Como encontrar clientes para encomendar móveis

Hoje falaremos sobre o campo das vendas de móveis – tanto offline quanto na Internet. Considere as especificidades do nicho, os recursos para atrair o público-alvo, bem como as ferramentas de marketing na Internet, aplicáveis ​​aqui.

Os principais métodos de atração – Listamos as maneiras mais comuns de atrair clientes para um salão de móveis.

Telemarketing – As vendas ativas por telefone são boas em muitos nichos de negócios, no entanto, elas têm especificidades. Essa ferramenta pode elevar a sua empresa vários níveis mais altos e destruí-la por um longo tempo, arruinando sua reputação.

Por exemplo, uma chamada cuidadosa de clientes em potencial que possam precisar de móveis em um futuro próximo dará a você a oportunidade de obter rapidamente os primeiros clientes no primeiro estágio e ganhar peso no mercado, reputação.

No entanto, se você recorrer ao telemarketing “apelativo”, isso não trará nada de bom para o seu negócio. Você não pode entrar no seu espaço pessoal obsessivamente. Não seja como os vendedores irritantes e intrusivos que oferecem todos os tipos de utensílios domésticos.

Seja persistente, mas educado e profissional – e não use os esquemas “cinzentos” para obter contato. Lembre-se de que nossa casa, telefone pessoal etc. é, antes de tudo, nossa “zona de conforto”, espaço pessoal. Para entrar lá, você deve primeiro pedir permissão. Se você recebeu o contato de um chefe grande, antes de ligar, vá ao escritório pessoalmente, conheça essa pessoa e certifique-se de que ela não se preocupe com a comunicação.

Próximo – ligue apenas para os clientes mais segmentados. No mínimo, isso economizará tempo para você e os nervos de seus gerentes – no máximo, trará rapidamente uma boa conversão para pedidos e altos lucros. Seja como for, sem perturbar os clientes não-alvo, você definitivamente salvará sua reputação.

E, finalmente – não use vários métodos para manipular a atenção, a psique etc. Muitos grandes empresários acreditam que um negócio sério e bem-sucedido pode ser construído apenas com base na confiança e na honestidade.

Portanto, o principal é trabalhar exclusivamente com seu grupo-alvo. Seja cuidadoso, educado e correto. Ao fazer uma ligação, entre rapidamente em contato próximo com o cliente – significa que em pouco tempo você descobrirá informações e notícias importantes, processará objeções ou, pelo menos, descobrirá quando será conveniente ligar novamente.

A última dica segue a partir daqui – lembre-se de suas promessas, ligue novamente a tempo. Se uma pessoa já concordou com o próximo contato, obviamente está interessada no produto. Além disso, quanto mais contatos pessoais você tiver com um cliente, mais perto você se conhecerá e melhor (idealmente) seu relacionamento.

DUDA MELZER (EDUARDO SIROTSKY MELZER); COMO SUPERAR O FRACASSO COMO EMPREENDEDOR

Ser um empreendedor de sucesso não significa que nunca se cometa um erro. Pelo contrário, os empresários mais bem-sucedidos tiveram seu quinhão de fracassos.

Eduardo Sirotsky Melzer é um empresário de sucesso no Brasil. Ele fundou duas empresas, EB Capital e e.Bricks Ventures, em 2017 e 2013, respectivamente. Ele também é presidente do Grupo RBS , uma empresa de mídia na América do Sul e no Brasil.

Ao longo de sua carreira, ele conquistou diversas honrarias e prêmios, como ser nomeado Empreendedor do Ano na categoria Empresa Familiar (Ernst e Young) e ser convidado a participar da lista de Líderes do Cambridge Institute for Family Enterprise em 2015.

Superando Falha

Duda Melzer vê o fracasso como uma experiência de aprendizado. Segundo ele, quando ainda era novo no Grupo RBS, houve um movimento em que todas as empresas de mídia tentavam incorporar tecnologia em suas operações. Parte dessa tendência foi provocada pelo Facebook e pelo Google, concentrando sua atenção no Brasil; portanto, a base de clientes da maioria das empresas de mídia foi afetada.

