O número de tartarugas marinhas vem crescendo no planeta

De acordo com dados mais conservadores da ONG de preservação do meio ambiente WWF, cerca de 200 a 2 mil espécies todos os anos são extintas por todo o planeta

Apesar desses dados alarmantes, os ativistas do meio ambiente têm uma razão para ficar em contentes, já que o número de tartarugas marinhas vem aumentando em quase todas as regiões do mundo, há quinze anos consecutivos. Esses números mostram as análises de quase trezentos relatórios de organizações e fundos de preservação, que abrangem no total cerca de 4.400 estimativas sobre esses animais por ano, com um levantamento da quantidade encontrada deles em praias e mares, espalhados por todo o planeta. Os pesquisadores encontraram 95 regiões de preservação de tartarugas, onde a quantidade delas aumentaram e somente 35 áreas onde os números diminuíram.

Existem no mundo sete espécies conhecidas de tartarugas, sendo que de acordo com o Projeto Tamar, cinco dessas espécies são encontradas no Brasil, a cabeçuda, a oliva, a de couro, a verde e a de pente. Quando os números são analisados por espécies, o resultado sobre a preservação das tartarugas acaba variando um pouco. Os resultados estão sendo positivos no caso da  tartaruga verde,  até em praias que não são consideradas áreas de reprodução. Entre os anos de 1973 a 2012, de acordo com o The New York Times, a quantidade de ninhos da espécie de tartaruga verde na barra de French Frigate, no Havaí, passou de 200 para 2 mil. Mas a espécie de tartarugas de couro, ao contrário, estão diminuindo em regiões do Pacífico, apesar de estar aumentando relativamente em outros locais.

Na situação das tartarugas marinhas, os estudos históricos amplos são mais importantes do que os realizados todo ano. Isso acontece devido ao hábito natural desses animais, sendo que a quantidade de ninhos varia muito em períodos mais curtos e analisando os gráficos de longe, se consegue distinguir que apesar de reduções pontuais, em média a quantidade de tartarugas aumentou em certas épocas. Existem muitas dificuldades para cuidar da preservação das tartarugas, principalmente por elas nadarem e se reproduzirem por vários lugares do mundo. Para reverter as reduções de tartarugas que se distribuem por diversos locais é mais complicado, quando as tartarugas migratórias se encontram em risco de extinção.

 

Jorge Moll informa sobre a ligação entre praticar boas ações e a saúde humana

Recentemente, foi descoberto que a prática de boas ações é capaz de estimular regiões do cérebro que estão relacionadas a sensações de bem-estar e satisfação. O responsável por essa conclusão foi o presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), Jorge Moll Neto, que de tornou o primeiro neurocientista a perceber uma ligação entre práticas voluntárias e a saúde humana.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Datafolha no ano de 2015, encomendada pela Fundação Itaú Social, cerca de 28% dos brasileiros praticam alguma ação voluntária. Entre os 72% que nunca fizeram nenhuma caridade, a imensa maioria é formada por jovens e também por pessoas com baixo nível de escolaridade e de baixa renda.

Em todo dia 5 de dezembro, é comemorado mundialmente o Dia Internacional do Voluntariado, e para aqueles que desejam se envolver mais com o tema no Rio de Janeiro, existem várias instituições e eventos no Brasil que promovem e divulgam a importância da prática de boas ações, reporta Jorge Moll Neto.

Um bom exemplo disso é o Desafio Solar Brasil, um campeonato criado em parceria entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Prefeitura e Secretaria Estadual de Esporte. Nele, centenas de estudantes precisam realizar percursos em barcos movidos a energia solar, ressaltando o quanto as energias limpas são importantes para o futuro.

Outro local que reúne voluntários é o Parque Nacional da Tijuca, um dos principais santuários naturais da capital carioca. De tempos em tempos, o local abre as inscrições para selecionar voluntários dispostos a ajudar na preservação do parque, os quais podem ser de qualquer idade, desde que os menores de 18 anos tenham a autorização de um responsável, noticia Jorge Moll Neto. Em cerca de dez amos, mais de cem mutirões com foco em preservação ambiental já foram promovidos no local.

