Como ser eficaz no desenvolvimento empresarial

Pense no que um empreendedor faz – analise estrategicamente tendências de mercado, a economia, identifique oportunidades, calcule riscos, tome decisões e inspira outras pessoas a seguir. Esse é o objetivo – criar o ambiente onde sua equipe fará isso em suas atividades do dia-a-dia.

Para que isso aconteça, siga estes pontos chave:

Aprenda os pontos fortes de cada indivíduo, depois jogue para eles.

Dê poder àquelas pessoas que demonstraram que estão prontas para mais responsabilidade.

Dê às pessoas discrição de suas próprias decisões e recursos.

Proporcionar oportunidades de treinamento e educação para ajudar as pessoas a crescer

Não adivinhe as pessoas.

Recompense as pessoas por atacarem os problemas e promoverem os interesses da empresa

Comunicar.

Comunicar. Comunicar. Comunicar. É uma função fundamental da liderança. No entanto, muitos líderes ficam tão atolados nas tarefas do dia-a-dia que se esquecem de dizer às pessoas para onde estão indo. Lembre constantemente ao seu pessoal sobre a visão e direção. Quando se trata de comunicação, as pessoas querem sentir que estão recebendo informações importantes. Eles também querem ouvir que suas preocupações e ideias estão sendo ouvidas. Crie um ambiente aberto por:

Compartilhando informações livremente. Garantir que as informações fluam para cima e para baixo.

Incentivar as pessoas a fazer perguntas sobre como melhorar as coisas.

Essas práticas de comunicação também são fundamentais para criar um ambiente de capacitação.

Valorize a abordagem empreendedora. Comunique-se com o seu pessoal sobre os valores – os princípios que apoiam todas as decisões tomadas pela empresa. Deixe-os saber que uma abordagem empreendedora é valorizada, incentivada e recompensada. Lembre-se de que os valores de uma empresa não precisam ser complicados ou mesmo originais. O ponto importante é que eles são sinceros.

Esforço Contínuo. Promover uma cultura empreendedora requer esforço contínuo. Certifique-se de que sua visão empreendedora é parte de suas discussões de gerenciamento sênior. Também deve ser um tópico para discussões de desempenho dos gerentes com suas equipes. Mais uma vez, a cultura empreendedora deve ser cultivada. É o resultado de um esforço conjunto da empresa para gerar inovação, produtividade e sucesso.

Sua vez. Sua organização valoriza uma cultura empreendedora? Como isso foi adicionado à sua vantagem competitiva? Diga-nos abaixo e sinta-se à vontade para compartilhar este post se você achou útil.

Carlos Alberto de Oliveira Andrade – O homem forte do setor automotivo brasileiro

Mais um prêmio para o fundador da CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade. A revista Auto Esporte, por meio da premiação Carro do Ano 2019, o elegeu o Executivo do Ano do setor automotivo, em especial pelas atuações na importação e produção de veículos de diferentes marcas.

Conheça um pouco dos planos futuros da marca para o mercado, a parceria com a Chery e da trajetória do “homem forte” do mercado automotivo nacional.

Operação da Chery no Brasil

Há pouco mais de um ano, Andrade fechou acordo com a Chery e passou a controlar a unidade fabril de Jacareí – SP, onde são produzidos os automóveis da montadora chinesa. O que deu início a um plano ousado de lançamentos e expansão da rede de concessionárias.

Parte importante dos planos de internacionalização da marca, a fábrica de Jacareí no Vale do Paraíba foi inaugurada em agosto de 2009. Esse foi o primeiro projeto completo fora da China, em um investimento que superou os US$ 400 milhões. A unidade possui a área total de 1 milhão de metros quadrados e sua capacidade de produção anual é de 50 mil carros.

A realidade mudou desde de quando a chinesa chegou ao país. Na época a marca era responsável por um pequeno percentual de vendas com o QQ e Celer, atualmente oferece o Tiggo 2, um crossover bem aceito no mercado chinês e que no Brasil impulsionou as vendas da marca.

Essa cooperação tem grandes ambições. No Brasil serão produzidas outras versões do Tiggo, sendo que em 2019 começam a ser vendidos o sedã Arizzo 5, Tiggo 4, a versão latina do Tiggo 5X e o Tiggo 7. Ambos mostram a renovação da fabricante chinesa, design novos e a estreia do motor 1.5 turbo para a linha CAOA Chery.

A empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade também confirmou que irá produzir o Tiggo 8, o primeiro SUV de sete lugares desenvolvido pela Chery. Os lançamentos em duas das áreas que mais se destacam no país (e também competitivas), sedã e SUV, fazem parte de um plano ousado, algo característico da parceria.

Aumento na participação brasileira

A frente da operação brasileira, Andrade mostra que entende o mercado nacional. O empresário representa diferentes marcas como a Hyundai e seus números falam por si só. Em agosto deste ano, mês em que a fábrica completou quatro anos de atividade, a montadora, agora sino-brasileira, emplacou 1054 automóveis. Essa foi a primeira vez que foram superados os 1000 emplacamentos no mês.

No mesmo mês os licenciamentos aumentaram em 45% ante ao 2017 quando foram emplacados 727 unidades. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, esse percentual foi 85% superior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Marcio Alfonso, CEO da CAOA Chery, afirmou que o crescimento e o fortalecimento da empresa no Brasil demonstram o aumento confiança dos consumidores. “Estamos investindo fortemente em nossos produtos e na rede de atendimento ao cliente”, ressalta.

O executivo revela que os planos da marca é de expandir o número de concessionárias até o total de 60 lojas até o fim de 2018, o que pode gerar uma maior demanda. Além disso, os modelos apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo: o Arrizo 5, o Tiggo 4 e o Tiggo 7 serão produzidos nas unidades de Jacareí – SP e Anápolis – GO.

“Esse é um grande marco na história da CAOA Chery. Estamos confiantes de que os novos produtos contribuirão ainda mais para a consolidação da marca no Brasil”, conclui Marcio Alfonso.

Sobre Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Andrade iniciou suas atividades no ramo automotivo na Paraíba em 1979. O então médico cirurgião adquiriu um Ford Landau que nunca foi entregue. A empresa fechou as portas, ele ficou sem o veículo, mas viu ali uma grande oportunidade e comprou a revenda.

Em menos de seis anos após dar início aos negócios o doutor já era o maior revendedor da Ford no país. Anos depois, sua empresa, a CAOA passou a importar oficialmente os veículos Renault e em seguida os da Hyundai.

No ano de 2007, o empresário utilizou seus próprios recursos para construir sua primeira fábrica. Instalada em Anápolis (GO)a unidade ficou responsável pela produção dos veículos Hyundai para o mercado latino. 2011 foi o melhor ano da importadora, quando foram 89.053 vendidas, e a produção de carros de passeio e caminhões chegou a 38.635 unidades.

Pelo bom desempenho, em 2012 Andrade recebeu o prêmio de “Distribuidor do Ano” da Hyundai, o qual competia com outros 179 distribuidores de todo o planeta. Prova do reconhecimento e do trabalho árduo do empresário, que atualmente está afastado do comado direto da CAOA. Ele agora é presidente do Conselho Administrativo e mesmo neste posto, o empresário está a par dos assuntos primordiais da companhia.

Guilherme Paulus, grande empresário brasileiro, estará presente no Fórum Conectividade

Neste mês de novembro de 2018, o renomado empresário brasileiro Guilherme Paulus, referência no setor de turismo do Brasil, participará do Fórum Conectividade – Hub de Negócios, a ser realizar pelo MERCADO & EVENTOS em conjunto com a PROMO MARKETING INTELIGENTE. O evento marcado para o dia 26 de novembro ocorrerá no Teatro Renaissance, na cidade de São Paulo. Para se inscrever gratuitamente, basta fazer a sua inscrição clicando aqui.

A expectativa é reunir mais de 300 profissionais a fim de que líderes do setor utilizem o espaço para debater e buscar as melhores práticas necessárias para a indústria e o futuro da aviação comercial tanto no Brasil quanto na América Latina. Dentre estes grandes líderes que irão passar pelo local, Guilherme Paulus é destaque devido a sua brilhante trajetória profissional, sendo o principal responsável por transformar a CVC numa das maiores operadoras de turismo do continente, além de presidir a GJP Hotels & Resorts, umas das principais redes de hotelaria do país.

