Impacto da Globalização nas Pequenas Empresas

O que se segue é uma história clássica, freqüentemente usada pelos socialistas para destacar os “males de uma sociedade de economia capitalista” – a mercearia da pequena cidade é impiedosamente retirada pelo novo Wal-Mart na cidade. A mercearia da pequena cidade pode ter uma base de clientes estabelecida e relações amistosas com a comunidade, mas simplesmente não consegue igualar os baixos preços oferecidos pelo Wal-Mart. Sendo uma grande empresa nacional, o Wal-Mart tem amplos recursos globais e está disposto a sacrificar as margens para eliminar concorrentes locais. No final, a lealdade do cliente não significa nada e o merceeiro vai à falência, décadas de trabalho duro dizimado durante a noite. Esta é uma anedota bem conhecida, referindo-se ao impacto da globalização sobre as pequenas empresas. Depois de iniciar um novo negócio, você mergulha em um oceano povoado por alguns peixes menores, que competem com você por comida, e muitos maiores, ansiosos para te comer vivo. Por exemplo um site que tenha como missão entregar cestas de presente em todos os países do mundo tem tudo para ser engolido por peixes grandes. Os peixes grandes no mar tendem a ser bem conectados, bestas multinacionais aproveitando ao máximo as vantagens da globalização – tais como terceirização, taxas de câmbio desiguais e modelos de vendas de baixo volume e alta margem – tornando-os quase impossíveis de competir. Quais são os impactos da globalização no pequeno empresário, e como você pode se defender dos golpes que inevitavelmente surgem em seu caminho?

Marcas Globalizadas. Em “O Manifesto Comunista”, Karl Marx notoriamente alertou que pequenas empresas locais serão inevitavelmente eliminadas por grandes empresas multinacionais em uma forma de capitalismo imperialista. Segundo ele, a destruição de empresas locais leva à perda da cultura local e à ascensão de uma cultura corporativa anônima singular, que varia apenas de país para país. Visitando a China hoje, é difícil argumentar com as palavras de Marx. A paisagem urbana está repleta de KFCs, Pizza Huts, McDonald’s e Starbucks. Uma viagem a uma loja de departamentos chinesa é virtualmente idêntica a uma na América, com as mesmas marcas multinacionais – Armani, Coach, Chanel, Gucci – alinhando os corredores como uma loja anônima de duty-free.

No entanto, de uma olhada mais de perto, as empresas multinacionais de hoje estão muito longe dos sinistros imperialistas que Marx profetizou.

O trabalho à distância nos dá a possibilidade de trabalhar enquanto desfrutamos de viagens

A nova modalidade de trabalho, chamada home office, está criando novos perfis de trabalhadores, os quais não possuem escrivaninha, não precisam se deslocar aos centros empresariais, mas, pelo contrário, se afastam para ilhas paradisíacas e vivem se movendo como nômades.

Mas enquanto a ideia de trabalhar em um local tropical pode ser um sonho para muitos, não acontece sem trabalho duro e desafios. De fato, grande parte da cultura é construída em torno da perpetuação de um sonho, de modo que os trabalhadores de cubículos podem viver indiretamente através dos poucos corajosos que são capazes de abandonar o estilo de vida nômade – muitas vezes sem mencionar as desvantagens de tal liberdade radical.

As tecnologias que tomamos como garantidas em nossas vidas diárias – internet sem fio de alta velocidade e ferramentas e plataformas de produção amigáveis ao usuário – permitiram economias inteiras construídas em torno da cultura digital, mídia social e influência on-line, e fizeram essa ciência realidade de ficção.

Nesse sentido, destinos em todo o mundo, de Chiang Mai, na Tailândia, a Medellin, na Colômbia, tornaram-se polos para nômades digitais, atraindo viajantes autônomos “independentes de local” com uma combinação atraente de climas temperados, paisagens de tirar o fôlego, Wi-Fi confiável espaços de coworking – onde trabalhadores autônomos se reúnem com o mesmo objetivo – sem mencionar um baixo custo de vida.

