Personalidades falecidas que se tornaram figuras icônicas com o passar do tempo

 

Há artistas que mesmo após terem morrido continuam a fazer sucesso. Artistas icônicos como Marylin Monroe, Elvis Presley e Bob Marley continuam conquistando novos admiradores e sendo homenageados nas mais diferentes ocasiões todos os anos.

Frequentemente relembrada nos cinemas e nos palcos de teatro, a figura emblemática da atriz Marylin Monroe, em qualquer circunstância que apareça é causadora de grande frisson.

Já o cantor Elvis Presley, considerado o Rei do Rock, continua sendo um dos artistas mais imitados e reverenciados de todos os tempos, e isso em qualquer parte do mundo.

As músicas do cantor Bob Marley então, essas permanecem até hoje tocando em diferentes rádios, e são cantadas até mesmo por quem nem sequer havia sido concebido na época em que o pai do reggae partiu.

No cenário brasileiro, acontece mais ou menos de forma semelhante, pois por aqui existe um grande número de artistas que se foi há um bom tempo, mas que mesmo assim sobrevivem ao passar do tempo.

À lista de artistas nacionais pertencem nomes como Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Cazuza, Renato Russo e Tim Maia. Músicos que foram bastante conhecidos em suas épocas, mas que ainda conquistam novos fãs a cada ano.

Mas, não é apenas a quantidade de admiradores dos artistas falecidos que aumenta com o passar dos anos não. Já que o conjunto da obra desses artistas continua gerando altos lucros para os herdeiros e familiares.

E fora os artistas do cenário cinematográfico e musical, que na maioria das vezes estão sempre em busca da fama, também há importantes figuras, não pertencentes ao showbiz, que mesmo sem grandes pretensões de fama, se tornaram verdadeiros ícones pop após terem falecido.

O físico Albert Einstein é um deles, assim como a artista plástica Frida Kahlo e também o guerrilheiro argentino Che Guevara, personagens que nos dias atuais já estão integrados a cultura urbana, estampando desde murais de ruas a vestimentas de grife.

 

As plantas mais perigosas do planeta

 

No mundo existem incontáveis espécies de plantas, sendo vitais para a sobrevivência do planeta, já que toda a produção de oxigênio do mundo é proveniente da nossa vegetação. Algumas dessas plantas são usadas inclusive como medicamentos, já outras possuem partes ou a sua totalidade venenosas, sendo fatais para o homem. Por ano várias pessoas morrem pela ingestão de  plantas venenosas  de forma acidental. Algumas plantas são carnívoras e comem pequenos roedores e insetos, sendo fatais para outras espécies. Certas plantas venenosas são cultivadas em jardins, sendo preciso o máximo de cuidado com elas, sendo que algumas delas são:

Castor plant – Essa planta é considerada a mais venenosa do mundo, sendo usada muito frequentemente para decoração. Em 2007, o Guinness World Records citou a planta como a mais venenosa, depois de vários incidentes com crianças, que comeram as mamonas da planta sem saber que eram venenosas.

Suicide tree – Essa espécie apresenta dois tipos, e uma delas é a espécie indiana da região de Kerala e de algumas partes litorâneas, que possuem frutos com sementes extremamente venenosas. Se ingeridas acidentalmente, elas levam à morte e em autópsias, as toxinas venenosas não aparecem como a causadora desse óbito.

Western water hemlock – Encontrada na América do Norte, ela é a mais venenosa de toda essa parte do continente. Com um cheiro agradável, ela faz com que certos animais façam a sua ingestão, podendo levar a morte em até quinze minutos. Em pessoas o efeito começa com uma espuma nos lábios, passando para intensas convulsões, paralisação e insuficiência respiratória.

Oleandro (Oleander) – Essa planta é muito usada em jardins, sendo que na maioria dos casos a sua substância tóxica não leva à morte, mas em casos mais graves isso pode acontecer. Os seus sintomas são dores abdominais podendo vir acompanhado de sangramento, batimentos desiguais e convulsões, que podem ocasionar coma e morte.