Isso fez com que Melzer tentasse competir com os especialistas em tecnologia em seu próprio jogo, e não acabou tão bem. No entanto, ele aprendeu uma lição valiosa com essa experiência: o Grupo RBS é excelente em gerenciar e administrar empresas.

Duda Melzer disse que, se nunca tivesse dado o passo ou falhado, nunca teria tido a inspiração e a determinação de iniciar a EB Ventures.

Eduardo Sirotsky Melzer também disse que receber um ‘Não’ não significa o fim da estrada. Toda pessoa de negócios bem-sucedida teve que fracassar e se esforçar para tornar sua visão realidade. Isso significa que não se deve desistir facilmente. Em vez disso, você deve acreditar em sua visão, cercar-se de uma equipe de pessoas confiáveis ​​e continuar tentando até acertar.

Duda Melzer é formada em Administração de Empresas pela PUC. Ele também possui um MBA da Harvard Business School. Melzer permanece produtivo e motivado por ter uma forte rede de pessoas em quem confia. Ele poupa tempo todos os dias para passar com sua família.

Eduardo Sirotsky Melzer serve o Grupo RBS como presidente e trabalha como empresário no Brasil há muitos anos. Ele também atua na EB Ventures, como CEO e presidente do conselho, e continua usando suas habilidades para ajudar no crescimento de startups . O apelido de Eduardo é Duda Melzer e, como empresário, ele foi homenageado com muitos prêmios diferentes durante sua carreira. Ele ajudou a criar o Grupo RBS com a ideia de que ajudaria outras empresas investindo nelas. O Grupo RBS também atende empresas, ajudando-as a cuidar de suas operações e equipes de gerenciamento.

Duda Melzer gosta de acordar de manhã cedo para poder se exercitar. Ele aprendeu que isso lhe dá energia para lidar com qualquer coisa que surja durante o dia. Melzer faz o possível para se manter flexível, porque nenhum de seus dias é o mesmo. Quando seu dia de trabalho termina, ele geralmente gosta de passar tempo com sua família.

O futuro é marketing transparente?

Vários estudos mostram que entre 3.000 e 20.000 mensagens de marketing atingem o consumidor médio diariamente. Obviamente, a maioria deles passa despercebida, e uma das razões é a reação defensiva natural da psique humana. As pessoas desenvolveram imunidade à publicidade intrusiva e não confiável. Portanto, os especialistas estão falando cada vez mais sobre “marketing transparente” (marketing de transparência), que assume a máxima honestidade e abertura.

O conceito de marketing transparente é baseado na ideia de honestidade radical, que há vários anos o psicoterapeuta americano Brad Blanton apresentou em seu artigo para a revista Esquare. A essência da ideia é simples – sempre diga apenas o que pensa. Se você não gosta de algo, diga. Se você está entediado, me diga.

À primeira vista, isso pode parecer extremo, mas o conceito de transparência em pensamentos e relacionamentos está encontrando cada vez mais adeptos, e não apenas na psicologia, mas também no marketing e no mercado da economia. Isso é especialmente visível em publicações em blogs corporativos populares sobre marketing e startups como Moz, Buffer, Groove. Eles geralmente contêm elementos de “striptease financeiro” e também falam abertamente sobre notícias, técnicas de marketing, casos e indicadores-chave.

Do ponto de vista ético, honestidade e transparência não são perguntas. Mas qual é a eficácia de uma empresa compartilhar seu desempenho, ideias e estratégias de crescimento? E se funcionar, então por quê?

Isso é evidenciado por estudos realizados em 2010 por Steven Norman (Steven M. Norman) da Escola de Negócios da Universidade do Colorado. Participaram 304 indivíduos, caracterizados por um nível diferente de liderança e sinceridade. Como resultado, verificou-se que esses dois indicadores são levados em consideração pelas pessoas ao elaborar opiniões sobre a eficácia geral do líder. Os escravos querem confiar nos líderes, especialmente se os liderarem em situações difíceis.

