Equipe de estudos científicos de Jorge Moll analisa a moral sob ótica pioneira na ciência

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Os sentimentos altruístas são o foco de um estudo organizado por um grupo de cientistas brasileiros chefiado pelo médico Jorge Moll Neto. Além dos trabalhos de campo, o neurocientista também é responsável por dirigir o segmento de ensino e pesquisa instalado nas dependências do Instituto D’Or. Pioneiro no Brasil, o trabalho apresentou grande relevância perante a comunidade científica mundial, o que possibilitou que uma revista de renome internacional se interessasse pelo assunto e publicasse o material elaborado. Com a moral posta em observação, as conclusões do grupo levaram em conta, dentre outras coisas, os comportamentos apresentados em eventos públicos.

O que diferencia o estudo comandado por Jorge Moll dos demais realizados sobre o tema é justamente o embasamento nas estruturas biológicas encontradas no cérebro humano. As demais pesquisas sobre o assunto, contudo, possuíam o interesse na investigação da aplicação dos valores morais considerando-se apenas as influências psicológicas e ambientais sobre o comportamento dos indivíduos estudados. De acordo com os cientistas do Instituto D’Or, os sentimentos mais observados foram o senso de justiça, a honestidade e a honra.

Embora cada pessoa possa apresentar diferentes formas de empregar os sentimentos relacionados à moral, o neurocientista ressalta que o estudo permitiu a conclusão de que aspectos neurobiológicos formariam as estruturas necessárias para que eles estivessem presentes na mente humana. Jorge Moll esclareceu que a variação da aplicabilidade de bons comportamentos também está muito ligada à questões culturais e de julgamento dos indivíduos, algo que explica a grande variação de condutas das pessoas diante da necessidade de se praticar algum ato envolvendo valores morais.

Compreender de que formas as pessoas se agrupam em razão das afinidades que desenvolvem umas com as outras também é outro tema presente nas pesquisas chefiadas pelo neurocientista. Os grupos sociais estudados, nesse caso, foram aqueles que não compunham a própria família dos participantes. O médico salientou que nessas circunstâncias, os indivíduos seriam movidos por sentimentos afiliativos originados por reações cerebrais de partes profundas do cérebro. As pesquisas, entretanto, levaram em conta apenas as organizações formadas exclusivamente pela afinidade entre os membros.

A moral, segundo levantamentos do grupo de cientistas, não é um processo recente na mente humana. Jorge Moll pontua que se trata de algo que levou milhares de anos até que chegasse ao ponto em que hoje é percebido no comportamento das pessoas. Tanto tempo envolvido para seu desenvolvimento e transmissão genética entre as gerações é justificado, de acordo com o médico, pela enorme complexidade que apresenta. O neurocientista aponta para o fato de muitas áreas do órgão serem empregadas a fim de que os valores morais se instalem no pensamento humano.

Sobre os métodos de análise aplicados pela equipe do neurocientista do Instituto D’Or, Jorge Moll informa que houve grande emprego da ressonância magnética, uma tecnologia também utilizada para o diagnóstico mais apurado em suspeitas de tumoração e outros tipos de enfermidades. Na pesquisa, o papel desse recurso foi o de mensurar o nível das atividades presentes nas estruturas cerebrais das pessoas que estiveram envolvidas no estudo dos pesquisadores brasileiros.

 

Os países que mais exportam arroz no mundo

Somente no continente asiático mais de três bilhões de pessoas consomem arroz diariamente, já que esse é o principal alimento básico do planeta. Em todo o mundo existem  milhares de variedades de arroz,  possuindo grãos curtos, longos e de diversas cores. Os países asiáticos são os maiores exportadores do planeta, com cerca de 74.6% do total. Os diversos tipos de arroz possuem preços bem variados, e os países que exportam mais esse produto de acordo com os valores em dólares globais, são:

Índia, US$ 7.9 bilhões – Esse país é o maior exportador de arroz do mundo, com mais de 31% das exportações mundiais totais. Ele exporta cerca de 11.5 milhões de toneladas métricas desse produto, sendo que o governo ainda limita essas transações, para garantir o abastecimento interno do país.

