Em nova etapa, sonda que viaja há 41 anos já passou da heliopausa

Apesar do homem já ter chegado à Lua, há várias décadas atrás, novidades envolvendo o espaço sideral, podemos concordar, volta e meia surgem novamente entre as notícias. E um dos casos mais recentes se trata da mais nova etapa de uma viagem que já dura, ao todo, 41 anos. Trata-se da sonda Voyager 2, que segue, ininterruptamente, viajando pelo sistema solar.

Depois te todo esse tempo citado, eis que essa sonda finalmente chegou a uma zona do espaço, a 18 bilhões de quilômetros do nosso planeta, que possui uma certa peculiaridade: nela, o vento solar já não sopra. E isso quem afirma não somos nós, mas a própria Nasa, segundo o comunicado emitido por eles, no dia 11 de dezembro de 2018.

Todavia, se a conquista demonstra, por um lado, uma grande superação das nossas tecnologias, já por um outro lado, tem-se uma espera de mais de 16 horas para que cada mensagem da Voyager 2 chegue ao Planeta Terra. Não que estejamos desfazendo deles, é claro, pois a distância é mesmo incrível, mas se compararmos com a velocidade da luz, por exemplo, teríamos uma comunicação com Marte que dependeria de somente oito minutos de espera.

Aprofundemos mais o assunto, com maior riqueza de detalhes sobre a nova etapa da Voyager 2. Essa confirmação, em miúdos, significa que essa sonda saiu da heliosfera e já atravessou a heliopausa. Dito isso, como o leitor, muito provavelmente, não conhece as definições de ambos os termos, vamos a elas: O primeiro designa uma bolha que existe, aparentemente, tanto para proteger das partículas quanto dos campos magnéticos que o sol criou; o segundo termo, por sua vez, designa o referido limite que, quando ultrapassado, já não se tem mais o vento solar.

Não obstante, ainda que já por fora da heliopausa, a ciência nos faz ver que a sonda permanece no sistema solar, visto que seria necessário, antes de podermos considerá-la “fora”, que se atravessasse a fronteira situada nos confins da nuvem de Oort, essa que fica bem depois de Plutão, para se ter uma ideia. A comparação da Nasa, a respeito dessa, foi feita, inclusive, como se fosse mesmo uma enorme bolha que fica em volta do nosso sistema solar.

Veja os detalhes da parceria entre a Chery e CAOA, empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade

A CAOA, grupo empresarial do setor automotivo que atua na representação de marcas e fabricação de veículos, firmou recentemente parceria com a montadora chinesa Chery. A empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade tem grandes planos que você fica sabendo neste post. Acompanhe!

A CAOA é conhecida por contratos para importação e produção de veículos de diferentes montadoras. Com a Chery, a empresa será responsável por conduzir a operação brasileira desde a fabricação, venda e pós-venda. Iniciada em 2017, a parceria inclui a produção de veículos na unidade industrial de Jacareí (SP).

A Chery chegou ao país em 2009 como parte do planejamento para internacionalizar a marca. Em 2014 a companhia inaugurou a fábrica própria em Jacareí, no Vale do Paraíba (SP). Na época os investimentos chegaram aos US$ 40 milhões. Na unidade são produzidos os modelos QQ, Celer e o recente Tiggo 2x, um dos mais vendidos da marca na Ásia.

Além deles, a produção será expandida com outros modelos que serão lançados no mercado nacional a partir de 2019. O primeiro deles é o Tiggo 5x, um SUV com motor 1.5 turbo lançamento, mesma motorização estará presente no sedã Arrizo 5. Ambos os veículos demonstram a inovação da montadora em quesitos como estilo e mecânica.

Também devem desembarcar por aqui o Tiggo 7, modelo SUV muito sofisticado e o Tiggo 8, o primeiro SUV de oito lugares da marca a chegar ao país. Essa estratégia agressiva de lançamentos e aumento da rede revelam a ousadia da parceria entre a chinesa e a empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade.