De acordo notícias referentes à pesquisa da Gallup, mais da metade da população dos EUA já trabalha remotamente, pelo menos em parte do tempo, e esse número está aumentando. “Podemos atribuir o aumento no trabalho remoto a uma confluência de fatores; o mais óbvio, é claro, é o impressionante crescimento da comunicação pela Internet e móvel”, diz Brooke Erin Duffy, professora assistente do departamento de comunicação da Universidade de Cornell.

Entretanto, existe os pontos negativos de tal modalidade de trabalho. Os elementos menos glamourosos do estilo de vida nômade “estão estrategicamente escondidos”, diz Duffy.

“Nós vimos uma idealização mais ampla do trabalho independente nos últimos anos, e a celebração do nômade digital é um lugar chave para testemunhar como certas características deste estilo de trabalho são subestimadas”, explica Duffy. Ela cita a natureza intermitente do emprego, a falta de estabilidade ou benefícios e, principalmente, as repercussões sociais.

Johnson aponta que muitos dos serviços oferecidos nos espaços de coworking que têm como alvo os nômades digitais são projetados para lidar com a inevitável solidão do estilo de vida, promovendo um senso de comunidade com “coisas como estações de trabalho, convivência ou trabalho conjunto”.

Então, talvez haja uma troca entre aqueles corajosos o suficiente para deixar tudo para trás e aqueles que ficam mais perto de casa, talvez acorrentados a uma mesa e comprometidos com uma hipoteca, mas com o benefício de amigos e da comunidade.

Personalidades diferentes com papéis diferentes

Um bom gerente é capaz de olhar as coisas racionalmente e aplicar o raciocínio lógico quando se trata de resolver problemas e estabelecer metas. Como o objetivo é focar no cumprimento efetivo de metas, o gerente precisa entender as realidades que está enfrentando. O pensamento racional é essencial para alocar os recursos e estabelecer os objetivos para a equipe.

Analítica – A capacidade de analisar detalhes e encontrar as conexões entre os processos pode impulsionar a maneira como um gerente opera. O pensamento analítico pode ajudar a identificar objetivos e o uso adequado dos recursos.

Capacidade de resolver problemas – Um gerente também deve ser bom em resolver problemas. Se a equipe encontrar um problema, o gerenciamento deve estar no centro de encontrar uma solução. Isso requer uma cabeça fria, uma mente inteligente e pensamento rápido.

Carisma – Como um líder precisa inspirar os subordinados a seguir sua causa, o carisma é uma característica importante. O carisma ajuda o líder a criar um ambiente de negócios positivo que inspire outras pessoas a agir. Como um líder não deve forçar ou intimidar as pessoas para realizar as tarefas necessárias, as habilidades carismáticas podem aumentar as chances do líder de envolver seus seguidores.

Inovador – Um líder também deve mostrar muitas habilidades inovadoras. Liderança é sobre a transformação em sua essência e a mudança sempre requer a capacidade de pensar fora da caixa . Um líder precisa ser capaz de analisar problemas, mas também em situações existentes, e descobrir maneiras diferentes de mudar as coisas.

Visionário – Semelhante a ser inovador, um líder deve ser um visionário. Uma visão forte e realista garante que os seguidores ouçam o líder e trabalhem duro para atingir o objetivo. Um líder não será capaz de inspirar os subordinados planejando planos que não sejam desafiadores, transformadores e inspiradores. Um verdadeiro líder deve ter a capacidade de ver além do futuro .

Flexível – Liderança requer muita flexibilidade porque você está lidando com pessoas e não com tarefas. Como as pessoas estão no centro da abordagem, o líder deve ser capaz de acomodar e responder a situações que podem não ter sido esperadas. Como a persuasão deve fazer parte do conjunto de habilidades do líder, o líder também precisa ser flexível em sua abordagem para resolver situações de conflito.

Guilherme Paulus revela que já foi convidado para ser Ministro do Turismo

Idealizador da CVC e do grupo GJP, que tem mais de 13 estabelecimentos de hospedagem espalhados em todo o Brasil, o empresário Guilherme Paulus comemora, pois garante que a população do Brasil faz tde tudo para viajar, mesmo quando a situaçlão econômica do país não está tão bem.

Em entrevista para Forbes, ele conta que o famoso terço de férias ajuda a impulsionar o setor de turismo, mas que o valor do dólar faz com que as pessoas mudem seu destino. Quando a moeda está beirando os R$ 4, ir para fora do país assusta o viajante, que acaba preferindo destinos nacionais.