Tailândia, US$ 5.4 bilhões – Esse país é o segundo maior exportador de arroz do planeta, sendo que os seus maiores compradores são a Indonésia, Myanmar e Malásia. Ela exporta em torno de 9 milhões de toneladas métricas e os principais tipos de arroz que esse pais produz são o Red Cargo, o Jasmine, o branco e o integral. A economia desse país depende muito das exportações de arroz, já que essa atividade representa cerca de 50% do seu PIB.

Paquistão, US$ 2.2 bilhões – O terceiro maior exportador mundial de arroz, com cerca de 4 milhões de toneladas métricas anuais, o Paquistão produz principalmente o arroz Basmati, que possui uma excelente qualidade e um preço mais elevado. Os principais compradores desse arroz são os países do Oriente Médio, que utilizam esse alimento na preparação de suas refeições principais.

Estados Unidos, US$ 2 bilhões – As exportações americanas são focadas nas produções desse produto de alta qualidade e com valores mais altos. A principal variedade produzida no território americano é o Carolina Gold, e a exportação do país chega a cerca de 3.3 milhões de toneladas métricas de arroz por ano.

Vietnã, US$ 1.8 bilhões – Esse país vem expandindo a produção desse produto, mas o aumento da sua população pode derrubar as exportações de arroz no futuro. A quantidade de arroz exportada gira em torno de seis milhões de toneladas métricas por ano, fazendo o Vietnã ser o quinto maior exportador em valores globais.

 

Personalidades falecidas que se tornaram figuras icônicas com o passar do tempo

 

Há artistas que mesmo após terem morrido continuam a fazer sucesso. Artistas icônicos como Marylin Monroe, Elvis Presley e Bob Marley continuam conquistando novos admiradores e sendo homenageados nas mais diferentes ocasiões todos os anos.

Frequentemente relembrada nos cinemas e nos palcos de teatro, a figura emblemática da atriz Marylin Monroe, em qualquer circunstância que apareça é causadora de grande frisson.

Já o cantor Elvis Presley, considerado o Rei do Rock, continua sendo um dos artistas mais imitados e reverenciados de todos os tempos, e isso em qualquer parte do mundo.

As músicas do cantor Bob Marley então, essas permanecem até hoje tocando em diferentes rádios, e são cantadas até mesmo por quem nem sequer havia sido concebido na época em que o pai do reggae partiu.

No cenário brasileiro, acontece mais ou menos de forma semelhante, pois por aqui existe um grande número de artistas que se foi há um bom tempo, mas que mesmo assim sobrevivem ao passar do tempo.

À lista de artistas nacionais pertencem nomes como Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Cazuza, Renato Russo e Tim Maia. Músicos que foram bastante conhecidos em suas épocas, mas que ainda conquistam novos fãs a cada ano.

Mas, não é apenas a quantidade de admiradores dos artistas falecidos que aumenta com o passar dos anos não. Já que o conjunto da obra desses artistas continua gerando altos lucros para os herdeiros e familiares.

E fora os artistas do cenário cinematográfico e musical, que na maioria das vezes estão sempre em busca da fama, também há importantes figuras, não pertencentes ao showbiz, que mesmo sem grandes pretensões de fama, se tornaram verdadeiros ícones pop após terem falecido.

O físico Albert Einstein é um deles, assim como a artista plástica Frida Kahlo e também o guerrilheiro argentino Che Guevara, personagens que nos dias atuais já estão integrados a cultura urbana, estampando desde murais de ruas a vestimentas de grife.

 

As plantas mais perigosas do planeta

 

No mundo existem incontáveis espécies de plantas, sendo vitais para a sobrevivência do planeta, já que toda a produção de oxigênio do mundo é proveniente da nossa vegetação. Algumas dessas plantas são usadas inclusive como medicamentos, já outras possuem partes ou a sua totalidade venenosas, sendo fatais para o homem. Por ano várias pessoas morrem pela ingestão de  plantas venenosas  de forma acidental. Algumas plantas são carnívoras e comem pequenos roedores e insetos, sendo fatais para outras espécies. Certas plantas venenosas são cultivadas em jardins, sendo preciso o máximo de cuidado com elas, sendo que algumas delas são:

Castor plant – Essa planta é considerada a mais venenosa do mundo, sendo usada muito frequentemente para decoração. Em 2007, o Guinness World Records citou a planta como a mais venenosa, depois de vários incidentes com crianças, que comeram as mamonas da planta sem saber que eram venenosas.