Quem é o dr. CAOA

Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o dr. CAOA para os mais próximos é fundador da empresa que leva as iniciais do seu nome. O ex-médico cirurgião iniciou as atividades no setor automotivo por acaso, quando adquiriu um Ford Landau, em 1979, que não foi entregue por conta da falência da concessionária.

Andrade viu ali uma ótima oportunidade de negócio, comprou a empresa falida e passou a vender carros. Apesar da falta de experiência inicial, em pouco tempo ele mostrou vocação para o segmento e em menos de seis anos já era o principal revendedor da Ford no Brasil.

Sempre a frente do seu tempo, Carlos Alberto de Oliveira Andrade firmou parcerias com outras montadoras como a Renault e Hyundai para a importação, revenda e representação. Em 2007 veio a aposta mais ousada do empresário. Com recursos próprios construiu uma fábrica própria em Anápolis (GO).

Na unidade industrial são produzidos os veículos da coreana Hyundai para o mercado latino. Devido ao bom desempenho, os esforços de Andrade foram reconhecidos e em 2012 recebeu a premiação de Distribuidor do Ano. O título foi disputado com outros 179 distribuidores da Hyundai em todo o mundo.

Apesar de não estar na presidência da direção da CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade permanece como presidente do conselho administrativo da companhia. Dessa forma acompanha as principais decisões e projetos do grupo de perto, a exemplo da parceria com a Chery.

Carreiras em Empreendedorismo e Empreendimento Social

O mundo enfrenta alguns problemas assustadores e as abordagens convencionais simplesmente não são suficientes. Precisamos de novas soluções que combinem o melhor dos setores sem fins lucrativos, com fins lucrativos e do governo para fazer mudanças duradouras e em larga escala. Os empreendedores sociais – e as organizações que eles lançam – aplicam abordagens inovadoras, muitas vezes de risco, para criar soluções escalonáveis.

Mas você não precisa lançar um novo empreendimento para construir negócios e uma carreira em empreendedorismo social. Você pode se juntar a uma empresa social existente alinhada com seus interesses e paixões ou trabalhar em uma organização dedicada ao avanço do campo como um todo. Essa é uma das grandes coisas sobre esse campo: pode ser impulsionada por inovações e novas idéias, mas há inúmeras maneiras de abordá-lo e uma grande variedade de questões que vale a pena abordar.

Assumir riscos: Ser qualquer tipo de empreendedor é inerentemente arriscado, mas os empreendedores sociais, muitas vezes, vão ainda mais longe, lidando com problemas intratáveis ​​de maneiras nunca antes tentadas. Você deve estar confortável em falhar rapidamente e com frequência (e retroceder), ter recursos e ter uma carreira imprevisível. Se você é alguém que gosta de rotina, estrutura e segurança, você pode querer procurar em outro lugar.

1% de inspiração e 99% de transpiração: Construir qualquer coisa a partir do zero é um trabalho árduo, então esteja preparado para canalizar seu interior Thomas Edison. Os verdadeiros inovadores devem ser flexíveis e ter a mente aberta. Mas, mais importante, você precisará de acompanhamento para ter sucesso e estar pronto para arregaçar as mangas para enfrentar as longas listas de tarefas que transformam a centelha de inspiração em um empreendimento viável.

Campeões necessários: Os empreendedores sociais são motivados pelas questões que procuram resolver. Como tal, eles são representantes constantes das causas pelas quais estão lutando. Você terá que defender sua organização incansavelmente em seus esforços para influenciar os céticos e atrair parceiros-chave. Para os empreendedores sociais que trabalham com uma questão que realmente os move – com uma idéia na qual eles realmente acreditam – é isso que os faz sair da cama. Se não, pode ser um trabalho desafiador e ingrato.

Como ser um empreendedor social

Se você está pronto para lançar um negócio, mas também quer causar um impacto social real, o modelo de empreendedorismo social pode ser o certo para você. Veja como começar.

Uma empresa social é uma organização que serve a um propósito social ou ambiental, gera renda a partir de atividades empresariais e reinventa seus lucros de volta à condução de sua missão.

