Ministério da Saúde aprova o uso da eletroconvulsoterapia por meio do SUS

De acordo com uma assinatura feita pelo Ministério da Saúde, está autorizado no Brasil o uso de eletrochoque na rede pública de saúde. O ministério autorizou a compra de aparelhos utilizados na eletrocunvulsoterapia para o SUS (Sistema Único de Saúde). As notícias sobre esta decisão de grande impacto foram divulgadas após um consenso da “Política Nacional de Saúde” junto as “Diretrizes da Política Nacional sobre Drogas”.

A eletroconvulsoterapia é uma técnica que causa muita controvérsia entre os psiquiatras em todo o mundo, porém, é permitida em diversos países como Estados Unidos, China e no Reino Unido. O Brasil também permite essa prática de terapia, mas ao longo de muitos anos essa técnica de tratamento não era utilizada na rede pública.

“Ao falarmos de oferta de tratamento que seja realmente efetiva aos pacientes que sofrem de algum transtorno mental, devemos primeiramente buscar oferecer o que há de melhor para os pacientes da rede pública. Em vista disso, existe o ECT (Eletroconvulsoterapia), cujo o equipamento para esse tratamento agora faz parte da lista do SIGEM (Sistema de Informação e Gerenciamento de Equipamentos e Materiais). Essa lista pertence ao Fundo Nacional de Saúde, onde o item 11711 que representa o equipamento já aparece na lista. O Ministério da Saúde fará o financiamento da compra dos equipamentos que serão destinados ao tratamento de pacientes do SUS com transtorno mental grave”, aponta um trecho da resolução assinada pelo Ministério da Saúde.

O responsável pela decisão, o atual ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deixou claro que desconhece o documento, mas concordou com a compra dos equipamentos para serem utilizados pelo SUS. O responsável pela assinatura da nota, Quirino Cordeiro,se posicionou totalmente a favor deste tipo de tratamento. O coordenador também enfatizou que não haverá abusos na realização do tratamento mediante a fiscalização da prática.

Além da compra dos equipamentos voltados para este tipo de tratamento, a resolução assinada pelo Ministério da Saúde também aprovou outras medidas consideradas radicais. Duas dessas medidas é a internação de crianças nos hospitais psiquiátricos e a abstinência total aos pacientes dependentes químicos.

Conheça Donata Meirelles, a diretora de estilo da Revista Vogue Brasil

Donata Meirelles é um dos nome forte da moda e estilo no país. Atualmente atua na Vogue como diretora de estilo, mas ficou mundialmente conhecida pelo seu trabalho na Daslu, uma das mais famosas lojas de roupas e acessórios do país.

Passou 23 anos na boutique, quando iniciou as atividades quando ainda era estudantes de economia. Ela costuma dizer que começou como cliente, passou a ser vendedora e depois já era responsável por trazer as marcas internacionais para o Brasil, quando o governo Collor permitiu as importações.

Donata afirma que nunca foi sócia da Daslu, embora fosse responsável por coordenar mais de 400 funcionários. Também chegou a viajar mais de 8 vezes por ano para frequentar os principais desfiles de moda do mundo.

Trabalho na Vogue

Assim que saiu da Daslu, Donata foi convidada para trabalhar na revista Vogue. A função ainda não existia no país e o fato dela não ter formação em jornalismo foi um desafio.“Minha missão era trazer o olhar da leitora para a revista”, disse. Apesar desses pequenos entraves, a nova diretora acredita ter se saído bem.

Já são mais de seis anos dedicados a Vogue. Nos últimos meses, entrou no mundo de eventos da revista. O intuito era gerar receita a partir da força da marca. Para isso participou ativamente da plataforma de eventos da revista, que viaja todo o Brasil realizando palestras e ações promocionais. Em uma delas, realizada em Goiânia, mais de 70 mil pessoas compareceram. Os lojistas que participaram ou realizaram ações em paralelo, apresentaram um faturamento que só perdeu para o Natal.