Suicide tree – Essa espécie apresenta dois tipos, e uma delas é a espécie indiana da região de Kerala e de algumas partes litorâneas, que possuem frutos com sementes extremamente venenosas. Se ingeridas acidentalmente, elas levam à morte e em autópsias, as toxinas venenosas não aparecem como a causadora desse óbito.

Western water hemlock – Encontrada na América do Norte, ela é a mais venenosa de toda essa parte do continente. Com um cheiro agradável, ela faz com que certos animais façam a sua ingestão, podendo levar a morte em até quinze minutos. Em pessoas o efeito começa com uma espuma nos lábios, passando para intensas convulsões, paralisação e insuficiência respiratória.

Oleandro (Oleander) – Essa planta é muito usada em jardins, sendo que na maioria dos casos a sua substância tóxica não leva à morte, mas em casos mais graves isso pode acontecer. Os seus sintomas são dores abdominais podendo vir acompanhado de sangramento, batimentos desiguais e convulsões, que podem ocasionar coma e morte.

Pitcher plant – Representante da família das plantas carnívoras, ela atrai os insetos graças ao seu corpo de várias cores. Quando eles pousam na borda lisa das folhas e escorregam, a planta produz alguns fluidos e enzimas que decompõem o inseto, sendo absorvido pela planta.

Seis dos mais maravilhosos museus de carros do planeta

Para os apaixonados por carros fantásticos, existem pelo mundo alguns maravilhosos museus de automóveis, que apresentam ao público uma série de marcas famosas e cobiçadas. Alguns desses museus que valem muito a pena visitar são:

Museo Storico Alfa Romeo, Arese, Itália – Esse museu leva os seus visitantes a conhecerem a trajetória da marca italiana, e o avanço dos seus carros. O primeiro museu foi criado em 1976, localizado no meio da fábrica da companhia italiana e há pouco tempo, ele reabriu na região metropolitana da cidade de Milão.

Porsche Museum, Sttutgart, Alemanha – Esse museu foi criado em 2009, e a companhia investiu cerca de 100 milhões de euros na sua construção. Espaços luxuosos abrigam cerca de oitenta carros, e modelos como o 550, 356, 917 e o 911, ficam em exposição permanente.

Mercedes-Benz Museum, Stuttgart, Alemanha – Esse é outro museu que pode ser encontrado na cidade alemã de Stuttgart, além do museu da Porsche. Esse museu completou dez anos de existência em 2016 e os visitantes vão conhecer a história da marca, desde que Carl Benz fez a patente do seu primeiro carro, em 1886.

Museo Enzo Ferrari, Modena, Itália – Esse museu foi construído na cidade onde nasceu o fundador da marca, e diversos carros ficam em exposição. Um filme sobre a vida do fundador da Ferrari, também pode ser assistido pelos seus visitantes do museu. Alguns motores de diversos modelos ficam expostos juntamente com os carros da exposição. Os visitantes do museu também podem se sentir dentro de um Fórmula 1, através de um simulador que complementa esse maravilhoso passeio.

Petersen Automotive Museum, Los Angeles, Estados Unidos – Esse museu foi inaugurado em 1994 e cerca de 150 carros ficam expostos nele. Carros do filme mais recente  do agente secreto 007  e outros dois de um filme mais antigo, estão expostos nesse museu. Em comemoração aos cinquenta anos do Mustang, há uma mostra deles também no local.

Museo Lamborghini, Sant’Agata Bolognese, Itália – Esse museu foi inaugurado em 2001 e apresenta uma exposição de carros esportivos da marca Lamborghini. A mostra vai desde o seu primeiro carro, feito em 1964, até os mais recentes modelos.