Exemplos e notícias incluem Escolas Africanas de Excelência (fornecer escolas de classe mundial para comunidades pobres a baixo custo); Mãos de Honra (upcycles desperdiça e fornece emprego para ex-viciados em drogas e ex-condenados); e meu próprio empreendimento social, Nkazimulo Applied Sciences (ajuda os jovens a se tornarem cientistas, independentemente de sua formação). Algumas pessoas dizem que a maior parte dos lucros deve ser reinvestida na missão, mas outros dizem que um trabalhador vale seus salários.

Fazendo negócios de forma diferente: O empreendedorismo social é uma maneira diferente de fazer negócios. Anteriormente, poucas pessoas se importavam se uma empresa fazia bem ou não. Hoje, os estabelecimentos de alimentos que servem opções de alimentação saudável estão aumentando sua participação no mercado, porque os consumidores agora se preocupam com sua saúde.

A agricultura responsavelmente abre o crescente mercado que se preocupa com o meio ambiente. Mais pessoas se importam com a qualidade da educação As crianças sul-africanas têm acesso e apoiam os esforços nesta área. É aqui que os empreendedores sociais podem fazer uma diferença real e sustentável.

A entidade pode assumir qualquer forma legal, de uma organização sem fins lucrativos, para uma empresa privada, um trust ou adotar uma estrutura híbrida. Cada um tem os seus prós e contras. Empresas sociais tomam atributos de entidades comerciais.

Eles geram renda de atividades de negócios. Eles também pegam atributos de organizações sem fins lucrativos e departamentos governamentais, enfrentando desafios anteriormente abordados por essas organizações, como pobreza, desigualdade, educação precária e desemprego.

Eles funcionam com mais eficiência e são mais responsáveis ​​e transparentes do que as organizações do setor público. Eles são menos dependentes de financiamento externo do que organizações sem fins lucrativos e instituições de caridade. Em todo o mundo, não há financiamento suficiente para todas as organizações sem fins lucrativos que o procuram.

Pesquisa aponta aumento das quantidades de vendas realizadas no mês de outubro de 2018

Conforme informações divulgadas pela ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), o nível de vendas realizadas em supermercados no mês de outubro sofreu uma elevação de 1,58%, se comparado com o mesmo período de 2017. Levando-se em conta o mês anterior, a instituição apurou um aumento de 0,45%.

Os dados levantados pela ABRAS também contemplaram o período composto pelos meses de janeiro até outubro de 2018. Nesse caso, contudo, o crescimento verificado foi de 1,9%. Mesmo com elevações sob todos os prismas avaliados, estes aumentos ficaram abaixo das metas estabelecidas para o ano.

Apesar dos resultados não terem sido considerados ideais para os períodos avaliados, a associação está confiante nos desempenhos que poderão ser alcançados com a vinda do 13º salário. De acordo com representantes da ABRAS, este salário será importante para que as vendas sofram aquecimento, injetando mais dinheiro na economia. Além disso, a proximidade das festas de fim de ano também ocasionam projeções mais otimistas para o ano.

Para João Sanzovo Neto, que responde pela presidência da associação, ele e os analistas da instituição estão confiantes, de modo que acreditam na ocorrência de melhores resultados para o segmento de supermercados.

Ele também aponta que os consumidores apresentaram certa cautela em relação às compras do período avaliado, sobretudo por causa de instabilidades de natureza econômica. Esse efeito, entretanto, tem sofrido modificações, uma vez que as compras têm aumentado a cada mês.

A cesta básica sofreu alteração de 3,83% sobre o valor que costumava ser comercializada no ano de 2017. Em relação à variação verificada em relação à setembro de 2018, houve a conclusão de que esta foi de 0,78%.

Segundo a pesquisa da ABRAS, o tomate foi o alimento que mais encareceu a cesta básica, respondendo por um aumento de 57,8%. Outros alimentos também apresentaram preços mais elevados, ainda que os percentuais não tenham variado tanto, como no caso da batata, da cebola e do arroz, cujos aumentos foram respectivamente de 9,9%, 7,74% e 3,68%.

