Inovação com alta performance é foco de Toyo Setal

A Toyo Setal é uma empresa brasileira da área de engenharia que recebeu um reconhecimento no dia 19 de agosto. Em uma reunião significativa com diversos representantes do poder público, o Prêmio Homem das Comunicações do Ano foi entregue pela ABERIMEST (Associação Brasileira das Empresas de Engenharia e Profissionais das Telecomunicações e Infraestrutura/TI).

A Toyo Setal já recebe a sua quinta homenagem pelo avanço tecnológico com uma interface web em que clientes e fornecedores trabalham em conjunto em projetos. A empresa já investe em inovação desde a sua criação há 10 anos, quando no Brasil, o ramo de engenharia estava começando a ter contato com a transformação digital.

A plataforma da Toyo Setal ganhou três prêmios internacionais da AVEVA, que reconhece os usuários que melhor utilizam os sistemas. O prêmio confirma que as medidas usadas para trazer soluções pela empresa são eficientes por trazer impactos positivos.

O sistema do Portal EPC teve aplicação em diferentes projetos da Toyo Setal, empresa que pertence ao mesmo grupo da EBR-Estaleiros do Brasil Ltda. A eficiência dessa ferramenta é capaz de trazer diversos benefícios como uma governança mais avançada, capacidade de previsão e transparência mais eficiente. Além disso, o partilhamento de informações estão disponíveis no sistema para o cliente que possui interface WEB.

O desenvolvimento de soluções que se adaptam às necessidades dos clientes com uma tecnologia inovadora é o foco da empresa. Projetos com uma alta complexidade que precisam de recursos integrados ganham uma execução mais completa. As atividades da Toyo Setal trazem uma performance com um nível excelente e de qualidade.

A execução dos serviços conta com uma equipe de profissionais com um nível de excelência e expertise, que geram resultados na alta produtividade para atingir os objetivos da empresa e de seus clientes. O planejamento segue um padrão de qualidade que se diferencia no Brasil e no mundo.

Por que preciso editar as informações de cobrança?

Do ponto de vista do usuário, uma das vantagens das lojas online é a capacidade de salvar os dados do cartão bancário já inseridos, o que simplifica bastante o processo de compra nas visitas subsequentes. Se os dados do cartão são relevantes, é isso que acontece. Os problemas começam quando as informações e notícias precisam ser alteradas. Muitos recursos guiam seus clientes por algoritmos complexos e incompreensíveis, tornando esse processo aparentemente simples incrivelmente entediante.

Vale ressaltar que algumas lojas de eletrônicos tentam evitar essa situação, dando a oportunidade de adicionar um novo número de cartão, mas as funções de alterar ou excluir dados são muito menos comuns. Alguns recursos sugerem alterar os dados no perfil, mas essa não é a melhor solução: o usuário precisa acessar sua conta pessoal mais uma vez, procurar uma seção com informações de pagamento, interrompendo o processo de compra.

Quando o cartão expira, muitos bancos emitem um novo com o mesmo número e prazo estendido. Parece que esse recurso deve simplificar a vida dos visitantes das lojas on-line: agora você não precisa inserir todas as informações, criar um novo registro de dados desatualizados e fácil de excluir, e a atualização é rápida e simples. No entanto, na vida real, essas expectativas estão longe de serem sempre atendidas. Essa injustiça afeta especialmente os usuários de dispositivos móveis que precisam digitar novamente as informações já conhecidas pelo sistema: o número do cartão, o nome do proprietário e várias vezes para verificar se tudo está indicado corretamente.

Para não forçar seus clientes a executar ações desnecessárias, adicione os elementos clicáveis ​​”Editar” e “Excluir” para os dados do mapa salvos. O número do cartão em si não precisa ser exibido na íntegra, deixe as informações mínimas necessárias para que o visitante possa identificar o método de pagamento. Por exemplo, mostre os quatro últimos dígitos, o tipo ou o nome sob o qual o usuário o salvou (por exemplo, “Visa”).

Facilite para os usuários editar as informações nesses campos. Não force a entrada de informações de cartão de crédito já salvas. A edição deve levar à criação de um novo registro atual, e não à duplicação do anterior.

Haters e atos prejudiciais estragam a diversão das redes sociais

Quem está nas redes sociais pode se deparar com pessoas que são simpáticas e carismáticas, mas nem todo mundo é assim. Existem diversas pessoas que se dedicam em deixar o dia da outra mais amargo. A maioria desses perfis, que recebem uma enxurrada de críticas e até mesmo ofensas, são de pessoas de destaque na internet: influenciadores, youtubers e blogueiros. A fama, nesse caso, traz um ônus que ninguém quer: ser desrespeitado.