Segundo ele, Gramado, no Rio Grande do Sul, é um dos destinos que atrai um bom público, principalmente entre julho e agosto. Paulus brinca que, se pudesse, teria um hotel de borracha para poder colocar lá nesse período e atender a mais turistas.

Mesmo com essa ideia não vingando, o GJP investe na cidade gaúcha. Eles estão construindo o quarto hotel em Gramado.

Durante a entrevista, ele também aproveitou para elogiar o ex-ministro do turismo, Henrique Alves, que, segundo ele, teve uma dinâmica diferente e surpreendente. Guilherme Paulus também conta que já foi convidado para assumir o cargo de Ministro do Turismo, mas não aceitou. Para o empresário, o cargo político complicaria a sua dinâmica de trabalho e o obrigaria a se afastar de suas empresas.

Além disso, ele acredita que seria difícil trabalhar e evitar que, mesmo que indiretamente, acabasse beneficiando a própria cidade. Para evitar esse tipo de problema, prefere permanecer no mundo dos negócios e contribuir para o crescimento do país ao gerar emprego e desenvolvendo o turismo.

Guilherme Paulus não se incomoda com a concorrência

Certo de que o setor de turismo ainda tem muito para crescer no Brasil, o empresário parece não se preocupar com as novidades do ramo hoteleiro. Agora, com seu nome estampado em negócios voltados para a hotelaria, ele diz que a responsabilidade aumenta e que esse será um legado que deixará para os netos.

Um hotel no Rio Grande do Sul foi o primeiro na lista de empreendimento do setor, que foi idealizado por Paulus, no ano de 1995. Na época, ele ligou a operação à CVC, mas desmembrou o negócio antes de vender a operadora de viagens para os americanos. O GJP foi criado e se tornou o novo foco do empresário.

Hoje, com mais de R$ 500 milhões em ativos, a rede hoteleira já conta com estabelecimentos em diversos locais e pretende expandir. São diversas opções de hospedagens que vão de hotéis de luxo, com um dos disponíveis em Gramado, a resorts.

Assim como aconteceu com a CVC e com a WebJet, duas empresas lideradas por Guilherme Paulus e que deram muito rendimento, o GJP segue bem financeiramente. A receita anual ultrapassa R$ 150 milhões.

Com o ano fechado no azul, o empresário Guilherme Paulus pretende investir em mais 13 hotéis três estrelas, mas para andar andamento no projeto, espera o momento certo.

Prefeitura de Itapevi – SP recebe inscrições para concurso com mais de 300 vagas

A partir das 10h do dia 8 de janeiro de 2019, poderão ser realizadas as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Itapevi, no Estado de São Paulo. São 366 vagas de emprego. O salário oferecido varia entre R$ 1.030,00 e R$ 9.280,30.

Quem quiser participar da seleção já pode ler o edital no site www.vunesp.com.br. No mesmo link são divulgadas outras notícias sobre o certame. As inscrições ficarão abertas até 21 de fevereiro de 2019.

A taxa de inscrição varia de acordo com o cargo. Quem for concorrer a uma colocação que exija nível fundamental (Agente de Manutenção 2; Agente de Serviços 2 e Sepultador 3) tem taxa de R$ 44,50. Já para os cargos que pedem ensino médio o valor é de R$ 56,50. Por fim, as pessoas graduadas pagarão R$ 82,20.

Quem completou o ensino médio poderá concorrer aos cargos de: Técnico em Turismo (1); Condutor de Pacientes (1); Técnico em Tecnologia da Informação em Comunicação (3); Agente de Combate às Endemias (2); Técnico em Saúde Bucal (5); Agente de Logística (2); Técnico em Segurança do Trabalho (1); Agente de Administração Pública (10); Técnico em Farmácia (6); Orientador Social (2); Técnico em Enfermagem do Trabalho (1); Agente Comunitário de Saúde (18); Técnico em Enfermagem (20); Condutor de Veículos (5); Técnico em Edificações (1); Agente de Mobilidade Urbana (2); Técnico em Contabilidade (1); Atendente de Telecomunicações (5); Técnico em Agrimensura (1); Guarda Civil Municipal – Masculino (16); Técnico Ambiental (1); Cuidador Social (3); Monitor de Desenvolvimento Infantil (36); Agente de Inclusão Escolar (10); Intérprete de Libras (2) e Guarda Civil Municipal – Feminino (4).