Além disso, pesquisas relevantes mostraram que cerca de 90% dos entrevistados prefeririam que as empresas fossem o mais abertas possível aos seus consumidores. E a empresa está gradualmente atendendo a esses desejos, porque vê isso como um benefício para si, pois a confiança do cliente é um recurso valioso que afeta o crescimento da receita.

WhatsApp irá elevar patamar de pagamentos digitais no Brasil, dizem especialistas

Após a divulgação de notícias sobre a inclusão do WhatsApp para pagamento e de realização de transferências de dinheiro por meio do aplicativo, os consumidores e usuários do app ficaram otimistas com esse novo recurso. O novo serviço aponta um amadurecimento do mercado de pagamento e transferências digitais no país. Essa forma de pagamento vem se tornando cada vez mais utilizada ao redor do mundo na última década.

Muitas empresas de tecnologia, envolvidas no setor de finanças, especializadas em pagamentos e transferências, tiveram um largo crescimento durante o período. O envio de dinheiro através de aplicativos utilizados por lojas físicas tiveram um crescimento bastante considerável entre 2018 e 2020, saltando de 4% para 21%.

De acordo com informações divulgadas pela consultoria focada em aplicativos, App Annie, há no Brasil uma base fiel de usuários deste serviço digital. Muitos já são oferecidos por bancos e fintechs que enxergaram neste público um grande mercado em expansão. O Brasil é um dos países que mais expandiram sua base de clientes em contas digitais com a França, Indonésia, Canadá, Alemanha, Reino Unido e Rússia.

O WhatsApp já é considerado parte fundamental da infraestrutura de comunicação ao redor do mundo, tendo um dos maiores públicos o brasileiro. A implementação de pagamentos por meio do aplicativo teve o Brasil como pioneiro para este tipo de serviço, considerando que em breve mais empresas estarão oferecendo este serviço no país.

De acordo com o advogado Ronaldo Lemos, os responsáveis pelo WhatsApp quiseram largar na frente por essa disputa de mercado que acabou sendo intensificada pela pandemia de coronavírus.

“Com a pandemia, os serviços digitais tiveram uma alta bastante relevante, principalmente os de comunicação e pagamento. Esse é um reflexo da necessidade de serviços de pagamentos e transferências que bancos tradicionais e empresas deixaram de investir na última década”, explica Lemos. “No caso do WhatsApp, já existe um serviço bastante amplo de rede social entre as pessoas. A ideia de utilizar essa ampla rede de comunicação para pagamentos e transferências pode elevar ainda mais o patamar de amadurecimento do país nos serviços digitais”, reforça Lemos.

Os melhores softwares para marketing digital.

É claro que você conhece algumas automações do marketing digital. Trabalhar com softwares para o marketing digital é algo que deve ganhar espaço no mercado a cada dia. É importante saber que essas mudanças e automações estão cada vez mais presente na vida dos empresários e, portanto, trabalhar nelas é de suma importância para que seus lucros aumentem.

Segundo algumas notícias alguma ferramenta tem ganhado destaque nesse mercado. Se imaginarmos que até pouco tempo atrás muitos investidores não sabiam nem da existência do marketing moderno e que de repente ouve um “boom” de investimentos nessas áreas, podemos pensar que as consequências das automatizações deixem isso mais claro ainda.

São diversas as funções desses recursos. Automação de marketing, Gestão de mídias sociais, Chatbot, CRM, Analytic e Business Intelligence. Cada um com uma função bem similar no que diz respeito a melhoras para o rendimento dos negócios.

Uma plataforma bastante conhecida dos empresários é a Kmaleon. Nela você encontra uma infinidade de opções para incrementar

O e-mail marketing como maior gerador de ROI do mercado digital.