Pitcher plant – Representante da família das plantas carnívoras, ela atrai os insetos graças ao seu corpo de várias cores. Quando eles pousam na borda lisa das folhas e escorregam, a planta produz alguns fluidos e enzimas que decompõem o inseto, sendo absorvido pela planta.

Seis dos mais maravilhosos museus de carros do planeta

Para os apaixonados por carros fantásticos, existem pelo mundo alguns maravilhosos museus de automóveis, que apresentam ao público uma série de marcas famosas e cobiçadas. Alguns desses museus que valem muito a pena visitar são:

Museo Storico Alfa Romeo, Arese, Itália – Esse museu leva os seus visitantes a conhecerem a trajetória da marca italiana, e o avanço dos seus carros. O primeiro museu foi criado em 1976, localizado no meio da fábrica da companhia italiana e há pouco tempo, ele reabriu na região metropolitana da cidade de Milão.

Porsche Museum, Sttutgart, Alemanha – Esse museu foi criado em 2009, e a companhia investiu cerca de 100 milhões de euros na sua construção. Espaços luxuosos abrigam cerca de oitenta carros, e modelos como o 550, 356, 917 e o 911, ficam em exposição permanente.

Mercedes-Benz Museum, Stuttgart, Alemanha – Esse é outro museu que pode ser encontrado na cidade alemã de Stuttgart, além do museu da Porsche. Esse museu completou dez anos de existência em 2016 e os visitantes vão conhecer a história da marca, desde que Carl Benz fez a patente do seu primeiro carro, em 1886.

Museo Enzo Ferrari, Modena, Itália – Esse museu foi construído na cidade onde nasceu o fundador da marca, e diversos carros ficam em exposição. Um filme sobre a vida do fundador da Ferrari, também pode ser assistido pelos seus visitantes do museu. Alguns motores de diversos modelos ficam expostos juntamente com os carros da exposição. Os visitantes do museu também podem se sentir dentro de um Fórmula 1, através de um simulador que complementa esse maravilhoso passeio.

Petersen Automotive Museum, Los Angeles, Estados Unidos – Esse museu foi inaugurado em 1994 e cerca de 150 carros ficam expostos nele. Carros do filme mais recente  do agente secreto 007  e outros dois de um filme mais antigo, estão expostos nesse museu. Em comemoração aos cinquenta anos do Mustang, há uma mostra deles também no local.

Museo Lamborghini, Sant’Agata Bolognese, Itália – Esse museu foi inaugurado em 2001 e apresenta uma exposição de carros esportivos da marca Lamborghini. A mostra vai desde o seu primeiro carro, feito em 1964, até os mais recentes modelos.

Escolha do sucessor de Luiz Carlos Trabuco Cappi obedecerá política interna do Bradesco

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Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi é o novo presidente do conselho de administração do Bradesco. A notícia foi dada no dia 10 de outubro de 2017, por meio de uma coletiva de imprensa concedida na sede do próprio banco, onde Lázaro Brandão anunciou sua renúncia do cargo que ocupava desde a década de 1990, quando sucedeu a Amador Aguiar. Aos jornalistas, Brandão afirmou ser importante haver uma renovação dirigida de maneira consciente, uma vez que acredita na necessidade de se perpetuar o legado conquistado pela instituição.

O executivo, entretanto, não se ausentará em absoluto da empresa, pois será o novo presidente do conselho das entidades controladoras da instituição. Alegando uma maior preservação da presidência do conselho administrativo, Brandão disse que sua renúncia veio em um momento em que a organização necessitava de novas disposições para as atividades que devem ser realizadas e que automaticamente ficaram sob a incumbência de Luiz Carlos Trabuco Cappi.

O ex-presidente do conselho de administração do banco ressaltou que os avanços de ordem tecnológica ocorrem de maneira incessante, mas que a instituição tem se esforçado para conseguir acompanhá-los da melhor forma. Em relação ao principal foco da companhia na atualidade, Brandão enfatizou que trata-se de uma reunião dos segmentos doméstico e de varejo. Para exemplificar a atuação da instituição, o executivo relembrou a aquisição de

uma empresa que concorria diretamente com o Bradesco. Ele explicou que apesar de ter demandado a movimentação de uma vultosa quantia, o negócio gerou resultados positivos.