Já para graduados há oportunidades para: médicos de diversas especialidades; Educador Desportivo (5); Cirurgião Dentista – Bucomaxilofacial (1); Terapeuta Ocupacional (1); Auditor Fiscal Tributário (1); Educação Básica – Peb II; Professores de Educação Básica I -Peb I (85); Cirurgião Dentista (2); Engenheiro Elétrico (1); Analista em TI Em Comunicação (1); Fiscal Municipal de Posturas (1); Médico Veterinário (1); Analista Documental – Biblioteconomia (1); Fiscal Municipal de Obras (3); Procurador Municipal (2); Contador (2); Psicólogo (6); Analista Jurídico (1); Fiscal Municipal de Vigilância Sanitária (1); Analista em Gestão Pública (1); entre outros.

Definição orientada para o negócio do empreendedorismo social

Não há consenso sobre a definição de empreendedorismo social e há notícias e argumentos contínuos sobre quem conta como empreendedor social. Isso é inevitável para um conceito que tem sido associado a diferentes tipos de campos e disciplinas. Alguns consideram filantropos e ativistas sociais como empreendedores sociais. Outros limitam a consideração em indivíduos ou organizações orientados para o lucro, cujas operações resultam em produtos com benefícios sociais.

A definição mais difundida veio de Gregory Dees . Foi professor da Duke University reconhecido internacionalmente por desenvolver o empreendedorismo social como campo de estudo na academia. O termo ainda era novo quando ele o definiu em 1998 em seu artigo curto, mas seminal, ” O Significado do Empreendedorismo Social ” e raramente era usado por indivíduos que agora se identificam como empreendedores sociais. No entanto, ele descreveu o conceito como “uma frase adequada aos nossos tempos” e definiu-o como um processo de combinar “a paixão de uma missão social com uma imagem de disciplina, inovação e determinação de negócios”.

Embora muitos empreendedores tenham afetado positivamente a sociedade como um desdobramento de seus negócios de sucesso, eles não são empreendedores sociais. Dees salientou o fato de que a intenção é importante. Os empreendedores sociais são uma raça de empreendedores. O que os diferencia dos empreendedores regulares é que a perspectiva de lucratividade para ganhos pessoais não os motiva. Central para a sua motivação é uma missão social destinada a resolver questões sociais urgentes.

Do ponto de vista comercial, o empreendedorismo social segue a base do empreendedorismo e da gestão empresarial. A maioria, senão todos, os empreendedores sociais e suas empresas sociais usam modelos de negócios inovadores ou estruturas emprestadas da teoria organizacional e gerencial para criar valor social.

Existem empresas sociais que seguem o modelo sem fins lucrativos usual. No entanto, do ponto de vista comercial, há empresas sociais que combinam modelos sem fins lucrativos e com fins lucrativos. Esses são empreendimentos comerciais de propósito social e o exemplo deles inclui bancos de desenvolvimento comunitário com fins lucrativos e organizações de subsistência e treinamento vocacional de propriedade privada. Também é importante destacar o fato de que, como qualquer outra organização empresarial, o empreendedorismo social usa e gerencia recursos.

Como ser eficaz no desenvolvimento empresarial

Pense no que um empreendedor faz – analise estrategicamente tendências de mercado, a economia, identifique oportunidades, calcule riscos, tome decisões e inspira outras pessoas a seguir. Esse é o objetivo – criar o ambiente onde sua equipe fará isso em suas atividades do dia-a-dia.

Para que isso aconteça, siga estes pontos chave:

Aprenda os pontos fortes de cada indivíduo, depois jogue para eles.

Dê poder àquelas pessoas que demonstraram que estão prontas para mais responsabilidade.

Dê às pessoas discrição de suas próprias decisões e recursos.

Proporcionar oportunidades de treinamento e educação para ajudar as pessoas a crescer

Não adivinhe as pessoas.

