunciou sua aposentadoria da seleção nigeriana

Na última quarta-feira (15), o meio-campista nigeriano Victor Moses deu as notícias de sua precoce aposentadoria da seleção. O anuncio foi feito por meio de seu Twitter, onde o jogador, que atualmente joga no Chelsea, da Inglaterra, disse que pensou muito antes de chegar a essa decisão final, mas que o peso familiar e o seu foco no campeonato de clubes foram fatores importantes para tal decisão.

Em seu anúncio, o jogador disse que depois de pensar muito, tomou a decisão de se aposentar da seleção. Ele disse ter passado por alguns dos melhores momentos de sua vida vestindo a camisa da ‘Super Águias” e que tem lembranças que guardará para sempre. E que nada em sua vida poderá comepetir com o que ele sentia ao representar a Nigéria em campo, pois essa é uma sensação única.

Porém, ele via que esse era o melhor momento para se afastar e focar unicamente no seu clube atual e em sua família, pois assim poderia dar lugar às futuras gerações de estrelas da seleção nigeriana. Isso porque, de acordo com suas palavras, a Nigéria é um país abençoado com muitos jovens talentosos e que essa é a vez deles.

Moses também revelou os momentos mais marcantes de sua carreira na seleção nigeriana e até relatou uma conversa que teve com o alemão Gernot Rohr, o atual treinador da Nigéria. Momentos tais como o dia em que ele estreou pela sua seleção e também o fato de ter jogado duas Copas do Mundo, além de ter sido campeão da competição africana com sua seleção em 2013.

Ele revelou já ter falado com o treinador por telefone, e que também gostaria de agradecer a toda a comissão técnica nigeriana e a todos os companheiros de time por todo o apoio dado ao longo desses anos. E, acima de tudo, Moses agradeceu ao povo nigeriano por acreditar nele e por apoiá-lo durante todo esse tempo. “Serei sempre um nigeriano orgulhoso”, e assim Victor Moses finalizou seu anúncio de aposentadoria.

Balança comercial brasileira termina julho com superávit de US$ 4,227 bilhões

Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio e Exterior e Serviços, o MDIC, o Brasil fechou o mês de julho com a balança comercial em superávit, totalizando US$ 4,227 bilhões no período. O aumento no índice de importações foi um dos grandes responsáveis pelo balanço positivo do mês, cujo montante é o terceiro melhor já registrado, ficando atrás apenas do mês de julho de 2017, que somou US$ 6,285 bilhões, e do mesmo período de 2016, quando o saldo positivo foi de US$ 4,575 bilhões.

Tais notícias positivas para as exportações brasileiras seguem a tendência de recuperação econômica nacional, ainda lenta e gradativa. O montante apurado no valor das exportações em julho foi de US$ 22,870 bilhões, com alta de 16,4 % em comparação com o mesmo mês de 2017. Em termos de importações, o valor calculado foi de US$ 18,643 bilhões no período, com uma taxa de crescimento de 42,7% em comparação com julho de 2017.

Estendendo a análise para um período maior, de janeiro a julho de 2018, o superávit acumulado pela balança brasileira é de US$ 34, 160 bilhões. O montante representa uma queda significativa de 19, 6% se comparado ao resultado obtido no mesmo período do ano passado. Mesmo com o saldo negativo registrado, o valor é o segundo maior já registrado na história econômica nacional, ficando atrás somente do resultado obtido nos sete primeiros meses de 2017.

A venda de produtos básicos foi a que mais cresceu segundo as pesquisas, com 48,3 % de aumento no período. Os produtos manufaturados e semimanufaturados apresentaram uma queda significativa, com -6,2% e -11,8%, respectivamente. Na área das importações, os ramos que mostraram crescimento foram os de bens de consumo, que registraram 20,1% de alta, bens intermediários, com 22,3% e, por fim, o setor de combustíveis e lubrificantes, com taxa de 0,5% de aumento no mês.

No acumulado de 2018, a venda de produtos básicos e manufaturados mostraram um crescimento de 10,6% e 6,6%. O ramo de semimanufaturados registrou uma leve queda de 1,4%. Aumentaram também as importações de bens de capital, com 83,7% de alta, bens de consumo, 16,9 %, e dos bens intermediários, que registraram alta de 12,2%.

