Ararinha-azul, que brilhou nas telas dos cinemas, foi considerada extinta!

A espécie que ficou mundialmente conhecida com a animação Rio foi oficialmente considerada extinta do planeta! Da espécie Cyanopsitta spixii, a Ararinha-azul se encontra em uma lista com mais sete animais que entraram em possível extinção este ano.

Das sete espécies, quatro eram brasileiras, um número preocupante. Para considerar um animal extinto, são considerados os seguintes fatores: intensidade das ameaças, tempo e a confiabilidade dos seus registros, além do tempo e da confiabilidade dos esforços de buscas.A nova avaliação levou cerca de oito anos para ser concluída, e foi realizada por pesquisadores da BirdLife International.As extinções ou possíveis extinções, somente de pássaros, neste século foi elevada para 187.

Mas o que aconteceu para que tantas espécies estejam deixando de habitar nosso planeta?

A resposta pode estar nos altíssimos níveis de desmatamento da América Latina. O desmatamento acaba com o habitat natural desses animais, já que muitas vezes é causado pelo aumento da população no local, ou, ainda pior, pela agricultura do local, que costuma poluir rios e lagoas, além de acabar com a comida da qual os animais se alimentam.

Ainda, nas épocas de grande seca no país, os lugares próximos às áreas urbanas sofrem grandes queimadas, possivelmente responsáveis também.

Porém, talvez a ararinha-azul ainda tenha esperanças!

Existem mais ou menos 170 indivíduos da espécie em alguns criadouros espalhados pelo mundo. Em junho de 2018 o governo federal anunciou a criação da Área de Proteção Ambiental da Ararinha Azul e o Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha Azul, ambos situados na Bahia, para um projeto de reintrodução da espécie. Quanto às outras espécies, nenhuma possui chance aparente, infelizmente.

O importante é se conscientizar quanto aos cuidados com o meio ambiente, para que coisas assim não aconteçam mais. Ainda existem 1.919 espécies que se tem notícias no país, e com tempo, vontade e conhecimento para a conservação, podemos preservá-las. O site O Globo trás mais informações sobre as aves extintas.

 

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