Recompense as pessoas por atacarem os problemas e promoverem os interesses da empresa

Comunicar.

Comunicar. Comunicar. Comunicar. É uma função fundamental da liderança. No entanto, muitos líderes ficam tão atolados nas tarefas do dia-a-dia que se esquecem de dizer às pessoas para onde estão indo. Lembre constantemente ao seu pessoal sobre a visão e direção. Quando se trata de comunicação, as pessoas querem sentir que estão recebendo informações importantes. Eles também querem ouvir que suas preocupações e ideias estão sendo ouvidas. Crie um ambiente aberto por:

Compartilhando informações livremente. Garantir que as informações fluam para cima e para baixo.

Incentivar as pessoas a fazer perguntas sobre como melhorar as coisas.

Essas práticas de comunicação também são fundamentais para criar um ambiente de capacitação.

Valorize a abordagem empreendedora. Comunique-se com o seu pessoal sobre os valores – os princípios que apoiam todas as decisões tomadas pela empresa. Deixe-os saber que uma abordagem empreendedora é valorizada, incentivada e recompensada. Lembre-se de que os valores de uma empresa não precisam ser complicados ou mesmo originais. O ponto importante é que eles são sinceros.

Esforço Contínuo. Promover uma cultura empreendedora requer esforço contínuo. Certifique-se de que sua visão empreendedora é parte de suas discussões de gerenciamento sênior. Também deve ser um tópico para discussões de desempenho dos gerentes com suas equipes. Mais uma vez, a cultura empreendedora deve ser cultivada. É o resultado de um esforço conjunto da empresa para gerar inovação, produtividade e sucesso.

Sua vez. Sua organização valoriza uma cultura empreendedora? Como isso foi adicionado à sua vantagem competitiva? Diga-nos abaixo e sinta-se à vontade para compartilhar este post se você achou útil.

Catar deve perder posição de lugar mais rico do planeta para Macau

De acordo com estimativas divulgadas em diversas notícias internacionais, o Catar, pequeno país árabe riquíssimo em petróleo, está prestes a perder o seu status de lugar mais rico do mundo para Macau, uma das regiões administrativas especiais da China.

Isso deve acontecer pois a economia de Macau está crescendo exponencialmente e se tornando um polo global de jogos de azar. Até o ano de 2020, a economia local irá alcançar o PIB per capita de aproximadamente US$ 143 mil, de acordo com estimativas feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Isso será o bastante para superar o Catar, que segundo as mesmas previsões, alcançará o patamar de cerca de US$ 139 mil.

Anteriormente controlada pelos portugueses, que usavam sua região portuária como ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, Macau tem se transformado em um paraíso para os apostadores de cassinos desde que voltou a ser controlada pelo governo da China, em 1999. A razão disso está no fato do local ser o único do país onde os jogos de azar são legalizados, o que atrai um fluxo enorme de turistas da China continental.

Ainda de acordo com a análise do FMI, O PIB per capital de Macau cresceu mais de três vezes nos últimos 20 anos. Em 2011, por exemplo, o número registrado foi de cerca de US$ 34.500.

A diferença no total de riqueza produzidas entre os dois locais de continuar crescendo nos anos seguintes. At 2023, o PIB per capita de Macau pode alcançar a margem de US$ 173 mil, enquanto o Catar, por outro lado, também continuará crescendo, mas deverá permanecer na faixa dos US$ 158 mil.

Além de Macau e do Catar, outra região que apresentará um grande aumento no PIB per capita é Cingapura, centro financeiro que pode alcançar números próximos a US$ 118 mil até o ano de 2023.

No continente europeu, por sua vez, três países, Luxemburgo, Noruega e Irlanda, chegaram na lista dos dez lugares com o maior PIB per capita do mundo em 2020. Os Estados Unidos, o mais bem colocado entre os países do continente americano, conquistaram a 12ª colocação.

As vendas de automóveis da China enfrentam a primeira queda anual em décadas

Vendas de automóveis na China caíram pelo terceiro mês consecutivo em setembro, quando os negócios do setor automotivo enfrentam o que parece ser o primeiro declínio anual nas vendas de carros de passageiros em quase três décadas.