Na vida real, as pessoas se deparam com outras que podem criticar algum aspecto do comportamento, mas, nas redes sociais, isso se torna desproporcional. Os haters (“odiadores” em tradução literal) que estão por detrás de um celular, computador e tablet se tornam mais desinibidos para enviar mensagens de ódio e antipatia. Profissionais expostos na internet precisam saber lidar com maturidade com a falta de maturidade dos internautas que gostam de alfinetar alguém desprevenido.

Em uma rede social chamada Twitch, usada por jovens para fazer vídeos ao vivo (livestreaming), os usuários saciam a vontade de compartilhar momentos pessoais da vida, tudo por causa do fascínio que a internet gera em ser notado. O perigo está em fazer um personagem que não se diferencia da pessoal da vida real.

Se uma pessoa cria expectativas e passa a viver de uma maneira que sua autoestima depende da internet, emocionalmente esse comportamento pode ser devastador. Os comentários e as aprovações das postagens podem levar muitos likes, mas, quando alguém apenas se importa com isso, as atitudes na vida real podem se tornar prejudiciais onde tudo o que vale é ser bem visto nas redes sociais.

O perigo é ter uma ação extrema para ser notado e ser uma das notícias do dia sem se importar se alguém ou a própria pessoa está fazendo mal para ela mesma. Transmitir situações trágicas de si mesmo ou de pessoas, evidencia um perfil apelativo que pode ultrapassar alguns limites.

Existem  situações reais que foram transmitidas no Facebook, por exemplo, em que uma pessoa estava se suicidando. Fatos trágicos e danosos estão sendo monitorados para não serem veiculados no Instagram. No ano passado, em fevereiro, um adolescente exibiu a própria morte suicida pelo TikTok. Após o ocorrido, a rede social destacou que está melhorando a sua moderação de conteúdo.

Haters e atos prejudiciais estragam a diversão das redes sociais

Quem está nas redes sociais pode se deparar com pessoas que são simpáticas e carismáticas, mas nem todo mundo é assim. Existem diversas pessoas que se dedicam em deixar o dia da outra mais amargo. A maioria desses perfis, que recebem uma enxurrada de críticas e até mesmo ofensas, são de pessoas de destaque na internet: influenciadores, youtubers e blogueiros. A fama, nesse caso, traz um ônus que ninguém quer: ser desrespeitado.

Na vida real, as pessoas se deparam com outras que podem criticar algum aspecto do comportamento, mas, nas redes sociais, isso se torna desproporcional. Os haters (“odiadores” em tradução literal) que estão por detrás de um celular, computador e tablet se tornam mais desinibidos para enviar mensagens de ódio e antipatia. Profissionais expostos na internet precisam saber lidar com maturidade com a falta de maturidade dos internautas que gostam de alfinetar alguém desprevenido.

Em uma rede social chamada Twitch, usada por jovens para fazer vídeos ao vivo (livestreaming), os usuários saciam a vontade de compartilhar momentos pessoais da vida, tudo por causa do fascínio que a internet gera em ser notado. O perigo está em fazer um personagem que não se diferencia da pessoal da vida real.

Se uma pessoa cria expectativas e passa a viver de uma maneira que sua autoestima depende da internet, emocionalmente esse comportamento pode ser devastador. Os comentários e as aprovações das postagens podem levar muitos likes, mas, quando alguém apenas se importa com isso, as atitudes na vida real podem se tornar prejudiciais onde tudo o que vale é ser bem visto nas redes sociais.

O perigo é ter uma ação extrema para ser notado e ser uma das notícias do dia sem se importar se alguém ou a própria pessoa está fazendo mal para ela mesma. Transmitir situações trágicas de si mesmo ou de pessoas, evidencia um perfil apelativo que pode ultrapassar alguns limites.

Existem  situações reais que foram transmitidas no Facebook, por exemplo, em que uma pessoa estava se suicidando. Fatos trágicos e danosos estão sendo monitorados para não serem veiculados no Instagram. No ano passado, em fevereiro, um adolescente exibiu a própria morte suicida pelo TikTok. Após o ocorrido, a rede social destacou que está melhorando a sua moderação de conteúdo.

A maneira do cliente, ou como entender seus clientes?

Mover leads pelo funil de conversão da familiarização para a ação direcionada pode ser um caminho difícil e sinuoso. Até você entender cada etapa em detalhes, haverá um risco de erro.