Ao tomar posse do novo cargo, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi passou a ocupar duas funções na empresa. Em face disso, ele aproveitou para salientar a importância de seu antecessor na presidência do conselho de administração da instituição, uma vez que deixou claro que o colega fez parte de umas fases de maior sucesso da companhia. Sobre o desenvolvimento do banco, ele apontou que se trata de uma corporação que possui uma trajetória de vitórias.

A respeito das qualificações necessárias para que um executivo possa ocupar o posto de presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi pontuou que deverá ser um executivo que tenha visão de mercado, ao passo em que também deva ser visionário e continue o caminho já traçado pelo banco, de maneira que não realize profundas transformações, mas consiga projetar o banco para o futuro.

Algumas especulações do mercado financeiro indicam que o banco poderá expandir o número de profissionais que integram o conselho administrativo da organização. Atualmente, após a saída de Brandão, o grupo passou a ter um membro a menos em sua composição. Apesar da empresa não ter confirmado a informação oficialmente, o executivo já deixou claro que se isso realmente vier a acontecer, os novos integrantes serão escolhidos entre os colaboradores da empresa.

O fato de um mesmo executivo acumular várias funções não é novidade em diversos países. Em se tratando do caso de Luiz Carlos Trabuco Cappi, no entanto, tal situação será modificada até o ano de 2018, quando o novo nome a ocupar a presidência do grupo será anunciado.

 

União não poderá contar com R$768 milhões do seu orçamento por causa de má gerência

Estava previsto para 2017, a União receber o primeiro montante proveniente do então lucro conseguido com a negociação do petróleo do Campo de Libra. O governo acreditava que iria obter uma receita de R$768 milhões com a comercialização do óleo. Essa receita chegou a ser inserida no orçamento da meta fiscal. Em setembro a meta de arrecadação dessa quantia se reduziu bruscamente para 190 milhões de reais e por causa de vários atrasos provavelmente a União não terá acesso a 1 tostão desse dinheiro em 2017.

O pior é que nem a previsão da receita de 2018, que estava estipulada em 507 milhões de reais, esta muito certa de ocorrer. Isso porque a Sociedade Anônima responsável não escolheu qual empresa irá realizar a operação da venda do óleo que caberá a União. Essa falta de definição acarreta falta regulamentação clara sobre essa comercialização, o que afugenta as empresas interessadas.

Como definido em lei, o dinheiro que será arrecadado pela negociação do óleo, obrigatoriamente irá para o fundo social, que será utilizado no setor da educação, cultura, esporte, saúde pública, ciência e tecnologia e o meio ambiente. O não recebimento desse capital pode gerar problemas fiscais para a União.

Uma das razões disso estar acontecendo é o atraso do Teste de Longa Duração (TLD), que estava previsto para ocorrer em julho de 2017, com preparação de 30 mil barris de petróleo/dia. A razão desse atraso foi justificada por causa de um problema num equipamento, a Petrobras já notificou que esse entrave já fora resolvido.

Décio Oddone, que é diretor-geral da ANP, disse que a demora ocorre por causa da complexidade das regras, ele ressaltou que houve um processo que demorou meses e acabou caindo na justiça.

O Ministério de Minas e Energia iniciou uma licitação para encomendar um estudo que analisará a politica de longo prazo para a negociação do petróleo e do gás que a União é dona. Essa pesquisa deverá ser entregue em 240 dias, no entanto, o presidente da PPSA já informou que não aguardara o fim desse estudo para realizar a licitação internacional que escolherá o agente comercializador

Usinas termelétricas voltarão a operar com o pedido de combustível à Petrobras

Após garantir o fornecimento de energia elétrica para todo o Brasil neste ano, o CMSE – Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, anunciou no dia 4 de outubro que pedirá uma viabilização do fornecimento de combustível fóssil para a Petrobras, com o objetivo de garantir o funcionamento das usinas termelétricas. Atualmente, o país não conta com o fornecimento de energia das usinas termelétricas, pois a falta de combustível fez com que elas ficassem paradas.