Já em relação aos alimentos que apresentaram quedas em seus preços, pode-se apontar o leite, bem como ovos, café e macarrão espaguete. Com exceção da região Norte do país, todas as demais apresentaram elevações na cesta básica.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/economia/vendas-de-supermercados-no-brasil-sobem-16-em-outubro-e-acumulam-alta-de-19-em-2018-diz-abras,0a3eb929bbf04e0fe0373ac484b09d28vmvah7gw.html

Google retira mais de 3 bilhões de links de seus resultados de buscas

Mais boas notícias para os internautas. O Google excluiu mais de 3 bilhões de URLs de conteúdos piratas. Os dados foram divulgados no relatório “How Google figths piracy” (Como o Google combate a pirataria). De acordo com o documento, o o buscador eliminou os links dos resultados de buscas por meio de ferramentas específicas que identificam e excluem conteúdos que violam os direitos autorais.

Em 2017 o buscador recebeu solicitações para que mais de 882 milhões de páginas fossem banidas dos resultados das buscas. Essas páginas estão vinculadas a mais de 586 domínios distintos. Foram acatados 95% dos pedidos, restando apenas 54 milhões de páginas indicadas como pirataria pelos usuários. Só no primeiro semestre do ano passado, a remoção foi de 2,5 bilhões de páginas.

Até o momento, o Google recebeu pedidos de mais de 156 mil proprietários de direitos para a remoção de mais de 3,8 bilhões de endereços suspeitos. Um desses proprietários, a Associação Protetora de Direitos Intelectuais Fonográficos do Brasil (APDIF), solicitou a exclusão de 249 milhões de links que aparecem nos resultados das pesquisas do buscador.

A maior parte dos endereços possuem conteúdo hospedado em sites de compartilhamentos de arquivos como Megaupload e 4Shared. São sites que permitem o upload e download de arquivos de vídeo, imagens, áudio, entre outras produções protegidas por direitos autorais.

Também foram retiradas mais de 91 mil domínios que faziam o uso inadequado do conteúdo protegido. A maioria deles foram identificados por meio da “revisão proativa” e antes que pudessem receber quaisquer recursos do buscador.

Recursos para produtores de conteúdo

O Google também informou que destinou US$ 3 bilhões a proprietários de direitos autorais que disponibilizam seus conteúdos no Youtube. São usuários que monetizaram seu conteúdo utilizando a ferramenta de administração Content ID. Durante o período de outubro de 2017 a setembro de 2018, a quantia paga superou US$ 1,8 bilhão.

O relatório traz políticas, tecnologias, abordagens e programas utilizados para combater a pirataria na internet. O intuito é garantir oportunidades a todos os produtores de conteúdo que utilizam a rede mundial de computadores para divulgar seus trabalhos.

Juros rotativo do cartão de crédito encerra o mês de agosto de 2018 em alta

Em uma nova divulgação, o Banco Central do Brasil revelou que os juros praticados sobre o rotativo do cartão de crédito aumentaram em agosto de 2018. Essa é a primeira alta do juros rotativo após quatro meses consecutivos de queda. Além do rotativo, o BC divulgou que a taxa cobrada sobre o cheque especial de pessoas físicas se manteve estável em agosto.

De acordo com o BC, o juro médio praticado entre as instituições financeiras do país sobre o cartão de crédito rotativo específico para pessoas físicas, foi de 271,4% ao ano no mês de julho de 2018, para um total de 274% ao ano no mês de agosto deste ano. Já em relação ao parcial do ano, o BC revelou que a taxa reduziu 58,1 pontos percentuais, considerando o fechamento do ano passado que foi de 332,1% ao ano.

Já em relação a taxa cobrada sobre o cheque especial dedicado também as pessoas físicas, a instituição revelou que a taxa se manteve estável em 303,2% ao ano no mês de agosto de 2018. Ou seja, a taxa não se alterou entre os meses de julho a agosto deste ano. Em relação ao acumulado de janeiro a agosto deste ano, a taxa apresentou uma queda de 19,8 pontos percentuais comparado ao mesmo período no ano passado que apresentava uma taxa de 323% ao ano.