Primeiro, você deve conversar com os especialistas do departamento de vendas ou do atendimento ao cliente – eles se comunicam com seus clientes atuais e com potenciais compradores. Você precisa descobrir informações demográficas, por exemplo, o sexo e a idade de seus clientes, além de fazer um retrato psicológico do seu cliente típico: quais são os interesses de seus clientes, o que eles costumam comprar, como se comportam etc.

Digamos, se você é um vendedor de bebidas de elite, seus compradores típicos serão principalmente homens que moram em cidades e têm renda um pouco acima da média. Entre seus interesses, moda e carros podem ser observados. Essas informações podem ser obtidas em uma pesquisa com gerentes de vendas.

Por que você precisa da imagem de um comprador ideal ou da Persona do comprador?

Os profissionais de marketing geralmente os designam com o termo “pessoa que faz compras” ou “retrato de um cliente ideal”. No entanto, por enquanto, é melhor conviver com o conceito de “característica”, uma vez que é mais generalizado.

Portanto, na etapa anterior, você reuniu informações gerais sobre clientes típicos da empresa. Agora você pode usar as ferramentas de publicidade do Facebook ou de outra rede social para descobrir quantas pessoas se enquadram nessas características demográficas e comportamentais. Por exemplo, no Twitter, você pode usar uma ferramenta chamada Followerwonk para descobrir quais notícias seus clientes comuns estão acompanhando, quais marcas eles estão prestando atenção, quais mídias eles estão lendo e cujos blogs eles estão lendo.

Para esses fins, você pode usar outras ferramentas. Por exemplo, se você pesquisar apenas o conteúdo que seus clientes comuns estão explorando, poderá acessar uma pesquisa no Google. Além disso, você pode explorar as informações no Instagram, Pinterest ou LinkedIn.

Há também uma ferramenta muito útil chamada FullContact. Para usá-lo, você precisará baixar o banco de dados de endereços de e-mail de seus clientes. Depois disso, o próprio sistema encontrará recursos semelhantes em seus perfis nas redes sociais.

Iniciativa da Apur devolve 17 mil peixes para o Rio Feio, em Rinópolis, SP

No dia 23 de fevereiro de 2020, foi promovida uma ação de repovoamento de alevinos no Rio Aguapeí. Essa espécie de peixe que vem sofrendo bastante com a pesca predatória na região. A iniciativa de ativistas pescadores na região permitiu a soltura de 17 mil peixes na tarde do dia 23. As notícias sobre o repovoamento da espécie de alevinos foram divulgadas nas mídias locais e em sites relacionados como o assunto. O Rio Aguapeí fica localizado em Rinópolis, São Paulo. Esse é um importante rio do estado, também conhecido como Rio Feio, com vários trechos não afetados pela poluição das cidades próximas.

“Esse é um processo fundamental para a proliferação de peixes no Rio Feio. Dentre os rios do estado que já foram ótimos para a pesca, mas hoje sofrem com a escassez por causa da pesca descontrolada, podemos citar o Rio Feio”, explica Igor Augusto Gibara de Oliveira, pescador e morador da região. Os alevinos que são repostos no rio pertencem a três espécies: piaçu, piapara e pintado, peixes que fazem parte do Rio Aguapeí. “Estes peixes irão ajudar a repovoar a natureza novamente. Todos os peixes que devolvemos para o rio, estarão desovando daqui a dois anos. Ou seja, serão mais de 17 mil peixes desovando e procriando novamente”, reforça Oliveira.

A Apur (Associação dos Pescadores Unidos de Rinópolis) conduziu este tipo de ação pela primeira vez. Os responsáveis pela iniciativa dizem que já estão preparando a próxima soltura de peixes e pretendem realizar três recolocações de diferentes espécies anualmente.

“Essa iniciativa, quando realizada dentro das normas, tem o potencial de ajudar no PSA (Programa de Serviço Ambiental) promovendo um equilíbrio ambiental, pois as espécies estão em falta. Essa ação é uma forma de corrigir deficits causados pela exploração do homem ao meio ambiente”, explica André Gonçalves Vieira. O Rio Aguapeí banha todo o Estado de São Paulo e possui sua nascente na cidade Gália, São Paulo, na região de Marília. Somando todo o trajeto, os peixes acabam percorrendo 400 quilômetros até voltarem para o Rio Paraná, que fica entre Paulicéia e Castilho, ambos em São Paulo.