O comitê decidiu fazer o pedido para a Petrobras após constatar que as previsões de chuvas para este ano não serão o suficiente para manter os reservatórios das usinas hidrelétricas a todo o vapor. Com a escassez de chuva nas regiões das hidrelétricas, o governo procura alternativas de energia para abastecer o sistema elétrico do país.

Sendo assim, o comitê anunciou em nota que “reiterou a importância de viabilização de recursos adicionais de usinas termelétricas que se encontram no momento operacionalmente disponíveis, porém sem combustível”.

Dentre as usinas termelétricas do país que estão atualmente paradas estão as usinas da Copal, Araucária, Âmbar Energia, Cuiabá e Termonorte II. Todas elas não estão funcionando por causa da falta de combustível. Entre essas termelétricas, a Araucária e a Cuiabá só operam através de gás natural. Já a Termonorte funciona apenas com o óleo combustível.

O problema do clima seco e da falta de chuva trouxe novamente aquele medo vivido em 2014 do país ficar sem o abastecimento de energia elétrica. Como medida de prevenção, o governo acionou a bandeira vermelha para que o consumo de energia elétrica por parte da população tenha uma diminuição.

Os reservatórios de água das usinas hidrelétricas do país estão em níveis críticos, onde a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, viu a necessidade de tornar a bandeira vermelha a um nível tarifário ainda maior, o chamado patamar II. Sendo assim, a conta de luz que já estava cara por causa da bandeira vermelha agora ficará ainda mais cara para o consumidor que não economizar. O patamar II na bandeira vermelha significa um aumento de R$ 3,40 para cada 100 kWh consumidos pelos brasileiros.

 

Aos poucos a Colômbia vai se recuperando economicamente depois de décadas de conflitos

A Colômbia apesar de apresentar um crescimento contido, o país está se tornando cada vez mais sólido nos últimos anos. Já em 2016, ela começou a investir em infraestrutura, como estradas, portos, transporte público, aeroportos e redes de comunicações, chegando a mais de US$ 60 bilhões em investimentos. O desemprego no país tem se mantido abaixo de 10% há três anos, apesar do setor informal ainda apresentar índices altos.

Esses números são excelentes para um país que há pouco mais de uma década, tinha a previsão de falência total da sua economia, sendo comparada inclusive com o devastado Afeganistão, que vinha de anos de violência política e de um completo caos.

O povo colombiano tem se mostrado mais otimista com esses resultados econômicos, em especial os moradores de áreas mais urbanas do país, que sonham com um futuro melhor.

Com o avanço das negociações de paz com as Farc ( Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o conflito que dura mais de cinquenta anos deve chegar ao fim. A negociação também com a segunda guerrilha da Colômbia, o Exército de Libertação Nacional, já está instituído.

Segundo o professor de ciências políticas e também ex-embaixador na Holanda, Eduardo Pizarro, todos esses conflitos acabaram gerando uma queda no PIB do país, em cerca de 1 a 2% ao ano. Pizarro também é o autor de vários livros sobre as Farc.

Ele ainda completou que o governo e as Farc, não estão negociando a paz porque se arrependeram pelas vidas perdidas durante todas as décadas de conflito, e pelos mais de um milhão de moradores que tiveram que abandonar as suas casas. A paz está acontecendo porque o conflito se tornou inviável, tanto em termos financeiros quanto em termos humanos, para os dois lados envolvidos. A negociação só foi concretizada quando ela deixou de ser mediada, pelos representantes políticos do governo e das Farc, e passou a ser negociada pelos oficiais do Exército colombiano com altas patentes e pelos líderes da guerrilha.

Com a expectativa do término de um dos conflitos mais duradouros da história do mundo, a Colômbia passou a chamar a atenção do mundo de forma positiva, quando o seu presidente ganhou em 2016,  o Prêmio Nobel da Paz.  Outro acontecimento marcou esse ano o país, quando o papa Francisco fez uma visita à Colômbia em setembro, já que o país possui um grande número de católicos.