Entre os projetos sociais voluntariados da cidade, também é possível citar o trabalho do “Chega de Saudade”, um grupo criado no ano de 2009 e que já encontrou mais de 50 crianças desaparecidas nesse período. Para isso, esse projeto divulga as fotos das crianças desaparecidas nas cartelas que acompanham os botijões de gás, ação essa feita em parceria com a Supergásbras.

Além disso, vários centros comerciais também possuem campanhas sociais em andamento. No Shopping Grande Rio, por exemplo, a ação “Loja de Brinquedos Vazia” arrecada doações para o orfanato Novo Amanhecer e para o programa “Lutando por Vidas”, informa o neurocientista Jorge Moll Neto.

O West Shopping, por sua vez, promove a ação “Doando Alegria”, a qual coleta doações para o Grupo Cultural Nosso Ritmo, que fica na vizinhança de Senador Vasconcelos, reporta Jorge Moll Neto. Já o Bangu Shopping, este possui um estabelecimento chamado Loja Troca Amor, onde os clientes pode escolher alguns objetos em troca de se comprometerem a praticar ações sociais no bairro. Esses são apenas alguns exemplos de trabalhos voluntários que fazem a diferença no estado do Rio de Janeiro, mas além desses, existem várias outras iniciativas sérias e de grande destaque na região.

 

Relatório da OMS confirma redução de 37% dos casos de tuberculose

Segundo uma nova divulgação de dados feita pela OMS – Organização Mundial da Saúde, cerca de 53 milhões de mortes foram evitadas desde o ano 2000, através dos esforços mundiais para o combate à tuberculose. Esses esforços foram responsáveis por reduzir a taxa de mortalidade em até 37% dos pacientes infectados com a doença durante o período analisado. O relatório global feito pela OMS ainda destacou que no ano passado, a tuberculose foi a doença infecciosa com patógeno único que mais matou pessoas, sendo mais mortal que o HIV.

Outro fato destacado pela OMS no relatório é que a tuberculose também está diretamente relacionada com um alto número de mortes por causa de resistência bacteriana. Além disso, a maior causa de morte entre os pacientes infectados com HIV é a tuberculose. Contudo, a OMS também destacou que esses problemas poderiam ser evitados, pois alguns países ainda não estão adotando medidas suficientes para que o controle da doença seja feito globalmente.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse sobre o relatório publicado: “Enquanto o mundo se comprometeu a acabar com a epidemia de tuberculose até 2030, ações e investimentos não correspondem à retórica política. Precisamos de uma abordagem dinâmica, global e multissetorial”.

Somente no ano passado, o número aproximado de novos casos de tuberculose registrado no mundo todo era de 10,4 milhões. Dentro desse total, 10% dos casos eram de pacientes com HIV. A OMS ainda informou que sete países foram responsáveis por somar uma parcela de 64% de todos os casos no mundo, eles são: China, Indonésia, Paquistão, Nigéria, Filipinas, África do Sul, e Índia.

As estimativas apontam que 1,7 milhão de pessoas morreram por causa da tuberculose no ano passado. Além disso, outras 400 mil pessoas que já viviam com o HIV também morreram por causa da tuberculose. Em comparação com 2015, esses números demonstraram uma redução de 4%.

O Brasil é apontado no relatório com incidência de 42 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes. O número é considerado acima da média no continente americano, que tem um número de 27 casos para cada 100 mil habitantes.

Embora o Brasil tenha sido citado pela OMS no relatório global como um exemplo de política pública em relação a notificação dos novos casos da doença, a entidade destacou que houve um ponto negativo nos dados apontados pelo país. Segundo o relatório, menos de 50% dos pacientes co-infectados com HIV e tuberculose foram tratados com medicações antirretrovirais em 2016.

 

Japão planeja enviar o homem a lua

Uma recente descoberta que foi noticiada na revista norte americana Geophysical Research Letters, tem deixado astrônomos animados com a possiblidade de criar uma base na lua. Pesquisadores da agência espacial japonesa localizaram uma grande caverna no satélite da terra e agora eles pretendem descobrir se esse espaço tem capacidade de proteger futuros astronautas da radiação e das mudanças drásticas de temperaturas.