A frágil confiança do consumidor em meio à queda do mercado acionário e às tensões comerciais entre EUA e China levaram a resultados fracos de setembro para a maioria das montadoras, já que as vendas caíram 11,6% em relação ao ano anterior, para 2,39 milhões de veículos, afirmou a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. Isso seguiu declínios de 3,8% em agosto e 4% em julho. Nos primeiros nove meses do ano, as vendas aumentaram 1,5% com um forte desempenho no primeiro semestre.

“Nós subestimamos o impacto” da desaceleração da economia chinesa, disse Xu Haidong, secretário geral da associação. Sua previsão para o ano inteiro foi de crescimento de 3%, mas ele disse que agora é irrealista. As vendas de carros de passageiros caíram 12%, para 2,06 milhões em setembro, para um declínio de 7,6% no terceiro trimestre.

A empresa Nomura Securities disse que espera nova queda nas vendas para o quarto trimestre de 7,5%, resultando em um declínio anual de 1,6%, o que seria o primeiro declínio dos negócios automotivos chineses desde 1990.

A recente estagnação nas vendas chinesas é chocante para as montadoras estrangeiras que passaram a depender da China para o crescimento global. Em 2016, as vendas de automóveis de passageiros cresceram 15%, desacelerando para um crescimento de 1,4% no ano passado.

As vendas da General Motors na China caíram 15% no terceiro trimestre. Para setembro, a Ford Motor sofreu uma queda de 43%, enquanto as vendas de carros da marca VW da Volkswagen recuaram 11% e a Honda Motor registrou uma queda de 6%.

A maioria das montadoras chinesas também perdeu terreno, embora a Zhejiang Geely Holding Group tenha resistido à tendência. Nesse sentido, suas vendas aumentaram 14% em setembro e 37% nos primeiros nove meses do ano. A última vez que as vendas de automóveis chinesas caíram por três meses consecutivos, em meados de 2015, Pequim entrou na metade reduzindo o imposto sobre as vendas de veículos leves para 5%, um movimento que ajudou a revitalizar o mercado.

Os fenômenos que podem estar por trás de um dos verões mais intensos da última década

O verão no hemisfério Sul chegou de forma arrebatadora. E os recordes de temperatura alta em quase todas as regiões do Brasil que estamos presenciando podem estar relacionados a dois fenômenos: o El Niño e a intensificação do aquecimento global – tão noticiado em quase todos os veículos de notícias.

O primeiro, de causa natural, ocorre em intervalos de tempo irregulares por conta de uma modificação na direção dos ventos sobre o Oceano Pacífico, de modo que a temperatura na superfície da água se modifica gerando consequências como mudanças na regularidade das chuvas e aumento das temperaturas principalmente nos países abaixo da linha do Equador.

Segundo os dados coletados pelo INMET – Instituto Nacional de Meteorologia – há uma probabilidade de 95% que esse evento tenha começado a ocorrer nesse verão e as previsões feitas pelo instituição é que as temperaturas sejam maiores que a média dos verões passados.

Somado a isso, o relatório do Global Carbon Project divulgado na primeira semana de dezembro de 2018 revela um dado preocupante: as emissões de dióxido de carbono este ano cresceram 2,7% em comparação com o ano de 2017.

O dióxido de carbono é o principal gás para intensificação do Efeito Estufa que, apesar de ser um fenômeno natural e vital para a vida na Terra, está diretamente relacionado com o aquecimento global devido a ação humana.

Especialistas associam esse aumento das emissões ao retorno do uso de combustíveis fósseis em 2018, como o carvão, e países como Estados Unidos e China lideram o ranking de maiores emissores.

Apesar de ser difícil associar os impactos individualmente de cada um desses fenômenos nas características climáticas do verão que estamos prestes a enfrentar, é inegável que as alterações climáticas estão ocorrendo e estudos recentemente publicados na renomada revista científica “Nature” indicam que os próximos anos não serão tão diferentes.

Segundo os autores o planeta enfrentará ondas de calor e a ocorrência de fenômenos extremos com maior frequência, como furacões e inundações. Tais indícios e pesquisas reiteram a necessidade e preocupação de diversas nações que em 2015 aprovaram o Acordo de Paris com medidas que visam assegurar um aumento da temperatura média global aceitável.