Além da direção de estilo, Donata Meirelles também apresenta o programa da TV Vogue “Quero Já”. Por conta da atuação no campo da moda, a Revista Forbes a incluiu na lista das 40 brasileiras mais poderosas. A publicação leva em conta a participação das brasileiras no cenário econômico, suas atitudes e a importância no segmento em que atuam.

Atualmente, Donata tem mais de 30 anos de experiência com o mercado da moda. Em entrevista com blogueiras no no QG F*Hits, Donata afirmou que a mistura é a cara da mulher brasileira. Para ela, um bom look é feito quando se sabe dosar as tendências e misturar com seu estilo próprio.

Com a filha, Heleninha Bourdon, com quem tem uma relação toda especial, Donata desenvolveu sua própria marca de roupas e acessória, a 284. É fruto do trabalho entre ela e a filha, que afirma ter sido influenciada pela mãe para seguir na mesma área. As duas são muito parecidas, principalmente nos gostos, objetivos, forma como se vestem, se cuidam e se maquiam e etc.

Donata é casada com Nizan Guanaes, fundador do Grupo ABC. Os dois se casaram em 2002 em uma cerimônia que contou com a presença de convidados famosos. Os dois chegaram a se separar em 2009, mas reataram o relacionamento.

As redes sociais de Donata meirelles são bem acessadas. Todos querem saber principalmente o que ela veste e por isso mantém um Instagram sempre atualizado, com seus looks, cotidiano, fotos dos eventos que participa e etc. No Facebook, o conteúdo compartilhado é mais informativo.

Um guia para levar sua empresa global

Chega um momento em que é hora de se internacionalizar e alavancar sua economia. Sua ideia é ótima e vai ser um sucesso global. As receitas aumentarão e suas milhas aéreas se equilibrarão. Tudo soando bem até agora?

Vamos enfrentá-lo, não demora muito para as startups se tornarem globais, qualquer coisa relacionada ao e-commerce tem um mercado global assim que as páginas são carregadas no servidor para hospedar o site, certo? Sim, teoricamente, mas este artigo é para aqueles de uma persuasão B2B, e se você acha que apenas ter um site irá resultar em enormes vendas globais, por favor, continue a ler.

Cresça com as pessoas certas – Não vou começar com os desastres de marketing internacional de marcas, como a Nova que não vende na Espanha devido à má tradução de seu slogan de branding ; Nós já ouvimos todos eles antes, rimos e juramos nunca cometer os mesmos erros. Em vez disso, estamos olhando para construir um negócio a partir do zero e precisamos de algumas dicas práticas. Aqui está um – pegue as pessoas certas e você está classificado.

Há alguns anos, conheci uma delegação comercial de uma incubadora da Estônia; Se você tiver uma chance de ir em um desses, esta é uma maneira infalível para reduzir drasticamente os riscos associados a uma expansão internacional. Havia cerca de 10 empresas e o líder da incubadora e eles se encontraram com vários centros de tecnologia locais e outras pessoas úteis (inclusive eu) para que os empreendedores pudessem avaliar se o Reino Unido era um bom lugar para fazer negócios e, mais importante, se havia pessoas em quem podiam confiar para fazer negócios.

Pesquise seus mercados potenciais – O problema de expandir em mais de um país é o custo. Assim que você se instala em algum lugar, você incorrerá em custos antes de gerar receita – um escritório, uma linha telefônica, um novo conjunto de páginas da Web, um vendedor etc. Embora você possa gostar da ideia de expansão global, se não tiver um controle firme sobre os custos, isso pode matar sua empresa.

Você pode obter estatísticas para mostrar o quão grande é um novo mercado e quanta receita ele irá gerar para o seu negócio, mas isso ainda é apenas teoria. A realidade é que você precisa de pessoas no terreno que saibam como fazer as coisas.

Pesquisa científica comprova que vacinas não são responsáveis por provocar autismo

Mesmo sem qualquer embasamento científico, rumores de que algumas vacinas podem ocasionar autismo são frequentes em diversos países. Isso, segundo autoridades no assunto, faz com que alguns pais ou responsáveis por crianças deixem de imuniza-las, gerando o reaparecimento de moléstias até então extintas ou sob controle.