Escolha do sucessor de Luiz Carlos Trabuco Cappi obedecerá política interna do Bradesco

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Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi é o novo presidente do conselho de administração do Bradesco. A notícia foi dada no dia 10 de outubro de 2017, por meio de uma coletiva de imprensa concedida na sede do próprio banco, onde Lázaro Brandão anunciou sua renúncia do cargo que ocupava desde a década de 1990, quando sucedeu a Amador Aguiar. Aos jornalistas, Brandão afirmou ser importante haver uma renovação dirigida de maneira consciente, uma vez que acredita na necessidade de se perpetuar o legado conquistado pela instituição.

O executivo, entretanto, não se ausentará em absoluto da empresa, pois será o novo presidente do conselho das entidades controladoras da instituição. Alegando uma maior preservação da presidência do conselho administrativo, Brandão disse que sua renúncia veio em um momento em que a organização necessitava de novas disposições para as atividades que devem ser realizadas e que automaticamente ficaram sob a incumbência de Luiz Carlos Trabuco Cappi.

O ex-presidente do conselho de administração do banco ressaltou que os avanços de ordem tecnológica ocorrem de maneira incessante, mas que a instituição tem se esforçado para conseguir acompanhá-los da melhor forma. Em relação ao principal foco da companhia na atualidade, Brandão enfatizou que trata-se de uma reunião dos segmentos doméstico e de varejo. Para exemplificar a atuação da instituição, o executivo relembrou a aquisição de

uma empresa que concorria diretamente com o Bradesco. Ele explicou que apesar de ter demandado a movimentação de uma vultosa quantia, o negócio gerou resultados positivos.

Ao tomar posse do novo cargo, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi passou a ocupar duas funções na empresa. Em face disso, ele aproveitou para salientar a importância de seu antecessor na presidência do conselho de administração da instituição, uma vez que deixou claro que o colega fez parte de umas fases de maior sucesso da companhia. Sobre o desenvolvimento do banco, ele apontou que se trata de uma corporação que possui uma trajetória de vitórias.

A respeito das qualificações necessárias para que um executivo possa ocupar o posto de presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi pontuou que deverá ser um executivo que tenha visão de mercado, ao passo em que também deva ser visionário e continue o caminho já traçado pelo banco, de maneira que não realize profundas transformações, mas consiga projetar o banco para o futuro.

Algumas especulações do mercado financeiro indicam que o banco poderá expandir o número de profissionais que integram o conselho administrativo da organização. Atualmente, após a saída de Brandão, o grupo passou a ter um membro a menos em sua composição. Apesar da empresa não ter confirmado a informação oficialmente, o executivo já deixou claro que se isso realmente vier a acontecer, os novos integrantes serão escolhidos entre os colaboradores da empresa.

O fato de um mesmo executivo acumular várias funções não é novidade em diversos países. Em se tratando do caso de Luiz Carlos Trabuco Cappi, no entanto, tal situação será modificada até o ano de 2018, quando o novo nome a ocupar a presidência do grupo será anunciado.

 

União não poderá contar com R$768 milhões do seu orçamento por causa de má gerência

Estava previsto para 2017, a União receber o primeiro montante proveniente do então lucro conseguido com a negociação do petróleo do Campo de Libra. O governo acreditava que iria obter uma receita de R$768 milhões com a comercialização do óleo. Essa receita chegou a ser inserida no orçamento da meta fiscal. Em setembro a meta de arrecadação dessa quantia se reduziu bruscamente para 190 milhões de reais e por causa de vários atrasos provavelmente a União não terá acesso a 1 tostão desse dinheiro em 2017.

O pior é que nem a previsão da receita de 2018, que estava estipulada em 507 milhões de reais, esta muito certa de ocorrer. Isso porque a Sociedade Anônima responsável não escolheu qual empresa irá realizar a operação da venda do óleo que caberá a União. Essa falta de definição acarreta falta regulamentação clara sobre essa comercialização, o que afugenta as empresas interessadas.

Como definido em lei, o dinheiro que será arrecadado pela negociação do óleo, obrigatoriamente irá para o fundo social, que será utilizado no setor da educação, cultura, esporte, saúde pública, ciência e tecnologia e o meio ambiente. O não recebimento desse capital pode gerar problemas fiscais para a União.

Uma das razões disso estar acontecendo é o atraso do Teste de Longa Duração (TLD), que estava previsto para ocorrer em julho de 2017, com preparação de 30 mil barris de petróleo/dia. A razão desse atraso foi justificada por causa de um problema num equipamento, a Petrobras já notificou que esse entrave já fora resolvido.