Informações que foram retiradas da sonda espacial que se encontra atualmente na orbita da lua confirmam a presença dessa caverna que possui cerca de cinquenta quilômetros de comprimento e cem metros de largura. Os pesquisadores acreditam que esse espaço teve origem há 3,5 bilhões de anos e foi constituída por causa de uma atividade vulcânica nessa época.

Essa cavidade subterrânea seria útil para proteger astronautas das grandes alterações climáticas e radiações nocivas existentes na superfície do satélite natural da terra. Essa noticia foi divulgada logo após o aviso que a agência espacial do Japão fez sobre a sua intenção de enviar um homem a Lua, daqui a 13 anos. O mais longe que o Japão já enviou um humano foi a Estação Espacial Internacional (ISS). Eles informaram que pretendem unir forças com a NASA que planeja construir uma base espacial na orbita da lua em 2025,

A intenção dos EUA é criar um anteposto estratégico para chegar a marte, no entanto, o vice-presidente dos Estados Unidos também declarou recentemente da intenção da NASA de enviar homens a Lua.

“Queremos colocar novamente astronautas americanos na Lua, não apenas para deixar pegadas e bandeiras, mas para construir as bases que precisamos para enviar americanos a Marte e além”, disse o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, no início do mês.

No dia 20 de outubro de 2017, os engenheiros do Centro Espacial John C. Stennis da NASA testou o motor que deve ser usado na missão de levar o homem a Marte. O primeiro lançamento, que será não tripulado, já esta planejado para ocorrer em 2019, e o primeiro voo com pessoas que deve usar esse motor, esta programado para ocorrer em 2022. Seguindo o calendário da NASA, a primeira tripulação para marte deve partir em 2030.

 

Equipe de estudos científicos de Jorge Moll analisa a moral sob ótica pioneira na ciência

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Os sentimentos altruístas são o foco de um estudo organizado por um grupo de cientistas brasileiros chefiado pelo médico Jorge Moll Neto. Além dos trabalhos de campo, o neurocientista também é responsável por dirigir o segmento de ensino e pesquisa instalado nas dependências do Instituto D’Or. Pioneiro no Brasil, o trabalho apresentou grande relevância perante a comunidade científica mundial, o que possibilitou que uma revista de renome internacional se interessasse pelo assunto e publicasse o material elaborado. Com a moral posta em observação, as conclusões do grupo levaram em conta, dentre outras coisas, os comportamentos apresentados em eventos públicos.

O que diferencia o estudo comandado por Jorge Moll dos demais realizados sobre o tema é justamente o embasamento nas estruturas biológicas encontradas no cérebro humano. As demais pesquisas sobre o assunto, contudo, possuíam o interesse na investigação da aplicação dos valores morais considerando-se apenas as influências psicológicas e ambientais sobre o comportamento dos indivíduos estudados. De acordo com os cientistas do Instituto D’Or, os sentimentos mais observados foram o senso de justiça, a honestidade e a honra.

Embora cada pessoa possa apresentar diferentes formas de empregar os sentimentos relacionados à moral, o neurocientista ressalta que o estudo permitiu a conclusão de que aspectos neurobiológicos formariam as estruturas necessárias para que eles estivessem presentes na mente humana. Jorge Moll esclareceu que a variação da aplicabilidade de bons comportamentos também está muito ligada à questões culturais e de julgamento dos indivíduos, algo que explica a grande variação de condutas das pessoas diante da necessidade de se praticar algum ato envolvendo valores morais.

Compreender de que formas as pessoas se agrupam em razão das afinidades que desenvolvem umas com as outras também é outro tema presente nas pesquisas chefiadas pelo neurocientista. Os grupos sociais estudados, nesse caso, foram aqueles que não compunham a própria família dos participantes. O médico salientou que nessas circunstâncias, os indivíduos seriam movidos por sentimentos afiliativos originados por reações cerebrais de partes profundas do cérebro. As pesquisas, entretanto, levaram em conta apenas as organizações formadas exclusivamente pela afinidade entre os membros.

A moral, segundo levantamentos do grupo de cientistas, não é um processo recente na mente humana. Jorge Moll pontua que se trata de algo que levou milhares de anos até que chegasse ao ponto em que hoje é percebido no comportamento das pessoas. Tanto tempo envolvido para seu desenvolvimento e transmissão genética entre as gerações é justificado, de acordo com o médico, pela enorme complexidade que apresenta. O neurocientista aponta para o fato de muitas áreas do órgão serem empregadas a fim de que os valores morais se instalem no pensamento humano.