Iniciativa da Apur devolve 17 mil peixes para o Rio Feio, em Rinópolis, SP

No dia 23 de fevereiro de 2020, foi promovida uma ação de repovoamento de alevinos no Rio Aguapeí. Essa espécie de peixe que vem sofrendo bastante com a pesca predatória na região. A iniciativa de ativistas pescadores na região permitiu a soltura de 17 mil peixes na tarde do dia 23. As notícias sobre o repovoamento da espécie de alevinos foram divulgadas nas mídias locais e em sites relacionados como o assunto. O Rio Aguapeí fica localizado em Rinópolis, São Paulo. Esse é um importante rio do estado, também conhecido como Rio Feio, com vários trechos não afetados pela poluição das cidades próximas.

“Esse é um processo fundamental para a proliferação de peixes no Rio Feio. Dentre os rios do estado que já foram ótimos para a pesca, mas hoje sofrem com a escassez por causa da pesca descontrolada, podemos citar o Rio Feio”, explica Igor Augusto Gibara de Oliveira, pescador e morador da região. Os alevinos que são repostos no rio pertencem a três espécies: piaçu, piapara e pintado, peixes que fazem parte do Rio Aguapeí. “Estes peixes irão ajudar a repovoar a natureza novamente. Todos os peixes que devolvemos para o rio, estarão desovando daqui a dois anos. Ou seja, serão mais de 17 mil peixes desovando e procriando novamente”, reforça Oliveira.

A Apur (Associação dos Pescadores Unidos de Rinópolis) conduziu este tipo de ação pela primeira vez. Os responsáveis pela iniciativa dizem que já estão preparando a próxima soltura de peixes e pretendem realizar três recolocações de diferentes espécies anualmente.

“Essa iniciativa, quando realizada dentro das normas, tem o potencial de ajudar no PSA (Programa de Serviço Ambiental) promovendo um equilíbrio ambiental, pois as espécies estão em falta. Essa ação é uma forma de corrigir deficits causados pela exploração do homem ao meio ambiente”, explica André Gonçalves Vieira. O Rio Aguapeí banha todo o Estado de São Paulo e possui sua nascente na cidade Gália, São Paulo, na região de Marília. Somando todo o trajeto, os peixes acabam percorrendo 400 quilômetros até voltarem para o Rio Paraná, que fica entre Paulicéia e Castilho, ambos em São Paulo.

O Futuro do Marketing na Internet

Hoje, a criação de máquinas absolutamente indistinguíveis das pessoas não é mais ficção científica, mas um negócio muito lucrativo capaz de impulsionar a economia. Uma onda de startups faz parte de uma nova tendência que promete simplificar radicalmente nossas vidas, aproximando a interação com o computador o mais próximo possível da comunicação com uma pessoa.

De todos os métodos de comunicação humana, as mensagens são provavelmente as mais diretas. O texto contém informações menos desnecessárias em comparação com outros métodos de comunicação. Não há entonações, sotaques, expressões faciais ou gestos que exijam interpretação. Os computadores compreendem e processam facilmente o texto; portanto, as mensagens são ideais para atividades humanas colaborativas e inteligência artificial destinadas a atender às necessidades dos clientes.

Portanto, o aplicativo assistente é uma interface que permite aos usuários executar tarefas complexas por meio de um diálogo natural. Ao mesmo tempo, um assistente não precisa ser uma pessoa real, pelo menos não o tempo todo. Pode ser um script automatizado para enviar mensagens ou lembretes no momento certo; um grupo de pessoas interagindo com clientes através de um assistente virtual; ou inteligência artificial, às vezes recorrendo à ajuda humana.

Melhor que bots – A interface de mensagens usada pelos serviços de aplicativos assistentes parece um bate-papo conhecido e, portanto, o usuário fica livre da necessidade de entender algo novo.

Todo mundo sabe o que é bate-papo, portanto, enviar solicitações é uma ação bastante simples. O aplicativo assistente usa pessoas bem treinadas que podem trabalhar com tecnologias complexas. O assistente pode processar solicitações, cuja implementação pode ser realizada em várias etapas, requer análises trabalhosas ou ferramentas profissionais.

Note-se que o aplicativo assistente não é ideal em situações em que o usuário gosta do próprio processo de busca, como, por exemplo, no caso da escolha de roupas.

No entanto, existem muitos casos para usar o aplicativo assistente quando você precisa procurar muitas opções, especialmente em aplicativos corporativos. Você pode esperar que, no futuro, tarefas complexas, como o lançamento de uma campanha de marketing para aumentar o tráfego, sejam executadas por esses assistentes.