Uma pesquisa promete derrubar o mito de que a imunização seria responsável pelo desenvolvimento de autismo em crianças. A vacina estudada, conforme matéria publicada pelo Portal de Notícias Terra, é a responsável por combater o sarampo, a caxumba e a rubéola, chamada de tríplice viral. Aplicada em bebês de 1 ano, é também indicada como reforço após 15 meses de vida.

O estudo consistiu na observação de mais de 600 mil crianças, cujo período de nascimento ocorreu entre os anos de 1999 e 2010. A vida desses indivíduos foi monitorada até o ano de 2013. Vale ressaltar que alguns pontos foram levados em conta, como por exemplo, fatores que pudessem implicar no surgimento de algum transtorno que se encaixasse no espectro autista.

A principal conclusão obtida em razão do estudo ocorreu após os pesquisadores confrontarem índices de autismo em crianças que haviam tomado a tríplice viral em detrimento das que não haviam recebido nenhuma dose. Após esta análise, comprovou-se que não nenhum tipo de ligação entre esse tipo de imunização e o autismo. Outros fatores, entretanto, seriam responsáveis pelo surgimento da síndrome, mas estes não estariam relacionados com a vacina em questão.

Três instituições foram envolvidas a fim de que a pesquisa pudesse ser realizada: a Universidade de Stanford, a Universidade de Copenhagen e o Instituto Statens Serum. Com a reunião de esforços entre pesquisadores desses locais uma outra tese pôde ser reforçada: a de que a vacina também não ocasiona o autismo em crianças com grande propensão a desenvolve-lo.

Segundo relatado na matéria, o autismo é mais frequentemente observado antes que a criança complete dois anos de idade. Tal observação é possível através da análise de um profissional especializado no assunto, que verifica o desenvolvimento do paciente e observa se há alguns traços peculiares, relacionados ao comportamento apresentado rotineiramente.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/minha-vida/nao-ha-ligacao-entre-autismo-e-vacina-reforca-estudo,9f4dd805e20ecf05718f114197b08513cu1kalpg.html

Guilherme Paulus – Um empreendedor que não é limitado por um conceito ou plano

Guilherme Paulus nasceu em São Paulo em 1949. Ele foi para a universidade para estudar Administração de Empresas, onde depois de se formar, conseguiu estagiar na IBM. Ao Sr. Guilherme Paulus, acreditava que era para atingir seus objetivos, deixando claro que o céu é o limite para ele. Em 2009, Paulus teve a idéia de transformar sua empresa em uma empresa pública e, assim, teve que vender cerca de 63% do capital da CVC para financiar sua indústria turística. Em 2013, sua indústria de turismo cresceu e se tornou a maior empresa de turismo na América Latina e no Brasil, em geral, fazendo grandes vendas anualmente, o que foi considerado um grande avanço no turismo brasileiro.

Em 2005, Guilherme Paulus investiu seus milhões de capital da CVC que ele usou para iniciar um Hotel e Resort no Brasil. Seu hotel e restaurante levou ao emprego de muitas pessoas que serviram em seu hotel para oferecer serviços para o crescente número de turistas e jogadores de golfe. Guilherme Paulus aproveitou uma oportunidade em 2006 para comprar a Webjet. A Webjet havia aumentado um avião charter antes da compra e Paulus teve que preparar fundos mais rapidamente para garantir a oportunidade que o ajudaria a transportar turistas por todo o Brasil. Em 2011, o Sr. Paulus vendeu a empresa para o Intelligent of South Africa da Linhas Area. Até então, a Webjet Aeroplane Company tinha crescido para a terceira maior companhia aérea do Brasil e estava operando em 20 cidades em todo o país.