Sobre os métodos de análise aplicados pela equipe do neurocientista do Instituto D’Or, Jorge Moll informa que houve grande emprego da ressonância magnética, uma tecnologia também utilizada para o diagnóstico mais apurado em suspeitas de tumoração e outros tipos de enfermidades. Na pesquisa, o papel desse recurso foi o de mensurar o nível das atividades presentes nas estruturas cerebrais das pessoas que estiveram envolvidas no estudo dos pesquisadores brasileiros.

 

Os países que mais exportam arroz no mundo

Somente no continente asiático mais de três bilhões de pessoas consomem arroz diariamente, já que esse é o principal alimento básico do planeta. Em todo o mundo existem  milhares de variedades de arroz,  possuindo grãos curtos, longos e de diversas cores. Os países asiáticos são os maiores exportadores do planeta, com cerca de 74.6% do total. Os diversos tipos de arroz possuem preços bem variados, e os países que exportam mais esse produto de acordo com os valores em dólares globais, são:

Índia, US$ 7.9 bilhões – Esse país é o maior exportador de arroz do mundo, com mais de 31% das exportações mundiais totais. Ele exporta cerca de 11.5 milhões de toneladas métricas desse produto, sendo que o governo ainda limita essas transações, para garantir o abastecimento interno do país.

Tailândia, US$ 5.4 bilhões – Esse país é o segundo maior exportador de arroz do planeta, sendo que os seus maiores compradores são a Indonésia, Myanmar e Malásia. Ela exporta em torno de 9 milhões de toneladas métricas e os principais tipos de arroz que esse pais produz são o Red Cargo, o Jasmine, o branco e o integral. A economia desse país depende muito das exportações de arroz, já que essa atividade representa cerca de 50% do seu PIB.

Paquistão, US$ 2.2 bilhões – O terceiro maior exportador mundial de arroz, com cerca de 4 milhões de toneladas métricas anuais, o Paquistão produz principalmente o arroz Basmati, que possui uma excelente qualidade e um preço mais elevado. Os principais compradores desse arroz são os países do Oriente Médio, que utilizam esse alimento na preparação de suas refeições principais.

Estados Unidos, US$ 2 bilhões – As exportações americanas são focadas nas produções desse produto de alta qualidade e com valores mais altos. A principal variedade produzida no território americano é o Carolina Gold, e a exportação do país chega a cerca de 3.3 milhões de toneladas métricas de arroz por ano.

Vietnã, US$ 1.8 bilhões – Esse país vem expandindo a produção desse produto, mas o aumento da sua população pode derrubar as exportações de arroz no futuro. A quantidade de arroz exportada gira em torno de seis milhões de toneladas métricas por ano, fazendo o Vietnã ser o quinto maior exportador em valores globais.

 

Personalidades falecidas que se tornaram figuras icônicas com o passar do tempo

 

Há artistas que mesmo após terem morrido continuam a fazer sucesso. Artistas icônicos como Marylin Monroe, Elvis Presley e Bob Marley continuam conquistando novos admiradores e sendo homenageados nas mais diferentes ocasiões todos os anos.

Frequentemente relembrada nos cinemas e nos palcos de teatro, a figura emblemática da atriz Marylin Monroe, em qualquer circunstância que apareça é causadora de grande frisson.

Já o cantor Elvis Presley, considerado o Rei do Rock, continua sendo um dos artistas mais imitados e reverenciados de todos os tempos, e isso em qualquer parte do mundo.

As músicas do cantor Bob Marley então, essas permanecem até hoje tocando em diferentes rádios, e são cantadas até mesmo por quem nem sequer havia sido concebido na época em que o pai do reggae partiu.

No cenário brasileiro, acontece mais ou menos de forma semelhante, pois por aqui existe um grande número de artistas que se foi há um bom tempo, mas que mesmo assim sobrevivem ao passar do tempo.

À lista de artistas nacionais pertencem nomes como Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Cazuza, Renato Russo e Tim Maia. Músicos que foram bastante conhecidos em suas épocas, mas que ainda conquistam novos fãs a cada ano.