Sabemos que um dos segmentos do mercado com maior crescimento é o e-mail marketing. No mundo dos negócios atuais a maioria dos empresários optam por utilizar dessa estratégia.

Quando o assunto é vender em grande escala talvez esse não seja a melhor opção, porém é inegável que como converto de leads ele é um dos melhores do mercado, você pode começar com um negócio pequeno, mas a vantagem de usar o e-mail marketing são diversas.

Além da facilidade ao manusear as mensurações do seu site, você pode contar com automações desenvolvidas, em plataformas que apresentam ótimas soluções para empresários. Empreendedores acreditam que mesmo o mundo mudando sua forma de fazer publicidade, a digitalização tem feito isso pouco a pouco, a ferramenta de enviar e-mail irá continuar gerando bastante ROI para as empresas.

Considerando o grande desenvolvimento desse tipo de estratégia no mercado, as alterações que sofreram podemos dizer que atualmente ela não é a ferramenta mais atrativa para muitos negócios, contudo, segundo notícias, continua sendo a que mais gera ROI, chegando a uma taxa de 3800%.

O retorno sobre investimento é um dos itens mais cobiçados por profissionais do mundo empresarial, é ele quem diz se você está investindo corretamente e, nos e-mails, a forma mais clara de enxergar isso é partindo do tempo gasto para a conversão e o trabalho para que alguém compre um produto.

Digamos que para convencer alguém de que sua marca irá satisfazer a vontade de alguma pessoa necessite criar certos vínculos, enviar conteúdo a partir da internet é um deles. Nem sempre o ROI é suficiente para suprir alguma demanda. Se você gasta 50 R$ para que alguém compre um produto de 70 R$, você perdeu dinheiro e tempo.

Como dito, com um ROI de 3800% o mercado tende a utilizar o e-mail marketing em seus negócios para conseguir vender, principalmente quando o objetivo é encantar um público-alvo.

Grupo holandês investe US$ 282 milhões na produção de alimentos veganos

A marca holandesa Violife, de responsabilidade do grupo Upfield, divulgou recentemente notícias anunciando um mega investimento de US$ 282 milhões para a produção de alimentos vegano. O grupo que também vende seus produtos no Brasil, fez o anúncio em junho deste ano. Segundo estimativas, a marca irá inaugurar uma fábrica até o mês de dezembro de 2021 na cidade de Wageningen, uma cidade holandesa histórica que acabou tornando-se um tipo de Vale do Silício da indústria alimentícia no país.

A localização escolhida pela empresa de alimentos também considera o fato de existir a Universidade de Wageningen por perto, uma universidade considerada uma das maiores referências mundiais quando o assunto são os estudos e métodos desenvolvidos sobre alimentação saudável. “As notícias apontam o compromisso ambicioso com as pesquisas envolvendo alimentos saudáveis. Existe um excelente histórico de estudos e métodos descobertos pela Upfield na criação de manteigas, queijos, cremes, todos à base de vegetais”, explica David Haines, CEO da Upfield.

“O novo Centro de Ciência de Alimentos da Upfield permite darmos um grande passo rumo ao desenvolvimento de mais opções de alimentos veganos e levá-los até a casa das pessoas. As pessoas poderão ter mais opções de alimentos de origem vegetal no mercado. Hoje, as opções de alimentos industriais veganos estão em alta, e isso é uma realidade em diversos países que já demonstraram sua preocupação com o meio ambiente”, diz Haines.

Segundo um relatório divulgado pela rede de supermercados Jumbo e Albert Heijin, ambas líderes no ramo de alimentos saudáveis na Holanda, já estavam disponíveis pelas duas companhias entre 100 e 200 substitutos da carne até o final de 2019. Os dados foram divulgados junto ao veículo de imprensa NOS (Nerdelandse Omroep Stichting). Ao todo, o relatório apontou que foram gastos US$ 123 milhões de euros com alimentos que substituem a carne durante o período.