 

José Auriemo Neto – saiba um pouco da história do presidente da JHSF

A JHSF Participações é uma das principais incorporadoras do país e tem como presidente o paulistano José Auriemo Neto. Conheça um pouco de sua trajetória e dos empreendimentos da companhia.

Rotina do empresário

José Auriemo Neto é um executivo bastante atarefado. Acorda cedo e pouco depois das 8 da manhã já está trabalhando em seu escritório, situado em uma movimentada rua da cidade de São Paulo. O expediente é envolto em projetos, reuniões e papéis até por volta das 10 da noite e não são raras as ocasiões em que fica até um pouco mais tarde.

A rotina de Zeco, como é conhecido pelos amigos, só é quebrada quando ele vai visitar o canteiro de obras ou apresentar um empreendimento a algum investidor, mas sempre a pedido de conhecido. Até férias, o empresário evita tirar. Em uma delas, ele e a família viajaram para França e aproveitou para agendar reuniões com investidores europeus.

A infância foi bem agitada. José Auriemo Neto aprendeu a dirigir com o pai aos 9 e aos 10 já conduzia na praia e na fazenda da família. Aos 17 já ajudava na tomada de decisões na empresa da família, chegando a criar a subdivisão de estacionamentos da JHSF.

Aos 27 anos, em 2003, Zeco assumiu a presidência no lugar do pai, Fábio Auriemo. Com a passar do tempo, passou a investir em diferentes segmentos além das construções: incorporações imobiliárias, administração de shopping centers, hotelaria, gastronomia e administração de um aeroporto estão entre os ramos de atuação da companhia.

Parque Cidade Jardim

Entre os empreendimentos de maior sucesso sob a gestão de José Auriemo Neto está o Parque Cidade Jardim, complexo que reúne em um só endereço torres residenciais, residencial, centro comercial de luxo e um hotel. Localizado na Marginal Tietê, o condomínio é uma opção interessante, pois essa junção do residencial com o comercial evita que os moradores tenham que encarar o trânsito diariamente para trabalhar ou se divertir.

O Parque Cidade Jardim foi inspirado no edifício multifunções Roppongi Hills no Japão. O empreendimento idealizado pelo bilionário Minoru Mori levou 17 anos para ser construído e foram gastos US$ 4 bilhões.

O conceito logo se espalhou para outros países, chegando ao Brasil, idealizado por José Auriemo Neto, que no início foi desmotivado pelo pai, mas logo conseguiu convencê-lo de que o empreendimento seria uma ótima ideia. Então adquiriram o terreno da Eletropaulo e começaram a construir o Parque Cidade Jardim.

Na época em que foi inaugurado, em 2006, o complexo foi avaliado em R$ 1,8 bilhão e 80% das suas 322 unidades foi vendida. O apartamento mais barato, com 2440 m² custava 2 milhões e o mais caro foi comercializado por R$ 18 milhões. A cobertura triplex de 1,8 mil m² foi vendida a um Ermírio de Moraes.

Além dele, outros empreendimentos merecem destaque como o residencial Fazenda Boa Vista, no município de Porto Feliz-SP. O condomínio possui mais de 800 terrenos e casas em mais de 12 milhões de m²; o Catarina Fashion Outlet, destinado ao mercado de luxo.

Recursos para prevenção de acidentes de trânsito estão bloqueados há 6 anos

Em uma auditoria feita pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União – CGU, dados revelaram que o governo federal tem bloqueado investimentos que seriam destinados a programas de prevenção de acidentes dentro do período de 2012 a 2017. O total de dinheiro bloqueado chega a R$ 2,24 bilhões, que seriam investidos no Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Segundo os dados do ministério, esse valor acumulado é equivalente a 95,21% do valor de R$ 2,36 bilhões que são arrecadados para esta finalidade.

O relatório do ministério ainda revelou que o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, assegura que 5% de toda a arrecadação de dinheiro com o programa DPVAT, que é aquele seguro obrigatório pago pelos motoristas anualmente, devem ser reservados para os investimentos no Denatran. Essa pequena parcela do valor arrecadado anualmente é usada pelo Denatran nos programas de prevenção de acidentes.