Para quem estiver interessado em ouvir as palavras de Guilherme Paulus, o empresário irá encerrar a primeira parte do evento juntamente com o Arialdo Pinho, secretário de Turismo do Ceará. Ambos estarão no painel Formação de Hub, com início marcado para às 15h30, onde Paulus entrevistará Pinho sobre a importância de melhorar e incrementar as práticas de cooperação entre os aeroportos, bem como incentivar agentes interessados na formação de um Hub, citando, como exemplo, a cidade de Fortaleza, CE, com o Hub da Air France/KLM e GOL.

Vale ressaltar que Guilherme Paulus já foi dono da antiga companhia aérea Webjet, tendo realizado a venda para a GOL em 2011, numa transação total de R$ 70 milhões de reais. Isso demonstra que o empresário tem o empreendedorismo enraizado dentro de si, se expandindo para outras áreas, não só turismo e hotéis, pois investiu, ainda, na compra da B2W Viagens, pertencente a Submarino Viagens, na Rextur Advance, na Trend, na Visual Turismo e no Experimento Intercâmbio, investimentos estes que somaram quase R$ 1 bilhão de reais.

O Fórum Conectividade – Hub de Negócios já está com a programação toda definida e irá abordar os principais assuntos de conectividade aérea. Dessa forma, o evento terá quatro horas de conteúdo e trabalhará seis diferentes tipos de temas, todos ministrados por grandes nomes do mercado, como: Companhias Aéreas, às 14h30, Desenvolvimento de Rotas, às 15h, Formação de Hub, às 15h30, Aeroportos, às 16h30, Low-cost, às 17h, e, por fim, Políticas Públicas, às 17h30.

A expansão do império de Guilherme Paulus – de turismo a hotelaria e construção

O empresário de sucesso Guilherme Paulus, responsável por alavancar a famosa operadora de turismo CVC, apostou em seu conhecimento sobre viagens e adentrou no setor de gestão de hospedagem de luxo e no mercado de construção e incorporação. Sua ideia é utilizar as áreas livres ou “excedentes” dos terrenos de seus hotéis para construir condomínios. Ainda que as empresas dos segmentos acima firmem parcerias, os negócios devem ser operados separadamente.

O desejo de iniciar no ramo de incorporação surgiu na mesma época da aquisição de um renomado resort em Foz do Iguaçu, no Paraná, com 2,5 milhões de metros quadrados e um campo de golf. Daí nasceu a GJP Hotels & Resorts.

No decorrer de sua trajetória visionária, juntamente com GJP Incorporadora & Construtora de Guilherme Paulus foi lançado o habitacional, referido como “vila em estilo americano”, Village Iguassu Golf Residence. Ao todo são R$17 milhões destinados à construção desta estrutura.

https://www.facebook.com/guilhermejesuspaulus

No projeto de alto padrão, a área total de 160.000 metros quadrados contaria com 109 lotes, de 800 a 1800 metros quadrados nos valores de R$480 mil a R$1,8 milhão. O espaço com área gourmet, academia, clube de lazer, brinquedoteca, salões de jogos e festas, quadra, playground e campo de golfe compartilhado com o hotel, será entregue mobiliado, contudo as casas edificadas pelos próprios compradores devem seguir determinados padrões estéticos.

Para Guilherme Paulus agregar condomínios e turismo é um novo conceito e deve ser aproveitado.

A crise no setor de incorporação e construção parece não assustar o empreendedor, pois, em sua opinião, o país possui milhões de pessoas com renda para adquirir esse tipo de propriedade, em um condomínio seguro e diferenciado.

Até 2016, com um ativo aproximado de R$1 bilhão, a GJP Hotels & Resorts contava com 12 hotéis próprios de padrão luxuoso e sete em diferentes cidades brasileiras sob sua gestão. Devido ao sucesso alcançado, Guilherme Paulus afirma que fazer viagens tornou-se um hábito para o brasileiro.

No início do projeto da GJP Hotels, o empresário havia estabelecido como meta possuir em sua carteira 48 hotéis até o ano de 2018. Entretanto, diante da desaceleração econômica se viu obrigado a “tirar o pé do acelerador” e abandonar essa meta.

Em 2009, a CVC, considerada a principal agência de viagens do país, foi vendida para o fundo de private equity Carlyle por R$700 milhões. O fundador da operadora de turismo, até 2016, se manteve na presidência do conselho administrativo com seus aproximados 10% de participação acionária. Mesmo após a venda das ações majoritárias do grupo, Guilherme Paulus descartou a possibilidade de recobrar o comando da empresa.