Esses resultados surtem efeitos em outras redes de supermercados que nunca pensaram em vender alimentos veganos substitutos da carne. Os grandes, médios e pequenos empreendimentos na Holanda passaram a avaliar melhor sua posição diante deste mercado em grande expansão e estão cada vez mais envolvidos com essa opção de alimentos nas gôndolas.

Toyo Setal vence licitação e assume conclusão das obras de utilidades do COMPERJ

Passados mais de um ano do início do certame, a Toyo Setal foi a empresa vencedora do processo licitatório lançado pelo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) para conclusão das obras de utilidades (infraestrutura administrativa e operacional), que estavam paralisadas desde o ano de 2015.

O sucesso na licitação não foi por acaso. De início, as cartas convite do procedimento licitatório só foram enviadas para empresas cadastradas na Petrobras, ou seja, somente para as que tinham capacidade técnica e saúde financeira previamente comprovadas. Essa medida é uma praxe e serve para garantir que o empreendimento seja entregue apenas a empresas que possam suportar o volume de trabalho e de investimento que a obra irá exigir, nível no qual se enquadra a Toyo Setal.

Na sequência, o projeto de uma obra já iniciada, como era o caso, e seus respectivos custos, foi criteriosamente elaborado por um grupo multidisciplinar de profissionais da Toyo Setal, que realizaram inúmeras visitas ao local das obras e, assim, puderam estabelecer uma descrição minuciosa do objeto, garantindo uma proposta extremamente adequada e, em consequência, menos onerosa.

A assinatura do contrato entre a Toyo Setal e o Comperj, que aconteceu em 16 de setembro de 2019 e teve a autorização de serviço emitida no mês de outubro, guardou especial significado, uma vez que marcou a retomada dos negócios com a Petrobras, que é sua cliente mais importante. O trabalho deverá ser finalizado em aproximadamente 18 meses.

Para o município de Itaboraí e região, onde o Comperj está localizado, o reinício das obras marcou o reaquecimento da economia, a começar pela geração de aproximadamente 1000 empregos diretos e 4000 indiretos, o que implicou em um aumento considerável da capacidade financeira local, algo muito importante também para a Toyo Setal e o papel social que uma empresa desse porte pretende desempenhar para a comunidade.

Agrishow 2020 é adiada para abril do ano que vem

A Feira internacional de Tecnologia agrícola — a Agrishow — maior feira do ramo na América Latina, não acontecerá em 2020. Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a edição de número 27 do evento foi adiada para 2021, e acontecerá entre os dias 26 e 30 de abril, segundo o que informou a organização, no último dia 4 de junho.

A expectativa é que ocasião reúna — na cidade de Ribeirão Preto (SP), onde sempre acontece — cerca de 800 marcas expositoras e mais de 150 mil visitantes. Isso tudo em uma área de 520.000 m². A intenção é trazer o que há de mais novo no mercado em tecnologia agrícola. Vale salientar que boa parte dos equipamentos que são expostos na feira é de grande porte, e envolve até liberação alfandegária.

Em termos econômicos, na edição de 2019, a Agrishow movimentou R$2,9 bilhões de reais em negócios, em cinco dias de duração — número 6,4% maior do que a de 2018. Foram 159 mil pessoas que circularam pelo local. O evento costuma receber a visita de administradores de fazendas e demais áreas rurais, de agricultores, de produtores rurais, de consultores, de engenheiro agrônomos, de técnicos agrícolas e de executivos da indústria e do governo pecuarista.

 A 26° edição da feira internacional também contou com a participação de diversas empresas do setor agrícola e do setor tecnológico — dentre elas, montadoras de veículos e máquinas agrícolas, bem como empresas do ramo aeronáutico e demais tipos de serviços.