Décio Oddone, que é diretor-geral da ANP, disse que a demora ocorre por causa da complexidade das regras, ele ressaltou que houve um processo que demorou meses e acabou caindo na justiça.

O Ministério de Minas e Energia iniciou uma licitação para encomendar um estudo que analisará a politica de longo prazo para a negociação do petróleo e do gás que a União é dona. Essa pesquisa deverá ser entregue em 240 dias, no entanto, o presidente da PPSA já informou que não aguardara o fim desse estudo para realizar a licitação internacional que escolherá o agente comercializador

Usinas termelétricas voltarão a operar com o pedido de combustível à Petrobras

Após garantir o fornecimento de energia elétrica para todo o Brasil neste ano, o CMSE – Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, anunciou no dia 4 de outubro que pedirá uma viabilização do fornecimento de combustível fóssil para a Petrobras, com o objetivo de garantir o funcionamento das usinas termelétricas. Atualmente, o país não conta com o fornecimento de energia das usinas termelétricas, pois a falta de combustível fez com que elas ficassem paradas.

O comitê decidiu fazer o pedido para a Petrobras após constatar que as previsões de chuvas para este ano não serão o suficiente para manter os reservatórios das usinas hidrelétricas a todo o vapor. Com a escassez de chuva nas regiões das hidrelétricas, o governo procura alternativas de energia para abastecer o sistema elétrico do país.

Sendo assim, o comitê anunciou em nota que “reiterou a importância de viabilização de recursos adicionais de usinas termelétricas que se encontram no momento operacionalmente disponíveis, porém sem combustível”.

Dentre as usinas termelétricas do país que estão atualmente paradas estão as usinas da Copal, Araucária, Âmbar Energia, Cuiabá e Termonorte II. Todas elas não estão funcionando por causa da falta de combustível. Entre essas termelétricas, a Araucária e a Cuiabá só operam através de gás natural. Já a Termonorte funciona apenas com o óleo combustível.

O problema do clima seco e da falta de chuva trouxe novamente aquele medo vivido em 2014 do país ficar sem o abastecimento de energia elétrica. Como medida de prevenção, o governo acionou a bandeira vermelha para que o consumo de energia elétrica por parte da população tenha uma diminuição.

Os reservatórios de água das usinas hidrelétricas do país estão em níveis críticos, onde a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, viu a necessidade de tornar a bandeira vermelha a um nível tarifário ainda maior, o chamado patamar II. Sendo assim, a conta de luz que já estava cara por causa da bandeira vermelha agora ficará ainda mais cara para o consumidor que não economizar. O patamar II na bandeira vermelha significa um aumento de R$ 3,40 para cada 100 kWh consumidos pelos brasileiros.

 

Aos poucos a Colômbia vai se recuperando economicamente depois de décadas de conflitos

A Colômbia apesar de apresentar um crescimento contido, o país está se tornando cada vez mais sólido nos últimos anos. Já em 2016, ela começou a investir em infraestrutura, como estradas, portos, transporte público, aeroportos e redes de comunicações, chegando a mais de US$ 60 bilhões em investimentos. O desemprego no país tem se mantido abaixo de 10% há três anos, apesar do setor informal ainda apresentar índices altos.

Esses números são excelentes para um país que há pouco mais de uma década, tinha a previsão de falência total da sua economia, sendo comparada inclusive com o devastado Afeganistão, que vinha de anos de violência política e de um completo caos.

O povo colombiano tem se mostrado mais otimista com esses resultados econômicos, em especial os moradores de áreas mais urbanas do país, que sonham com um futuro melhor.

Com o avanço das negociações de paz com as Farc ( Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o conflito que dura mais de cinquenta anos deve chegar ao fim. A negociação também com a segunda guerrilha da Colômbia, o Exército de Libertação Nacional, já está instituído.

Segundo o professor de ciências políticas e também ex-embaixador na Holanda, Eduardo Pizarro, todos esses conflitos acabaram gerando uma queda no PIB do país, em cerca de 1 a 2% ao ano. Pizarro também é o autor de vários livros sobre as Farc.