De acordo com várias notícias, as taxas de juros praticadas no Brasil ainda estão muito mais elevadas do que em outros países. A recomendação dos economistas é de que os clientes não devem utilizar essas linhas de crédito. No entanto, se necessário utilizar essas linhas de crédito, os economistas recomendam que elas sejam utilizadas por um curto período de tempo.

Esse aumento do juros médio do rotativo do cartão de crédito coincidiu com a estabilidade apresentada pela Selic, que é a taxa básica da economia brasileira. Atualmente, a Selic se encontra na mínima histórica registrada em 6,5% ao ano. De acordo com o Banco Central, essa estabilidade é um reflexo observado desde o mês de março de 2018. Antes de março a Selic havia recuado um total de 12 vezes consecutivas.

Guilherme Paulus criará bandeira para novo hotel de luxo inaugurado até 2021

Guilherme Paulus é um dos profissionais mais admirados da área turística e hoteleira do Brasil. Sua vida profissional como sócio-fundador da agência CVC Turismo (considerada a principal operadora de turismo da América Latina), ex-proprietário da companhia aérea Webjet e fundador do grupo GJP, administradora das empresas GJP Incorporadora & Construtora (desenvolvedora de condomínios residenciais luxuosos) e GJP Hotels & Resorts (uma das mais renomadas redes brasileiras de hotéis voltados ao lazer e a promoção de eventos), é repleta de grandes conquistas e realizações responsáveis por gerar reconhecimentos honrosos em território nacional e internacional através do recebimento de prêmios, títulos e homenagens.

Seguindo o seu faro para os negócios, Guilherme Paulus, há algum tempo, aproveitou a oportunidade de investir em uma aquisição de peso para criar outro empreendimento no segmento hoteleiro de alto padrão no bairro Pinheiros, situado na capital paulista. Desta vez, o endereço escolhido para abrigar a nova propriedade de luxo do empresário é a Avenida Cidade Jardim próximo a Avenida Faria Lima, mais especificamente localizado no edifício onde a agência publicitária DPZ manteve sua base empresarial por alguns anos.

De acordo com o desenvolvimento do ambicioso projeto, o hotel no estilo butique contará com 65 confortáveis apartamentos, ambiente para a realização de diferentes tipos de eventos corporativos, espaço com requintado restaurante e um charmoso rooftop, além das demais áreas construídas para oferecer atendimento personalizado aos clientes que procuram encontrar serviços de alto nível durante seus períodos de hospedagem. É pretendido que o término das obras e a inauguração do novo hotel de luxo idealizado pelo Presidente da rede GJP Hotels &Resorts e membro do Conselho de Administração da CVC Corp, Guilherme Paulus, aconteça em um futuro próximo, entre os anos 2020 e 2021.

Apesar de não mencionada à imprensa o tipo de bandeira do luxuoso negócio, Paulus declara ter a intenção de desenvolver uma nova marca para fazer parte de sua rede de hotéis juntamente com as demais trabalhadas pelo grupo. Além disso, São Paulo pode não ser o único estado brasileiro a contar com a presença desta nova marca. Segundo informações, também é possível que a cidade do Rio de Janeiro seja contemplada com sua presença, assim como ocorre com os hotéis de luxo Emiliano.

O grupo GJP Hotels & Resorts possui estabelecimentos, próprios e sob sua administração, espalhados por várias cidades do Brasil. Seu portfólio é composto por 12 hotéis e resorts com as bandeiras Saint Andrews (linha premium da rede), Wish (5 estrelas), Prodigy (4 estrelas) e Linx (3 estrelas).

Atualmente, o Wish Serrano Resort e o Saint Andrews Gramado, ambos na Serra Gaúcha, são os principais nomes que representam o luxo da rede de hotéis do empresário e visionário Guilherme Paulus.

Sistemas Econômicos Socialistas e Mistos

Nessas formas de sistemas econômicos, o Estado tem controle sobre algumas áreas que considera de importância primordial em termos de segurança nacional e importância para o bem-estar dos cidadãos. Assim, o Estado não permite a participação privada em setores como defesa e bens e serviços essenciais, enquanto os empreendedores recebem incentivos para contribuir em outros setores que o Estado julgar adequados.