Vida marinha está ameaçada em praticamente todos os oceanos do planeta

A vida nos mares está ameaçada. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, que buscou mapear todo o lixo e a poluição do ser humano que acabou indo parar no oceano e identificar o seu impacto nos ecossistemas.

Tudo leva a crer que, vagarosamente, a vida marinha está sendo extinta. E a causa não é somente os resíduos de plástico, que estão ganhando os mares de todo o mundo. O uso excessivo de fertilizantes, o transporte aquático sem planejamento, a pesca e mais de dez outros problemas, todos causados pelo homem, estão auxiliando nesse processo. A polêmica mudança climática também está incluída.

Segundo o autor do estudo, Kendall Jones, mais de cinco trilhões de objetos, que devem pesar 250 mil toneladas, estão espalhados pelo oceano. E as notícias ficam ainda piores: os únicos lugares que permanecem intactos e protegidos da devastação são o Ártico, a Antártida e as regiões próximas a ilhas.

São números que impressionam, pois mais de 70% do nosso planeta está submerso. Mesmo assim, o homem conseguiu contaminar as águas, tanto que é difícil dar um mergulho em alguma praia e não ver nenhuma garrafa ou pote flutuando.

Hoje, a vida tem condições de seguir existindo normalmente em apenas 13% dos mares. No Hemisfério Norte, florestas marinhas inteiras desapareceram por causa da poluição. E por causa das correntes, o mesmo já está se repetindo nos oceanos localizados ao sul do planeta.

Os materiais plásticos são perigosos pois ajudam na transmissão de doenças, podem se prender aos animais de alguma forma e machucá-los ou até mesmo tem modificado a forma como a vida selvagem interage com a natureza. Um exemplo são as larváceas gigantes, que “filtram” dejetos contidos na água e tem sido afetadas por micro pedaços de plásticos que são invisíveis para nós, a olho nu.

Água líquida em marte! Passo importante para a descoberta de vida no planeta vermelho.

Água líquida foi encontrada em marte. Pela primeira vez cientistas identificaram o que poderia ser um lago localizado a 1,6 quilômetros abaixo da superfície. Usando dados de radar coletados pelo satélite Mars Express, que está na órbita do planeta, foi detectado uma extensão de 20 quilômetros do que poderia ser água na sua forma líquida relatam as notícias.

Perfis de radar coletados entre maio de 2012 e dezembro de 2015 contém evidências de água presa abaixo do gelo das calotas do polo sul. O líquido foi identificado após ondas de radar do satélite passar pelo gelo do polo sul de Marte e refletiu a substância abaixo.

Água líquida abaixo dos polos de Marte já foi predito há 30 anos, mas o artigo publicado na revista “Science” marca um importante ponto para os cientistas. É a primeira medida direta do que poderia ser água líquida.

Apesar da descoberta, há ainda muitas perguntas sem resposta sobre a água. A equipe por trás do trabalho não foi capaz de medir quão profundo esse lago é. Eles dizem que há pelo menos um metro da substância abaixo da superfície, mas é incerto se vai mais longe. Como resultado, é impossível saber se forma um lago ou um aquífero onde a água acumulou.

O que se compreende é que a água em marte está sujeita a condições extremas. A temperatura um quilômetro e meio abaixo do polo sul de Marte está em torno de -68ºC, muito além da temperatura de congelamento dá água. Porém, altas pressões e altos níveis de salinidade significam que a substância é capaz de se manter na forma líquida. Mesmo nessa profundidade, para estar na forma líquida teria que ser bastante salino, o que poderia ser tóxico para vida ou seja, as notícias podem não serem boas.

A esperança é que dentro do lago, cientistas irão eventualmente encontrar as primeiras formas de vida extraterrestre. Os altos níveis de radiação na superfície do planeta mostra que só é provável a existência de vida em Marte no subterrâneo. Condições de alta salinidade são boas para manter a água em estado líquido, mas é um desafio para vida. É possível que vida se adapte a condições extremas, mas se algo realmente existe será extremamente primitivo.