Guilherme Paulus pagou dividendos sendo um Conselho Nacional de Turismo por cerca de 15 anos e interagiu muito com capitalistas e agências governamentais e também com outros turistas. Quando a França e o Brasil abriram o novo programa VISA para o turista francês, o Sr. Paulus foi um dos primeiros a promover o programa “turistas brasileiros para a França” e o programa de promoção lhe rendeu um prêmio do governo francês. Em 2017, o Sr. Paulus Golf foi premiado como o melhor resort do Brasil. No mesmo ano, Guilherme foi anunciado o Empreendedor do ano. Ele também foi premiado pelo Executivo do Valor como a melhor personalidade do ano.

Com cargas de trabalho tão ocupadas, o especialista em negócios gosta de começar seu dia pensando e planejando. Toda manhã ele cria um cronograma semanal para manter as prioridades e a produtividade. Além disso, ele viaja com freqüência para visitar seus hotéis e aprender mais sobre as cidades em que operam. Manter-se informado sobre os eventos do dia-a-dia em um hotel possibilita reagir ao mercado com mais eficiência. Embora um CEO possa não estar na linha de frente interagindo com os clientes diariamente, é importante manter esse tipo de conhecimento para promover mudanças e reagir às flutuações do mercado.

E o mercado está mudando constantemente. Tal como acontece com muitos outros setores, as mudanças na tecnologia têm um grande impacto no turismo. CVC decidiu cedo para utilizar o google e até mesmo tinha terminais especializados google. Como a velocidade costuma ser um fator determinante para o sucesso, a internet e o google são ferramentas importantes que permitem reações rápidas às necessidades dos clientes.

A diversidade também desempenha um papel fundamental. Como tal, Paulus faz questão de se concentrar nos viajantes domésticos e internacionais, já que ambos os mercados são uma área de crescimento

O que são anjos de negócios?

Business Angels são pessoas físicas que investem em start-ups e empresas em estágio inicial com boas perspectivas de crescimento em troca de uma parcela do patrimônio da empresa.

Como funciona? Os Business Angels usam seu próprio dinheiro para investir em empresas de que gostam, diretamente ou através de uma rede de notícias business angels. Eles costumam administrar empresas bem-sucedidas e podem se especializar em empreendimentos em setores industriais específicos ou áreas locais. Muitos assumem um papel ativo nos negócios em que investem, aconselhando e orientando a administração.

Para quem é, e quanto investem? Start-ups e empresas em estágio inicial com alto potencial de crescimento que precisam financiar atividades como desenvolvimento de produtos ou expansão de mercado e que se beneficiariam dos conselhos e contatos que um Business Angel pode oferecer, bem como de seu investimento financeiro.

Vantagens. Não há necessidade de oferecer segurança na forma de ativos pessoais para garantir o investimento. Um acordo bem-sucedido com um Business Angel pode ajudar sua empresa a crescer a um ritmo muito mais rápido do que teria sido possível sem ela. Além do financiamento, o Business Angels pode trazer habilidades e conhecimentos valiosos para o seu negócio e fornecer contatos comerciais úteis. Embora o acordo financeiro seja semelhante ao de uma empresa de capital de risco, geralmente há um ambiente menos pressionado com um Business Angel, que pode ser mais flexível do que um VC quanto à necessidade de sair do negócio dentro de um prazo rígido.

Desvantagens. A Business Angels não está sob nenhuma pressão particular para encontrar investimentos, o que significa que pode levar vários meses para encontrar alguém interessado em investir no seu negócio. Como os Business Angels geralmente operam sozinhos, eles geralmente vêm com menos suporte estrutural do que uma empresa de capital de risco forneceria.

Coisas a considerar. Como os Business Angels são indivíduos, o relacionamento entre um investidor Business Angel e o empreendimento em que eles estão investindo é muito próximo e pessoal. Por isso, é vital assegurar que os dois lados se dêem bem, possam trabalhar bem juntos e ter os mesmos objetivos e abordagens para tirar o máximo proveito do relacionamento. Como os Business Angels são indivíduos, o relacionamento entre um investidor Business Angel e o empreendimento em que eles estão investindo é muito próximo e pessoal. Por isso, é vital assegurar que os dois lados se dêem bem, possam trabalhar bem juntos e ter os mesmos objetivos e abordagens para tirar o máximo proveito do relacionamento.