Esse tipo de sistema econômico foi seguido em países como a Índia até a década de 1990, quando as economias foram liberalizadas e a participação total do setor privado permitiu. Isso é paralelo ao fim da economia centralmente planejada, onde o comando e o controle da economia são de cima para baixo e não de baixo para cima. Isso muitas vezes levou a vários desequilíbrios na distribuição e alocação de recursos.

Um sistema econômico, em qualquer forma, é necessário para a sociedade prosperar e funcionar como uma unidade coesa. Desde as primitivas sociedades de escambo e de caçadores até as novas eras tecnocráticas, sempre houve alguma forma de sistemas econômicos. Os sistemas econômicos compõem todo o sistema que compreende o sistema político, o sistema legal e outros semelhantes.

Alguns dos benefícios são auto-evidentes no sentido de que os indivíduos de uma sociedade são pagos pelo seu trabalho e, em troca, podem comprar e trocar bens e serviços. De outras formas, o bem estar material dos indivíduos é garantido com a promessa de salários e outros incentivos. Por outro lado, os indivíduos contribuem para o conjunto coletivo de riqueza pagando impostos que, por sua vez, compõem uma parte das redes de previdência social.

Como se pode ver pela prosperidade do mundo ocidental, os sistemas econômicos contribuem de maneira significativa para a sensação de bem-estar e segurança dos cidadãos. O estado garante os direitos dos cidadãos e, por sua vez, espera deveres deles. Há casos de colapso dos sistemas econômicos na África Subsaariana que resultaram em caos e guerra civil.

Assim, um dos pré-requisitos dos sistemas econômicos é o de um “contrato social” entre o indivíduo e o estado, juntamente com as formas legais e outras formas de contratos executáveis. Como pode ser visto, um sistema econômico e social eficaz não apenas cuida dos constituintes, mas também reforça o modo de comportamento através de um conjunto de leis e regulamentos a serem seguidos.

Tipos de Economias

Uma economia é um sistema pelo qual os bens são produzidos e trocados. Sem uma economia viável, um estado entrará em colapso.

Nas Economias De Livre Mercado, que são essencialmente capitalistas, as empresas e os indivíduos têm a liberdade de perseguir seus próprios interesses econômicos, comprando e vendendo bens em um mercado competitivo, o que naturalmente determina um preço justo para bens e serviços.

Uma Economia De Comando é também conhecida como Centralmente Planejada, porque o governo central ou nacional planeja. Geralmente, os estados comunistas têm economias de comando, embora a China esteja se movendo recentemente em direção capitalista. Em uma sociedade comunista, o governo central controla tudo, alocando recursos e ditando preços para bens e serviços. Alguns estados autoritários não-comunistas também têm economias de comando. Em tempos de guerra, a maioria dos estados – mesmo democráticos, estados de livre mercado – assumem um papel ativo no planejamento econômico, mas não necessariamente na extensão dos estados comunistas.

As economias de comando são frequentemente muito ineficientes porque essas economias tentam ignorar as leis da oferta e da demanda. Na maioria dos casos, surge um mercado negro para preencher as demandas negligenciadas pelo plano central. O crescimento econômico em geral é geralmente mais lento do que em estados com mercados livres. Algumas economias de comando afirmam agir para promover a igualdade econômica, mas muitas vezes as elites no governo vivem muito melhor do que outras.

Embora as economias de comando já tenham sido consideradas alternativas viáveis ​​às economias capitalistas de livre mercado, o fraco desempenho econômico em países com economias planejadas provou que o capitalismo era muito mais eficiente. A economia centralmente planejada da ex-União Soviética teve um desempenho tão fraco, por exemplo, que o governo literalmente entrou em colapso em 1990-1991. A economia de comando da Coréia do Norte também fracassou completamente há mais de uma década, causando fome desenfreada, que foi aliviada apenas por doações internacionais de alimentos. Os líderes chineses, em contraste. Há mais de vinte anos que o sistema centralmente planejada não poderia atender às necessidades de seus países, razão pela qual eles privatizaram a produção agrícola e muitas outras indústrias.