Aumentam casos de conjuntivite em São Paulo

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De acordo com um levantamento feito pelo Hospital de Olhos Paulista, a população do estado de São Paulo precisa tomar cuidado com o atual surto de conjuntivite. Apenas no período entre meados de maio e as primeiras duas semanas de julho, foram feitos cerca de 1.100 atendimentos a mais de pacientes com a condição do que havia sido registrado no mesmo período de 2016, representando um aumento de quase 10%.

Segundo Antonio Nogueira Filho, oftalmologista chefe do pronto-socorro do Hospital dos Olhos, a razão do surto está no fato de que, em 2017, ocorreram mais dias seguidos de frio e baixa umidade, o que aumenta a concentração dos micro-organismos no ar. Além disso, esse aumento dos casos também é esperado durante os meses de outono e inverno devido a tendência das pessoas permanecerem mais tempo em espaços fechados durante essa época do ano, o que potencializa as reações alérgicas.

Entre os sintomas mais comuns da conjuntivite, estão a coceira nos olhos, vermelhidão, inchaço das pálpebras, olhos lacrimejando e maior sensibilidade à luz. Tudo isso é causado por uma inflamação que ocorre na membrana responsável por revestir a região externa do globo ocular

Qualquer confirmação sobre um possível diagnóstico de conjuntivite deve ser feita por um oftalmologista. Após a confirmação, o médico irá indicar a melhor forma de tratamento, o qual geralmente consiste no uso de colírios para os olhos e remédios anti-inflamatórios.

É importante destacar que os pacientes diagnosticados com conjuntivite devem evitar a luz do sol, evitar passar as mãos aos olhos, e ainda lavar o rosto com sabonete neutro pelo menos quatro vezes ao dia, além de colocar compressas de algodão ou gaze com água filtrada sobre os olhos.

Após o diagnóstico, o paciente deve ser afastado de suas atividades diárias como trabalho e escola, pelo período em que o vírus que causa a conjuntivite tem chances de infectar outras pessoas, o que de acordo com os médicos, persiste por até quatorze dias.

 

Star Trek: Discovery, a nova série de TV, foi comparada a American Horror Story

Durante uma entrevista a Entertainment Weekly, o ex-showrunner Bryan Fuller afirmou que a ideia original de “Discovery”, uma série Star Trek, seria semelhante a “American Horror Story”, só que na versão ficção científica.

Mas a semelhança não teria nada a ver com horror, e sim, com o fato de “American Horror Story” ser uma antologia, ou seja, temporadas independentes uma das outras. Mas se essa ideia agradou ou não os fãs, ela não vingou; a versão final está bem diferente, segundo Bryan Fuller.

Há rumores de que a jornada da nova série não acompanhará a história contada nos reboots, sendo mantida o universo clássico da franquia. A nova série trará novos personagens, uma nova nave e missões dentro dos ideais anteriores.

E nessa viagem da Frota Estelar a fim de descobrir novos planetas e formas de vida, estão, dentro do elenco principal: Sonequa Martin-Green (The Walking Dead), Doug Jones (Hellboy e Quarteto Fantástico), Anthony Rapp (Uma Mente Brilhante) e Michelle Yeoh (O Tigre e o Dragão). Esta viverá Georgiou, uma capitã da nave Shenzhou.

Da ala dos antagonistas da tropa Klingon estão: Chris Obi (Doctor Who), que viverá um líder que busca unir os povos; Shazad Latif (Penny Dreadful)será um comandante; Mary Chieffo, uma comandante da batalha da nave Klingon; James Frain (Gothan), cotado para ser Sarek, o pai de Spock.

Doug Jones será o novo Spock da série

O Spock de “Jornada nas Estrelas”, o androide Data de “A Nova Geração” e, agora, Tenente Saru de “Star Trek: Discovery”. É assim que os produtores da nova série veem o personagem de Doug Jones, que já deu vida a outros alienígenas, como em “Hellboy” e “Hellboy 2”, além de “Quarteto Fantástico”.

O personagem é da espécie Kelpiens, uma raça constantemente ameaçada em seu planeta, mas que acabou tornando seus instintos de sobrevivência mais aguçados.

“Star Trek: Discovery” terá 15 episódios com estreia dia 24 de setembro na Netflix, que transmitirá o programa, pois adquiriu os direitos de exibição das séries “Jornada nas Estrelas”.

Nova categoria de vinhos com gelo faz sucesso na Europa

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Sucesso de vendas durante o verão europeu, uma nova categoria de bebida que mistura espumante e vinho tem sido bastante consumida em vários países da Europa, o que indica que a bebida também pode virar febre durante a estação de sol e calor no Brasil. Tendo isso em mente, a seguir estão alguns exemplos de garrafas de vinho para serem tomadas com gelo.

ABrigitte

Criada em vinhedos franceses, essa bebida é uma das mais vendidas em Ibiza e Saint Tropez. Fabricada com base no vinho rosé, a bebida tem ainda aroma de lichia e toranja, garantindo assim muita refrescância e um drink indicado especialmente para beber com comidas leves, como petiscos e culinária japonesa.

Rosé Piscine

Além de vir em uma das garrafas de vinho mais bonitas já criadas, o Rosé Piscine é produzido na famosa vinícola francesa de Vinovalie, que desenvolveu a bebida para ser degustada durante o verão, principalmente em locais de praia e na piscina. Com gosto adocicado, a bebida combina muito bem com frutos do mar e peixes cozinhados com molhos cítricos.

Chandon Passion On Ice

Para não ficar de fora dessa nova tendência de vinhos para o verão, a Chandon também  desenvolveu um espumante específico para os dias de sol  e muito calor. Ao comprar uma garrafa de Chandon Passion On Ice, o produto ainda vem acompanhado com duas taças de acrílico, pois a estratégia da marca é que os consumidores possam levar a bebida para a praia ou piscina sem ter que se preocupar em como consumi-la.

Santropa Rosé Spirit

Produzido tendo como inspiração a região da Riviera Francesa, a marca brasileira foi a primeira do mundo a lançar uma garrafa de vinho rosé spirit. Considerado bastante versátil, o Santropa Rosé Spirit pode ser servido de várias formas diferentes, em taças de vinho, em shots, e também em copos longos.

Freixenet Ice

Esse vinho próprio para o verão pode ser consumido de diversas formas, apenas com gelo, ou ainda combinado com outras bebidas, como com licor de pêssego ou com gengibre e essência de grapefruit.