Contudo, esse valor tem sido bloqueado pelo governo federal como uma medida de atingir metas estabelecidas para a economia do Brasil. Os recursos que são de extrema importância para a segurança no trânsito não podem ser bloqueados, segundo a CGU. No relatório, a CGU ainda assegura que essa medida tomada pelo governo federal é considerada ilegal, pois coloca a segurança da população em risco ao cortar a verba obrigatória para a prevenção de acidentes de trânsito.

Neste ano, os bloqueios a prevenção de acidentes somam 6 anos. Em 2012, o governo investiu R$ 57 milhões de R$ 360,4 milhões que deveriam ser investidos. Em 2013, o valor investido foi de R$ 33 milhões quando deveria ser de R$ 445,7 milhões. No ano de 2014 o governo investiu apenas R$ 10 milhões do total que deveria ser de R$ 422,5 milhões. Em 2015 o investimento foi de 12,5 milhões em relação a R$ 436,5 milhões. Já o pior registro foi no ano passado, quando o governo investiu absolutamente nada quando deveria ter investido R$ 441,7 milhões. Neste ano, o governo investiu um valor simbólico de apenas R$ 500 mil, em relação ao total de R$ 253,2 milhões que deveriam ter sido investidos.

O documento elaborado pela CGU diz: “A obrigação disposta no art. 78, parágrafo único e no art. 320, parágrafo único do CTB não admite juízo de oportunidade e conveniência quanto à destinação dos recursos arrecadados com o DPVAT. Entende-se, portanto, que a retenção desses recursos por meio de contingenciamento orçamentário constitui uma conduta que contraria a lei”.

Pesquisadores desenvolvem um método de diagnosticar a Zika de forma mais eficiente

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Quando todos acreditavam que a dengue era o maior mal propagado pelo mosquito, o vírus da zika surgiu virando uma ameaça ao mundo. Apesar de a zika existir a 2 anos, apenas em 2016 a doença eclodiu no Brasil proporcionando um numero assustador de casos, em sua maioria na região Nordeste. Muitos bebes brasileiros nasceram com má-formação cerebral e muitos outros sofreram com deficiências cognitivas e físicas. Felizmente, as ocorrências estão substancialmente menores, em 2017, até agora, cerca de 13350 contágios foram registrados, contra os 205578 de 2016. No entanto, é necessário se preparar, pois a zika pode voltar com mais força.

Essa preocupação se agrava ao considerar a proximidade do verão, que é a estação do ano que propicia a multiplicação do mosquito que transmite a doença. Por isso a importância de aprimorar os métodos de diagnósticos, para que fiquem mais rápidos e mais baratos. E esses atributos não devem ainda comprometer a eficácia, pois não é difícil confundir a zika com outras doenças parecidas, como a dengue ou a chicungunha, Esse tipo de diagnóstico ainda não existe, porem um trabalho noticiado na revista Science Translational Medicine prevê que estará pronto num futuro próximo.

Uma equipe de pesquisadores do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que possui brasileiros, está trabalhando no desenvolvimento de um teste rápido e com baixo custo, aproximadamente 5 dólares a unidade, que segundo os pesquisadores possui a capacidade de identificar os quatro sorotipos da dengue, além da zika. “É importante ter um único teste que diferencie os quatro sorotipos da dengue e o zika porque eles circulam, eles são transmitidos pelo mesmo mosquito (o Aedes aegypti)” explicou a Kimberley Hamad-Schifferli, coautora do projeto e docente na Universidade de Boston.

Foi explicado no artigo que esse teste dura apenas 1/3 de uma hora, e é capaz de mostrar se um paciente está contaminado pelo mosquito, e precisar qual é o vírus, sem riscos de erros que podem prejudicar o tratamento do paciente. Os cientistas contaram com a ajuda de vários outros cientistas em todo o globo, que realizaram testes com sangue retirado de pacientes, e constataram que realmente o teste funciona com precisão. No Brasil, a FIOCRUZ, FAMERJ e a UFMG deram essa contribuição.