Ele ainda completou que o governo e as Farc, não estão negociando a paz porque se arrependeram pelas vidas perdidas durante todas as décadas de conflito, e pelos mais de um milhão de moradores que tiveram que abandonar as suas casas. A paz está acontecendo porque o conflito se tornou inviável, tanto em termos financeiros quanto em termos humanos, para os dois lados envolvidos. A negociação só foi concretizada quando ela deixou de ser mediada, pelos representantes políticos do governo e das Farc, e passou a ser negociada pelos oficiais do Exército colombiano com altas patentes e pelos líderes da guerrilha.

Com a expectativa do término de um dos conflitos mais duradouros da história do mundo, a Colômbia passou a chamar a atenção do mundo de forma positiva, quando o seu presidente ganhou em 2016,  o Prêmio Nobel da Paz.  Outro acontecimento marcou esse ano o país, quando o papa Francisco fez uma visita à Colômbia em setembro, já que o país possui um grande número de católicos.

 

José Auriemo Neto – saiba um pouco da história do presidente da JHSF

A JHSF Participações é uma das principais incorporadoras do país e tem como presidente o paulistano José Auriemo Neto. Conheça um pouco de sua trajetória e dos empreendimentos da companhia.

Rotina do empresário

José Auriemo Neto é um executivo bastante atarefado. Acorda cedo e pouco depois das 8 da manhã já está trabalhando em seu escritório, situado em uma movimentada rua da cidade de São Paulo. O expediente é envolto em projetos, reuniões e papéis até por volta das 10 da noite e não são raras as ocasiões em que fica até um pouco mais tarde.

A rotina de Zeco, como é conhecido pelos amigos, só é quebrada quando ele vai visitar o canteiro de obras ou apresentar um empreendimento a algum investidor, mas sempre a pedido de conhecido. Até férias, o empresário evita tirar. Em uma delas, ele e a família viajaram para França e aproveitou para agendar reuniões com investidores europeus.

A infância foi bem agitada. José Auriemo Neto aprendeu a dirigir com o pai aos 9 e aos 10 já conduzia na praia e na fazenda da família. Aos 17 já ajudava na tomada de decisões na empresa da família, chegando a criar a subdivisão de estacionamentos da JHSF.

Aos 27 anos, em 2003, Zeco assumiu a presidência no lugar do pai, Fábio Auriemo. Com a passar do tempo, passou a investir em diferentes segmentos além das construções: incorporações imobiliárias, administração de shopping centers, hotelaria, gastronomia e administração de um aeroporto estão entre os ramos de atuação da companhia.

Parque Cidade Jardim

Entre os empreendimentos de maior sucesso sob a gestão de José Auriemo Neto está o Parque Cidade Jardim, complexo que reúne em um só endereço torres residenciais, residencial, centro comercial de luxo e um hotel. Localizado na Marginal Tietê, o condomínio é uma opção interessante, pois essa junção do residencial com o comercial evita que os moradores tenham que encarar o trânsito diariamente para trabalhar ou se divertir.

O Parque Cidade Jardim foi inspirado no edifício multifunções Roppongi Hills no Japão. O empreendimento idealizado pelo bilionário Minoru Mori levou 17 anos para ser construído e foram gastos US$ 4 bilhões.

O conceito logo se espalhou para outros países, chegando ao Brasil, idealizado por José Auriemo Neto, que no início foi desmotivado pelo pai, mas logo conseguiu convencê-lo de que o empreendimento seria uma ótima ideia. Então adquiriram o terreno da Eletropaulo e começaram a construir o Parque Cidade Jardim.

Na época em que foi inaugurado, em 2006, o complexo foi avaliado em R$ 1,8 bilhão e 80% das suas 322 unidades foi vendida. O apartamento mais barato, com 2440 m² custava 2 milhões e o mais caro foi comercializado por R$ 18 milhões. A cobertura triplex de 1,8 mil m² foi vendida a um Ermírio de Moraes.

Além dele, outros empreendimentos merecem destaque como o residencial Fazenda Boa Vista, no município de Porto Feliz-SP. O condomínio possui mais de 800 terrenos e casas em mais de 12 milhões de m²; o Catarina Fashion Outlet, destinado ao mercado de luxo.