Mas, não é apenas a quantidade de admiradores dos artistas falecidos que aumenta com o passar dos anos não. Já que o conjunto da obra desses artistas continua gerando altos lucros para os herdeiros e familiares.

E fora os artistas do cenário cinematográfico e musical, que na maioria das vezes estão sempre em busca da fama, também há importantes figuras, não pertencentes ao showbiz, que mesmo sem grandes pretensões de fama, se tornaram verdadeiros ícones pop após terem falecido.

O físico Albert Einstein é um deles, assim como a artista plástica Frida Kahlo e também o guerrilheiro argentino Che Guevara, personagens que nos dias atuais já estão integrados a cultura urbana, estampando desde murais de ruas a vestimentas de grife.

 

As plantas mais perigosas do planeta

 

No mundo existem incontáveis espécies de plantas, sendo vitais para a sobrevivência do planeta, já que toda a produção de oxigênio do mundo é proveniente da nossa vegetação. Algumas dessas plantas são usadas inclusive como medicamentos, já outras possuem partes ou a sua totalidade venenosas, sendo fatais para o homem. Por ano várias pessoas morrem pela ingestão de  plantas venenosas  de forma acidental. Algumas plantas são carnívoras e comem pequenos roedores e insetos, sendo fatais para outras espécies. Certas plantas venenosas são cultivadas em jardins, sendo preciso o máximo de cuidado com elas, sendo que algumas delas são:

Castor plant – Essa planta é considerada a mais venenosa do mundo, sendo usada muito frequentemente para decoração. Em 2007, o Guinness World Records citou a planta como a mais venenosa, depois de vários incidentes com crianças, que comeram as mamonas da planta sem saber que eram venenosas.

Suicide tree – Essa espécie apresenta dois tipos, e uma delas é a espécie indiana da região de Kerala e de algumas partes litorâneas, que possuem frutos com sementes extremamente venenosas. Se ingeridas acidentalmente, elas levam à morte e em autópsias, as toxinas venenosas não aparecem como a causadora desse óbito.

Western water hemlock – Encontrada na América do Norte, ela é a mais venenosa de toda essa parte do continente. Com um cheiro agradável, ela faz com que certos animais façam a sua ingestão, podendo levar a morte em até quinze minutos. Em pessoas o efeito começa com uma espuma nos lábios, passando para intensas convulsões, paralisação e insuficiência respiratória.

Oleandro (Oleander) – Essa planta é muito usada em jardins, sendo que na maioria dos casos a sua substância tóxica não leva à morte, mas em casos mais graves isso pode acontecer. Os seus sintomas são dores abdominais podendo vir acompanhado de sangramento, batimentos desiguais e convulsões, que podem ocasionar coma e morte.

Pitcher plant – Representante da família das plantas carnívoras, ela atrai os insetos graças ao seu corpo de várias cores. Quando eles pousam na borda lisa das folhas e escorregam, a planta produz alguns fluidos e enzimas que decompõem o inseto, sendo absorvido pela planta.

Seis dos mais maravilhosos museus de carros do planeta

Para os apaixonados por carros fantásticos, existem pelo mundo alguns maravilhosos museus de automóveis, que apresentam ao público uma série de marcas famosas e cobiçadas. Alguns desses museus que valem muito a pena visitar são:

Museo Storico Alfa Romeo, Arese, Itália – Esse museu leva os seus visitantes a conhecerem a trajetória da marca italiana, e o avanço dos seus carros. O primeiro museu foi criado em 1976, localizado no meio da fábrica da companhia italiana e há pouco tempo, ele reabriu na região metropolitana da cidade de Milão.

Porsche Museum, Sttutgart, Alemanha – Esse museu foi criado em 2009, e a companhia investiu cerca de 100 milhões de euros na sua construção. Espaços luxuosos abrigam cerca de oitenta carros, e modelos como o 550, 356, 917 e o 911, ficam em exposição permanente.

Mercedes-Benz Museum, Stuttgart, Alemanha – Esse é outro museu que pode ser encontrado na cidade alemã de Stuttgart, além do museu da Porsche. Esse museu completou dez anos de existência em 2016 e os visitantes vão conhecer a história da marca, desde que Carl Benz fez a patente do seu primeiro carro, em 1886.