Embora o Google e a Apple estejam trabalhando para melhorar os assistentes virtuais, como o Siri, por exemplo, que é inteiramente código de computador, tecnologias totalmente automatizadas são boas apenas em alguns casos – quando o usuário precisa obter uma resposta urgente a uma solicitação simples. Solicitações mais complexas que requerem envolvimento humano serão melhor tratadas por aplicativos assistentes.

Preços para startups: como atender às expectativas do mercado?

“O principal nos negócios é a reserva de preços. Se você precisar solicitar um culto de oração antes de aumentar os preços, o seu negócio é ruim. ”

– Warren Buffet

O que é uma reserva de preços? Uma reserva de preços é a capacidade de uma startup aumentar preços ao longo do tempo. Uma start-up ganha uma reserva de preços quando cria valor para seus usuários e protege seus produtos, ou seja, não permite que produtos substitutos os substituam. O segundo componente é tão importante na manutenção de uma reserva de preços quanto o primeiro.

Desde os preços, reserva de preços, valor e capacidade de defesa, seu produto atende às expectativas de economia do mercado (ajuste do mercado do produto). A verdadeira conformidade deve ser duradoura e sustentável, ou seja, uma startup precisa criar um valor insubstituível para usuários e clientes, a fim de aumentar o preço, melhorar o produto, distribuir e vendê-lo a pessoas cada vez mais influentes.

A conformidade de curto prazo de um produto com as expectativas do mercado geralmente é expressa em uma vantagem de pioneirismo. Uma empresa que desenvolveu um produto, categoria ou tecnologia completamente nova ou aplicou uma estratégia de marketing inovadora possui uma reserva de preços a curto prazo. Mas se essa empresa não conseguir se defender, quem vencer por último poderá vencer a corrida.

Aparecem substitutos e concorrentes, o mercado muda e os preços mudam com ele. Ele se desenvolve à medida que o produto melhora, a equipe e a marca se fortalecem. Portanto, o preço é um processo contínuo e um desafio constante para as startups. O preço ideal é a proporção do valor criado pelo produto e a influência que sua empresa exerce em seu nicho.

Nos experimentos de preço, duas questões são importantes. Primeiro, quanto você está disposto a pagar por um produto similar? Em segundo lugar, como os consumidores reagem às mudanças de preço e o que essa reação significa para a capacidade da sua empresa de se defender e sua reserva de preços? E com base nisso, você determina a estratégia futura de sua inicialização para seus negócios.

Teste de divisão de cabeçalho: vantagens e desvantagens

O teste dividido é uma ótima maneira de obter melhorias significativas na otimização de conversões. Ao testar qualquer elemento na página de destino (por exemplo, uma imagem), após um certo período de tempo, você pode determinar a opção mais eficaz. No entanto, os cabeçalhos têm um ciclo de vida limitado em termos de valor para o usuário. Simplificando, um artigo publicado hoje terá menos valor para os leitores amanhã. Isto é especialmente verdade para sites de notícias e economia.

Qual é a dificuldade de testar cabeçalhos? Testar os cabeçalhos não é uma tarefa fácil, mas necessária, porque é muito importante impressionar o usuário e convencê-lo a ler o texto inteiro.

Pelo motivo acima, testes divididos com duração de 4 semanas não ajudarão a avaliar corretamente a atratividade de um título específico. Mesmo se você disser a si mesmo que pretende identificar tendências comuns, nunca poderá estabelecer um relacionamento causal e entender por que os usuários preferem um título a outro.

Muitas vezes acontece que o título atrai um grande número de usuários (CTR alta), mas as pessoas passam pouco tempo na página (para sites de notícias isso geralmente é um mau sinal) ou não executam ações direcionadas.

Primeiro, a mesma pessoa pode visualizar e clicar em várias opções de títulos. Em segundo lugar, os usuários podem twittar seu título em momentos diferentes (por exemplo, a primeira vez às 9h e a segunda às 11), por causa dos quais os resultados do teste serão distorcidos. Talvez mais pessoas leiam suas postagens às 11h ou usuários estejam mais ativos no momento. Em terceiro lugar, os organizadores deste teste de divisão levam em consideração não uma métrica específica, mas consideram vários indicadores diferentes ao mesmo tempo: retweets, menções etc.

Fatores externos influenciam fortemente os resultados. Os sites mais populares testam seus cabeçalhos usando os chamados algoritmos de “gangster”. Se você tiver a oportunidade de usar esse método, leve-o para o serviço. Ao postar duas postagens em uma rede social ou ao enviar dois emails com cabeçalhos diferentes para os assinantes, não é possível determinar com segurança qual deles tem o maior efeito no leitor.