Ainda, dentre os segmentos presentes na Agrishow, costumam estar: agricultura de armazenagem (silos e armazéns); agricultura familiar; pecuária; fertilizantes; sementes; equipamentos de segurança (EPIs); equipamentos para irrigação; autopeças; ferramentas; máquinas para construção; transportes; embalagens; produção de biodiesel; serviços financeiros; seguros; revistas e publicações técnicas; e software e hardware.

FecomercioSP orienta os empresários a respeito da reabertura dos negócios

A permissão para a reabertura da modalidade presencial dos negócios no Brasil está acontecendo gradualmente durante a atual crise mundial de saúde, causada pelo surto de coronavírus (Covid-19). No caso de São Paulo, por exemplo, o Governo do Estado iniciou no mês de junho o plano de flexibilização das restrições feitas às atividades de comércio e serviços — que foram uma forma de diminuir a propagação do vírus.

 Entretanto, para que a segurança de todos seja preservada, é preciso preparo. Pensando nisso, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) fez algumas recomendações nesse sentido que devem ser observadas pelas empresas.

“Para reduzir o risco de contágio e, assim, evitar que o surto de Covid-19 colapse o sistema de saúde, os estabelecimentos comerciais e de serviços precisam adotar medidas sanitárias e de distanciamento social, que devem ser seguidas por funcionários e clientes”, alertou a entidade em reportagem publicada no dia 4 de junho.

Dentre as orientações da FecomercioSP estão a adoção de medidas básicas dentro dos empreendimentos — como a higienização frequente de escritórios, lojas e objetos de uso comum, e a disponibilização de álcool em gel 70% para todos que entrarem no estabelecimento em questão. Outras orientações que devem ser seguidas é a utilização de máscaras durante o período que vigorar o estado de calamidade pública — tanto pelos funcionários quanto pelos clientes; e reorganização da escala de trabalho dentro da empresa para que não haja aglomeração de pessoas nos locais de serviço.

As ações, no entanto, não param por aí. Para que todos os donos dos seus próprios negócios, bem como seus os funcionários e clientes, fiquem por dentro das medidas necessárias no combate à Covid-19, a Federação do Comércio montou um e-book com as diretrizes sanitárias e de distanciamento social que são fundamentais para que as empresas mantenham-se com as portas abertas de maneira segura. Confira, aqui, o conteúdo digital!

Dia livre de Impostos contou com a participação mais de 850 negócios

No último dia 4 de junho, ocorreu o chamado “Dia livre de Impostos” — um acontecimento anual que promete descontos de até 70% para o consumidor que comprar nas lojas cadastradas para o evento. Este ano, foram 883 negócios participantes, de 155 cidades e 18 Estados diferentes. 

A intenção da iniciativa — que já está em sua 14° edição e é promovida pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL) — é conscientizar a população a respeito da alta taxa da carga tributária do segmento varejista no Brasil. O projeto também visa sensibilizar as autoridades estatais da necessidade de haver reformas estruturais no modelo fiscal do País.

“O brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar imposto. A carga tributária representa 35% do nosso PIB [Produto Interno Bruto]. É caro para o consumidor e caro para o lojista”, enfatizou o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo, Maurício Stainoff.

Segundo os organizadores do Dia livre de Impostos, o Brasil é o 14º, em um ranking de 30 países, que mais arrecada impostos — entretanto, está na última posição entre os países que mais retornam esse dinheiro para a população. “Apenas nos setores de maquiagem e eletrônicos as cargas tributárias são de 58% e 43%, respectivamente”, escreveu o texto no site do evento.

Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a edição deste ano foi realizada 100% online, através da plataforma dialivredeimpostos.com.br. Os descontos do Dia livre de Imposto, em geral, aplicam-se para diversas categorias — entre elas, a de bebidas, a de maquiagem, a de bijuterias, a de perfumes, a de vestuário, a de sapatos, a de eletrônicos, a de eletrodomésticos, a de utensílios para casa, a de brinquedos, e a de remédios. Alguns restaurantes, academias, salão de beleza, papelarias, dentre outros negócios também entraram no “protesto”.