Museo Enzo Ferrari, Modena, Itália – Esse museu foi construído na cidade onde nasceu o fundador da marca, e diversos carros ficam em exposição. Um filme sobre a vida do fundador da Ferrari, também pode ser assistido pelos seus visitantes do museu. Alguns motores de diversos modelos ficam expostos juntamente com os carros da exposição. Os visitantes do museu também podem se sentir dentro de um Fórmula 1, através de um simulador que complementa esse maravilhoso passeio.

Petersen Automotive Museum, Los Angeles, Estados Unidos – Esse museu foi inaugurado em 1994 e cerca de 150 carros ficam expostos nele. Carros do filme mais recente  do agente secreto 007  e outros dois de um filme mais antigo, estão expostos nesse museu. Em comemoração aos cinquenta anos do Mustang, há uma mostra deles também no local.

Museo Lamborghini, Sant’Agata Bolognese, Itália – Esse museu foi inaugurado em 2001 e apresenta uma exposição de carros esportivos da marca Lamborghini. A mostra vai desde o seu primeiro carro, feito em 1964, até os mais recentes modelos.

Escolha do sucessor de Luiz Carlos Trabuco Cappi obedecerá política interna do Bradesco

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Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi é o novo presidente do conselho de administração do Bradesco. A notícia foi dada no dia 10 de outubro de 2017, por meio de uma coletiva de imprensa concedida na sede do próprio banco, onde Lázaro Brandão anunciou sua renúncia do cargo que ocupava desde a década de 1990, quando sucedeu a Amador Aguiar. Aos jornalistas, Brandão afirmou ser importante haver uma renovação dirigida de maneira consciente, uma vez que acredita na necessidade de se perpetuar o legado conquistado pela instituição.

O executivo, entretanto, não se ausentará em absoluto da empresa, pois será o novo presidente do conselho das entidades controladoras da instituição. Alegando uma maior preservação da presidência do conselho administrativo, Brandão disse que sua renúncia veio em um momento em que a organização necessitava de novas disposições para as atividades que devem ser realizadas e que automaticamente ficaram sob a incumbência de Luiz Carlos Trabuco Cappi.

O ex-presidente do conselho de administração do banco ressaltou que os avanços de ordem tecnológica ocorrem de maneira incessante, mas que a instituição tem se esforçado para conseguir acompanhá-los da melhor forma. Em relação ao principal foco da companhia na atualidade, Brandão enfatizou que trata-se de uma reunião dos segmentos doméstico e de varejo. Para exemplificar a atuação da instituição, o executivo relembrou a aquisição de

uma empresa que concorria diretamente com o Bradesco. Ele explicou que apesar de ter demandado a movimentação de uma vultosa quantia, o negócio gerou resultados positivos.

Ao tomar posse do novo cargo, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi passou a ocupar duas funções na empresa. Em face disso, ele aproveitou para salientar a importância de seu antecessor na presidência do conselho de administração da instituição, uma vez que deixou claro que o colega fez parte de umas fases de maior sucesso da companhia. Sobre o desenvolvimento do banco, ele apontou que se trata de uma corporação que possui uma trajetória de vitórias.

A respeito das qualificações necessárias para que um executivo possa ocupar o posto de presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi pontuou que deverá ser um executivo que tenha visão de mercado, ao passo em que também deva ser visionário e continue o caminho já traçado pelo banco, de maneira que não realize profundas transformações, mas consiga projetar o banco para o futuro.

Algumas especulações do mercado financeiro indicam que o banco poderá expandir o número de profissionais que integram o conselho administrativo da organização. Atualmente, após a saída de Brandão, o grupo passou a ter um membro a menos em sua composição. Apesar da empresa não ter confirmado a informação oficialmente, o executivo já deixou claro que se isso realmente vier a acontecer, os novos integrantes serão escolhidos entre os colaboradores da empresa.

O fato de um mesmo executivo acumular várias funções não é novidade em diversos países. Em se tratando do caso de Luiz Carlos Trabuco Cappi, no entanto, tal situação será modificada até o ano de 2018, quando o novo nome a ocupar a presidência do grupo será anunciado.